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Alergia Medicamentosa II

O diagnóstico baseia-se assim na clínica, complementada com alguns exames complementares in vivo e in vitro (consoante o fármaco), permitindo esclarecer o diagnóstico da reacção imunoalérgica e/ou conduzindo à realização de provas de provocação, quer para esclarecimento definitivo do quadro clínico, quer para identificação de alternativas terapêuticas.
Após caracterização de um quadro de alergia, o paciente deverá ser portador de documentação que refira as medicações a evitar, bem como as alternativas seguras para utilização futura (por exemplo, antibióticos, AINEs,…).
Em casos individuais podem ser propostos esquemas que permitem a indução de tolerância a fármacos insubstituíveis para o tratamento dos pacientes (por exemplo, antibióticos específicos para determinados agentes; hipersensibilidade a AAS em doentes com patologia cardíaca; alopurinol em doentes com gota; quimioterapia em doentes com patologia neoplásica…).
Em algumas situações pode ser indicado o início de medicação previamente à utilização de determinadas substâncias (por exemplo, reacção a meios de contraste radiológico – início cerca de 24 horas antes de terapêutica com corticóides e anti-histamínicos H1 e H2.

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