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Sendo os fármacos uma causa significativa de reacções graves, podendo ocorrer inclusive nas instituições de saúde, a prevenção passa pela investigação da história prévia de alergias a fármacos, evicção de medicamentos com reactividade cruzada, utilização da via oral sempre que possível, vigilância durante um período mínimo de 30 minutos após administração parentérica de fármacos, incluindo vacinas anti-infecciosas ou antialérgicas.
Aos doentes a quem seja identificado o agente agressor, devem ser claramente indicadas as medidas de evicção, incluindo fármacos a evitar e devem ser sempre portadores de cartão e pulseira ou colar identificadores da sua situação clínica, devendo ser organizado o esquema terapêutico a iniciar em eventuais episódios futuros. Em situações particulares estará indicada a profilaxia medicamentosa e a utilização de produtos de baixa osmolaridade (reacções a contrastes iodados), a indução de tolerância a fármacos (por exemplo, insulina, antibióticos, AAS) ou a administração de vacinas anti-alérgicas (por exemplo, veneno de himenópteros).

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