Antibabypille
Aspectos Particulares dos Contraceptivos Orais

– Utilidade no alívio da dismenorreia associada à endometriose.
– Redução do risco de neoplasia do endométrio e ovário (não estando contra-indicados em mulheres que aguardam por tratamento destas situações).
– Não existem evidências de que os contraceptivos orais agravem os fibromiomas uterinos.
– As situações de doença benigna da mama ou história familiar de neoplasia da mama não contra-indicam a sua utilização.
– Podem ser iniciados de imediato após um aborto do 1.° ou 2.° trimestre (mesmo no aborto séptico).
– A trombose venosa superficial, tenha ou não ocorrido episódio de tromboflebite superficial, não contra-indica o seu uso.
– A epilepsia e a síndrome depressiva não contra-indicam o uso de contracepticos orais (ter em atenção as interacções medicamentosas com os antidepressivos e os antiepilépticos).
– A doença trofoblástica (benigna ou maligna) não contra-indica o seu uso.
– A existência de neoplasia do colo do útero ou CIN (cervical intrepithelial neoplasia) a aguardar tratamento não implicam interrupção do seu uso.
– A infecção por VIH ou SIDA não contra-indicam o uso dos contraceptivos orais, no entanto, os anti-retrovirais podem interferir com a sua eficácia.
– O hipo e o hipertiroidismo bem como as anemias hereditárias não contra-indicam o seu uso.

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