Fadiga_Andrenal

A fadiga constitui o sintoma mais prevalente no doente oncológico; mais de 75% dos doentes em fase avançada referem esta ocorrência; cerca de 70% dos doentes a fazer algum tipo de quimioterapia ou RT referem fadiga. Pode ser um sintoma que leva ao diagnóstico ou à identificação de recorrência. Compromete significativamente o estado funcional do doente, bem como a qualidade de vida e tem-se tornado ainda mais relevante à medida que outras complicações do cancro e seu tratamento têm sido resolvida ou minoradas.
Na maior parte das vezes a etiologia é multifactorial: a própria doença e/ou as terapêuticas podem induzir o sintoma; mas outros factores poderão contribuir: dor, perturbações do humor, perturbações do sono, anemia, deficiências nutricionais, perda de preparação física ou co-morbilidades.
A intervenção terapêutica dever-se-á fazer essencialmente sobre os factores que levam ao aparecimento do sintoma: seja o próprio tratamento da doença ou a adaptação das terapêuticas, seja dos factores referidos acima. Daí ser crucial a identificação de todos os possíveis factores – em particular a correcção de eventual anemia, já que tem sido este o aspecto mais estudado e em que melhor está documentada a eficácia.
O uso de corticóides é uma prática frequente – ainda que o seu uso, para este fim específico, não esteja bem alicerçado (muitas vezes recorre-se a corticóides na tentativa de correcção de outros sintomas concomitantes como a anorexia).
Embora menos reconhecidos e postos em prática, existe evidência de que algumas intervenções não medicamentosas poderão ter alguma utilidade nesta situação: treino físico adequado, terapêutica de sono, técnicas de conservação de energia e suporte psicossocial.

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