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Na mulher, o uso de análogos LH-RH conduzem à supressão ovárica e, portanto, à infertilidade (embora não seja terapêutica contraceptiva suficiente); se mantidos mais prolongadamente, podem gerar também o que resulta da insuficiência estrogénica: osteoporose,e alteração do perfil lipídico. Estes efeitos poderão ser mais acentuados quando se combina com outro tipo de hormonoterapia (tamoxifeno ou inibidor da aromatase).
Frequentemente também são referidas alterações do humor e depressão.
Ao tamoxifeno têm-se associado inúmeros efeitos acessórios, mas salientam-se: redução da massa óssea na coluna lombar e fémur nas mulheres pré-menopáusicas (embora não se tenha documentado aumento de risco de fractura), redução do colesterol LDL, espessamento do endométrio (nas terapêuticas mais prolongadas), aumento do risco trombo-embólico (mas inferior a 1%), afrontamentos e ganho de peso (predominantemente nas mulheres com mais de 45 anos).
Com os inibidores da aromatase estão também descritos: afrontamentos, artralgias, mialgias, agravamento da osteoporose e dislipidemia.
No homem, o uso de análogos LH-RH conduz também à infertilidade e ainda impotência e redução da libido.
Os anti-androgénios podem provocar com maior frequência afrontamentos, dores (várias) ou ginecomastia.
Ainda no homem, a terapêutica de supressão/antagonismo androgénico feita de forma prolongada pode também agravar o desenvolvimento de osteoporose.

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