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Tratamento (Blenorragia)

Dado o tipo de infecção em causa, e de modo a assegurar que o tratamento seja efectuado na totalidade, este deverá ser feito em dose única oral ou parentérica.
Assim é a seguinte, por ordem de preferência, a antibioterapia alternativa aconselhada:
-Ceftriaxona – 125 mg i.m. em injecção única.
-Cefixime – 400 mg, oral, em toma única.
-Ciprofloxacina – 500 mg, oral, em toma única.
-Ofloxacina – 400 mg, oral, em toma única.
Opcionalmente pode ainda utilizar-se a espectinomicina 2 g i.m. numa única dose, nos doentes que não tolerem cefalosporinas ou quinolonas. Não é tão eficaz na infecção faríngea. pelo que nesta deve utilizar-se a ceftriaxona ou a ciprofloxacina.

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Tratamento (Linfogranuloma Venéreo)

– Doxiciclina – 100 mg, oral, 2xdia, durante 21 dias.
– Ou eritromicina – 500 mg, oral, 4xdia, durante 21 dias.
Caso seja necessária drenagem da adenopatia, esta deverá ser feita através de pele sã, para evitar o aparecimento de ulceração subsequente no local da drenagem.

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Blenorragia

É a infecção provocada pela Neisseria gonorrhoeae. Manifesta-se a maioria das vezes como uretrite mucopurulenta nos homens e como endocervicite assintomática ou com sintomatologia mínima nas mulheres. Tem um período de incubação de 2 a 5 dias. As localizações extragenitais são a faríngea, a anal e a forma disseminada.
Os doentes infectados com N. gonorrhoeae estão também, frequentemente, infectados com Chlamydia trachomatis, pelo que alguns autores sugerem o tratamento concomitante das duas afecções.
Actualmente, e em face do grande número de estirpes resistentes à penicilina, esta deixou de ser o tratamento aconselhado.

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Follow-up (Sífilis)

O controlo serológico com VDRL faz-se aos 3, 6 e 12 meses após o tratamento, sendo de esperar redução progressiva dos títulos. Nas situações de infecção latente, a diminuição dos títulos é muito mais lenta.
Nos casos em que não se observa queda dos títulos ao fim de 6 meses, que haja aumento dos mesmos ou em que os sinais clínicos persistam, deve efectuar-se novo tratamento.
Nas primeiras 24 horas após o tratamento, em especial na sífilis secundária, pode surgir uma reacção febril aguda – reacção de Jarisch-Herxheimer – que não deve confundir-se com alergia à penicilina, e que resulta da destruição maciça de treponemas. Os doentes deverão ser avisados desta possibilidade e medicados com antipiréticos.

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Parceiros Sexuais (Sífilis)

Os parceiros sexuais nos 3 meses anteriores ao diagnóstico de sífilis primária, nos 6 meses anteriores (sífilis secundária) ou nos 12 meses anteriores (sífilis latente) deverão ser avaliados.

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Sífilis

A sífilis é uma infecção provocada pelo Treponema pallidum. Se não for tratada de início, evolui para a cronicidade, cursando com períodos assintomáticos alternando com sintomas clínicos. É sistémica desde o início, podendo atingir múltiplos órgãos.
Clinicamente divide-se em sífilis primária (acidente primário), secundária (rash, manifestacões mucocutâneas e adenopatias) e terciária (lesões cardíacas, neurológicas, oftalmológicas, auditivas e gomas). Em função da sua duração divide-se em recente (menos de um ano) e tardia (mais de um ano). Como tal, os períodos assintomáticos ou latentes também se dividem em recente e tardio. Esta divisão tem importância para o tratamento.
O diagnóstico pela pesquisa de T. pallidum, em fundo escuro, nas lesões cutâneo-mucosas só é efectuado em centros especializados, pelo que, na prática clínica, são utilizados os testes serológicos: VDRL ou RPR para despiste e TPHA ou FTA-ABS para confirmação. No controlo da terapêutica deve-se usar o VDRL.

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Linfogranuloma Venéreo

É a infecção provocada pelos serotipos L1, L2 e L3 da Chlamydia trachomatis. Tem um Período de incubação mais prolongado que a afecção anterior e caracteriza-se, fundamentalmente, por adenopatia inguinal dolorosa (bubão), estando a pele que a cobre eritemato-violácea e com sulcos característicos, paralelos à prega inguinal (sinal da roldana).
Pode surgir flutuação e supuração. A lesão inicial (pápula ou ulceração), no local da inoculação (sulco balano-prepucial), é geralmente fugaz e assintomática.

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Tratamento (Úlcera Mole Venérea)

– Azitromicina – 1 g, oral, numa única toma.
– Ou ceftriaxona – 250 mg, i.m., numa única injecção.

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Úlcera Mole Venérea

A úlcera mole (ou cancro mole) é provocada por bacilo Gram-negativo – Haemophilus ducreyi. É uma doença localizada, de exclusiva transmissão sexual. Em face das dificuldades laboratoriais existentes, o diagnóstico é essencialmente clínico. A ulceração, única ou múltipla, surge após período curto (2-3 dias) de incubação, é dolorosa e acompanha-se de adenopatia inguinal dolorosa. Por vezes, a infecção é mista (associa-se à sífilis), pelo que é necessário o despiste desta, bem como de infecção VIH.

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Sífilis Congénita

Todos os filhos de mãe com sífilis (tratada ou não) deverão ser avaliados clínica e serologicamente (com frequência mensal) nos primeiros 3 a 4 meses de vida.