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Diagnóstico (Endocardite Infecciosa)

A utilização dos critérios de Duke para o diagnóstico de endocardite está presentemente recomendada, atendendo a que a sua sensibilidade e especificidade foram validadas de forma adequada em diversos estudos publicados.
O diagnóstico de EI será estabelecido pela presença de dois critérios major, de um critério major e de três minor, ou de cinco critérios minor.
Antes do início da antibioterapia devem ser sempre colhidas três hemoculturas em aerobiose e três em anaerobiose, com intervalo de 1 hora, independentes dos picos febris.
Se forem isoladas bactérias, a determinação da concentração inibitória mínima (CIM) deve ser feita para optimização do esquema terapêutico. O prolongamento das hemoculturas até 3 semanas, em caso de negatividade ao fim de 7 dias, é necessário para permitir o crescimento de bactérias fastidiosas, designadamente do grupo HACEK.
O ecocardiograma é um elemento fundamental para o diagnóstico, devendo ser solicitado com urgência sempre que a suspeita clínica se coloque com base nos elementos da história clínica e do exame objectivo. O ecocardiograma transesofágico (ETE) é bastante mais sensível do que o transtorácico (ETT), sendo recomendado para a avaliação inicial sempre que esteja disponível e realizado sempre que as dúvidas de diagnóstico não sejam esclarecidas pela realização do ETT. Um ETE não sugestivo de endocardite deve ser repetido (ao fim de 5-7 dias) apenas nos casos em que subsistam suspeitas clínicas, podendo-se excluir o diagnóstico se o segundo ETE também não for sugestivo de EI.

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