artrite (1)
Diagnóstico (Osteoartrose)

O principal sintonia da OA é a dor tipicamente de ritmo mecânico, ou seja, a dor que se desencadeia ou se intensifica com a atividade. Associa-se o fenómeno do gelling, rigidez que sobrevêm pela manhã ou após períodos de inatividade prolongada e que tem uma duração inferior a 30 minutos. A medida que a doença progride, os doentes passam a referir sensação de crepitação e diminuição da amplitude de movimentos com maior dificuldade para a realização das suas tarefas habituais. Sintomas sistémicos como fadiga, anorexia ou perda ponderal são raros. No exame objetivo é possível detetar uma diminuição na velocidade e/ou amplitude de movimentos, crepitação, dor na palpação das interlinhas articulares ou das epífises ósseas adjacentes, hipertrofia ou deformação óssea.
A radiologia convencional constitui ainda hoje o método de eleição para o diagnóstico e acompanhamento da evolução da OA. A diminuição da interlinha articular, a condensação do osso subcondral, os geodes e os osteófitos constituem os sinais radiológicos da doença. As imagens deverão ser sempre comparadas com as contralaterais, e, no caso das articulações dos membros inferiores, obtidas em carga. Em determinadas situações será necessário recorrer a incidências especiais. É importante chamar a atenção para a má correlação clínico-radiológica existente.
A avaliação laboratorial não é fundamental para o diagnóstico de OA, mas ajuda a excluir outras situações e a monitorizar os eventuais efeitos acessórios da terapêutica a instituir. Não existe nenhuma substância nos líquidos biológicos que possa ser usada para o diagnóstico/monitorização da OA.

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