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A DE (disfunção eréctil) é a incapacidade persistente para obter ou manter uma erecção peniana que permita a um homem ter relações sexuais satisfatórias. A sua prevalência global em Portugal é de cerca de 13%, embora os números baixem para 5% quando referidos às disfunções erécteis moderadas e graves.
Uma regra básica da terapêutica da DE impõe que se tentem sempre medidas menos invasivas antes de se avançarem para medidas mais invasivas. Assim, a terapêutica da DE pode ser classificada em três níveis, baseados não só na agressividade da terapêutica, mas também em critérios práticos de quem deve prescrevê-la e executá-la.
As chamadas terapêuticas de 1.ª linha são aquelas que podem ser prescritas por qualquer médico, desde que bom conhecedor da DE e dos tratamentos que vai prescrever. São constituídas pelas atitudes preventivas, pelas terapêuticas orais e pelo dispositivo de erecção por vácuo.
As terapêuticas de 2.ª linha, reservadas para situações mais graves ou que não melhoraram com as terapêuticas de 1.ª linha, estão vocacionadas para serem prescritas e/ou administradas por sexólogos e andrologistas. São constituídas pela psicoterapia, pela terapêutica intracavernosa e pela terapêutica transuretral.
A 3.ª linha terapêutica, para as situações que não respondem às terapêuticas de 1.ª e 2.ª linha, é exclusivamente constituída pela cirurgia.

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