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A doença de Ménière é rara, tem etiologia desconhecida, deve-se à distenção do labirinto membranoso devido à acumulação de endolinfa. Por norma tem início entre os 40 e 60 anos de idade. Usualmente afecta apenas um ouvido, mas pode ser bilateral em 25% dos casos.
A vertigem é rotatória, dura algumas horas e tem um curso intermitente.
A crise pode ser precedida de sensação de plenitude auricular, durante horas ou dias.
Acompanha-se de surdez neurossensorial, flutuante (agrava-se antes e durante as crises), mas apresenta agravamento progressivo podendo chegar a ser severa.
O acufeno é permanente mas agrava-se antes das crises.
O tratamento médico da crise compreende cinarizina (15 a 30 mg de 6/6 horas) e/ou diazepam (5 a 10 mg de 6/6 horas). Entre as crises devem-se adoptar medidas gerais de restrição salina, evicção de consumo tabágico, etanólico e cafeínico, medicação regular com histina (16 mg de 8/8 horas); se as crises forem frequentes, pode ser necessário prolongar o tratamento com cinarizina e eventualmente associar um diurético em doses baixas.
O tratamento pode ser cirúrgico. A labirintectomia é eficaz na resolução da vertigem, mas só deve ser realizada em casos unilaterais e já com audição muito comprometida.
Deve efectuar-se drenagem do saco endolinfático por via transmastoideia. Secção do nervo vestibular através da fossa média ou por via retrolabiríntica, este tipo de intervenção é muito delicado e preserva a audição. A aplicação de gentamicina intratimpânica é eficaz no controlo da vertigem, mas envolve um risco de agravamento da surdez em 10% dos casos.

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