Febre-falsa (1)
Febre (Complicações Tromboembólicas no doente oncológico)

A febre pode ocorrer no doente oncológico como manifestação de infecção ou apenas da própria neoplasia. Para se estabelecer este último diagnóstico – febre neoplásica – é necessário excluir infecção. Algumas vezes pode ser resistente à habitual terapêutica com paracetamol, mas frequentemente responde a AINEs (naproxeno ou indometacina, por exemplo); aliás, a terapêutica com estes últimos pode constituir uma prova diagnostica.
Como sinal de infecção há que distinguir dois contextos: com e sem neutropenia. Como qualquer outro, o doente oncológico pode desenvolver quadros infecciosos, relacionados ou não com a patologia primitiva. São exemplos de quadros relacionados com a patologia primitiva, quadros de colangite em tumores das vias biliares ou pâncreas, de infecção respiratória em tumores do pulmão com obstrução brônquica ou de infecção urinária em tumores do urotélio ou fístula enterovesical. Os quadros infecciosos não relacionados com o tumor primário deverão ser tratados como nos demais doentes, enquanto os que resultam de quadros obstrutivos ou fistulosos carecem, quando possível, também de resolução dos mesmos.
Os doentes com neutropenia pós-quimioterapia têm uma abordagem específica.

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