Saùde-Viagem
Medicina das Viagens – Conselhos gerais

Os conselhos a viajantes que se deslocam a regiões tropicais baseiam-se na prevenção das doenças de transmissão possível ou predominante nestas regiões.
No entanto, as maiores causas de mortalidade e morbilidade são as mesmas de regiões não tropicais como sejam acidentes de viação, agravamento de doenças de que são portadores e os resultantes de certas práticas desportivas. O conhecimento do estado de saúde da pessoa antes da partida é fundamental.
Medidas gerais como toda a higiene alimentar, evitar os alimentos não cozinhados, mal manipulados, bebidas não potáveis, proteger e evitar exposição prolongada ao Sol, proteger das picadas dos insectos e do contacto com água doce são sempre importantes.
A informação transmitida inclui também as informações sobre endemias, as vacinações, as quimioprofilaxias, as protecções em relação ao meio físico e biológico e a constituição de um estojo de medicamentos.
Os alimentos devem ser cozinhados e a fruta deve ser descascada pelo próprio; as bebidas engarrafadas; os lacticínios pasteurizados; os alimentos ingeridos em “quente”; o gelo de água potável; lavar os dentes com água potável; lavar as mãos antes e depois das refeições; reduzir ao possível actividades em áreas poluídas; usar repelentes de insectos; considerar o uso de vestuário impregnado com permetrinas; dormir sob mosquiteiros; tomar precauções adequadas nas relações sexuais; precauções adequadas para acidentes de viação; cuidados com os animais; usar roupas adequadas; evitar banhos em água doce não tratada; usar protector solar adequado; evitar a desidratação; transportar um estojo de medicamentos, etc.
Uma causa frequente de doença é a diarreia dos viajantes geralmente ocasionada por Enterobacteriáceas e vírus, e mais raramente por parasitas.
A diarreia dos viajantes pode ser evitada com uma boa higiene alimentar e, em casos seleccionados, com uma profilaxia à base de uma quinolona oral, diariamente, ou menos com o subsalicilato de bismuto 4xdia.
A terapêutica dos casos menos graves (sem sangue e sem grande número de dejecções) que são os mais frequentes é efectuada com a loperamida, recorrendo-se a uma quinolona, à azitromicina ou ao co-trimoxazol, durante 3 dias nos casos mais graves. Se necessário, usar soros de rehidratação oral ou parentéricos.
As vacinas passíveis de serem utilizadas variam de regiões para regiões sendo algumas obrigatórias e outras aconselháveis. Atender às contra-indicações (por exemplo, gravidez, imunodeficiências, crianças…).
A título indicativo: vacinas para hepatites B e A, febre amarela, febre tifóide, cólera, influenza, sarampo, polio, tétano e difteria, meningococia (serotipos A,C,Y, W135), encefalite japonesa, encefalite para mordedura de carraças, raiva…

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