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Organização e Objectivos (Cuidados Paliativos)

“Os CP afirmam a vida e consideram a morte como um processo natural, procuram um alívio da dor e dos outros sintomas que geram sofrimento, integram os aspectos psicológicos e espirituais nos cuidados aos doentes, oferecem um sistema de suporte para ajudar os doentes a viver tão activamente quanto possível até à morte, e propõem um sistema de apoio à própria família, ajudando-a a suportar a doença do familiar/amigo e o seu próprio luto.”
O objectivo dos CP é obter a melhor qualidade de vida possível para os doentes e as suas famílias. Muitos dos princípios dos CP são igualmente aplicáveis desde o início da evolução da doença, em associação com um tratamento antineoplásico. A prática diária dos cuidados paliativos contempla as necessidades de cada doente, o que terá de ser estimado sob uma cuidadosa avaliação. Os profissionais de saúde têm necessariamente de acompanhar o ponto de vista das prioridades desenvolvidas nos doentes com cancro avançado, devendo empenhar-se em acompanhar realidades que possam ter como ganho uma qualidade de vida funcional.
A avaliação das necessidades de cada doente tem obrigatoriamente que incluir a história da vida pessoal, os valores e expectativas, co-morbilidades, caracterização total da doença.
Descriminando os objectivos a atingir, podemos descrever como alvos definidos:
– Controlar os sintomas físicos, psíquicos e aliviar o sofrimento.
– Manter a autonomia das pessoas em fim de vida o maior tempo possível.
– Prestar cuidados globais através de uma abordagem interdisciplinar.
– Apoiar a família e envolver os doentes e familiares no processo de tomada de decisões.
– Flexibilizar os horários de cuidados.
– Promover disponibilidade para reunião/entrevista familiar.
– Colher dados e participar registos disponibilizando-os para articulação em equipa.
Esta prática deve basear-se num conhecimento de objectivos éticos na abordagem de doentes com cancro avançado, num conhecimento ajustado do controlo sintomático, mas também favorecendo factores e estratégias preventivas contra o burn-out dos profissionais de saúde.
Na organização dos recursos, requere-se, como premissa elementar, que os cuidadores sejam elementos que tenham escolhido livremente o trabalho em CP. Idealmente, as equipas que praticam cuidados paliativos deverão ter uma formação sólida na área técnica a par de qualidades de altruísmo, tolerância, capacidade de escuta, equilíbrio psíquico e emocional, maturidade, e deverão estar habilitados a promover uma boa comunicação.

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