otite2 (1)

— Otite média crónica purulenta simples.
Perfuração timpânica da pars tensa, geralmente associada a disfunção tubária crónica.
Manifesta-se por episódios de otorreia, especialmente após entrada de água no ouvido.
Aspiração frequente do CAE, antibioterapia oral e tópica e resolução de eventual infecção nasofaríngea levam geralmente à resolução da otorreia. Pode realizar-se timpanoplastia para encerramento da perfuração. A persistência dos episódios de otorreia pode levar à lise da longa apófise da bigorna, com interrupção da cadeia ossicular. Nestes casos, à timpanoplastia deve associar-se uma ossiculoplastia, para restabelecimento do efeito columelar.
— Otite média crónica colesteatomatosa.
Caracterizada por perfuração timpânica marginal ou bolsa de retracção da pars flácida ou do quadrante póstero-superior da pars tensa, associada à presença de matriz de colesteatoma. O diagnóstico é clínico, podendo manifestar-se por otorreia fétida persistente, pólipo no CAE ou simplesmente presença de matriz na caixa do tímpano num ouvido seco. A terapêutica é fundamentalmente cirúrgica.
Não tratada, a otite média crónica, sobretudo se colesteatomatosa, pode cursar com complicações graves como: mastoidite aguda, paralisia facial, labirintite, meningite, abcesso extradural, subdural ou cerebral, trombose do seio lateral ou petrosite. A resolução de qualquer uma destas complicações implica internamento, terapêutica e.v. e cirurgia.

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