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Perfuração Traumática da Membrana Timpânica

A manipulação do CAE (por exemplo, cotonete) e traumatismo directo ou traumatismo craniano (fractura do rochedo) são as causas mais frequentes de perfuração traumática da membrana timpânica. Pode manifestar-se por otalgia, otorragia, hipoacusia e, caso seja associada a traumatismo do ouvido interno, acufeno ou vertigem. Se a otoscopia revelar a presença de um coágulo na área da perfuração, este não deve ser retirado; não deve ser feita qualquer medicação tópica ou permitida a entrada de água. Deve ser feito antibioterapia profiláctica por via oral e vigilância cuidadosa por otoscopia sob visão microscópica. Geralmente, há encerramento espontâneo da perfuração, até às 3 semanas após o traumatismo.

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