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Quimioprofilaxia da Doença Meningocócica

Está recomendada para os contactos íntimos de indivíduos expostos a um caso índice de doença meningocócica. Embora nem sempre seja fácil definir as situações específicas em que a intimidade do contacto se associe a um risco claramente aumentado de doença aceita-se que devem ser alvo de QP:
— Os membros do agregado familiar e conviventes.
— Contactos em creches e centros de dia para crianças.
— Todas as pessoas expostas directamente às secreções respiratórias do caso-índice, incluindo os profissionais de saúde.
A gestão do risco e decisão para administração de QP fora do âmbito dos familiares directos e conviventes deve ser feita por autoridades de saúde competentes, que devem ser notificadas para o efeito em tempo útil. A administração em massa de QP não está, por princípio, recomendada. Compete ao clínico responsável pelo tratamento do caso-índice a tomada de medidas destinadas a tranquilizar os contactos que não beneficiem de QP.
A emergência de resistências de N. meningitidis às tetraciclinas, designadamente a minociclina, levou à modificação das recomendações para a QP neste âmbito. Os esquemas de QP actualmente recomendados são:
— Ciprofloxacina – 500 mg, p.o., em toma única (evitar em crianças com <16 anos e em grávidas). — Azitromicina - 10 mg/kg (500 mg em adultos), p.o., em toma única. — Rifampicina - 10 mg/kg, p.o., de 12/12 horas (em adultos, máximo de 600 mg 12/12 horas e em recém-nascidos 5 mg/kg de 12/12 horas) durante 2 dias. A ceftriaxona, 250 mg (125 mg até aos 15 anos), i.m., em toma única, pode ser uma alternativa em doentes que não tolerem a via oral.

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