roxitromicina_300_mg_1

Roxitromicina – a sua actividade antibacteriana contra bactérias GR+, GR- e agentes intracelulares é sobreponível à da claritromicina, embora ligeiramente mais activa contra L. pneumophila. É também activa contra micobactérias do complexo M. avium.
• Farmacologia – a sua biodisponibilidade oral é excelente e não afectada pela presença de alimentos, antiácidos ou de antagonistas dos receptores H2, permitindo obter picos plasmáticos da ordem dos 6,6 a 7,9 u.g/ml 2 horas após 1 toma oral de 150 mg, o que representa uma exposição sistémica cerca de 16 vezes superior à obtida com uma dose oral de 250 mg de eritromicina. A t1/2 é de cerca de 10 horas em adultos e de 20 horas em crianças. A sua distribuição tecidular é boa, atingindo valores semelhantes ao da concentração plasmática nas secreções respiratórias e nas amígdalas tonsilares e de cerca de 10 vezes superiores ao nível da pele.
– Segurança – reaccções adversas gastrintestinais (náuseas, dores abdominais, diarreia) ocorrendo em 3 a 4% dos doentes, estando ainda descrita a ocorrência de cefaleias intensas, tonturas, exantema, alterações transitórias da função hepática, linfopenia e eosinofilia. A sua escassa metabolização hepática, com cerca de metade da dose oral recuperada sem alteração nas fezes, condiciona a não existência de interacção clinicamente significativa com teofilina, carbamazepina, varfarina ou ciclosporina.
• Posologia e administração – eficaz no tratamento das infecções do tracto respiratório superior e inferior, como alternativa às penicilinas. A sua boa distribuição ao nível da pele torna-a útil nas infecções das estruturas cutâneas causadas por S. aureus (sensíveis à meticilina) e por Streptococcus spp. A dose diária recomendada para adultos é de 300 mg (em toma única ou dividida em 2 tomas).

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