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Suporte da Doença e Família

A prioridade relativa destes objectivos assenta numa continuidade, e muda no decurso da doença em progressão. Os doentes devem ser protegidos do encarniçamento terapêutico, que lhes reduz a sua qualidade de vida, sendo necessário um domínio rigoroso do controlo sintomático e psicológico dos doentes e famílias. Isto significa que se devem criar condições para que a família seja integrada na prestação destes cuidados de modo a reduzir a ansiedade diante do desconhecido.
Garantida a abordagem oncológica de cancro avançado, a comunicação com os doentes e suas famílias (protocolo de Buckman), a abordagem das complicações do cancro avançado, a avaliação e tratamento dos sintomas físicos do cancro e do seu tratamento oncológico, a avaliação e controlo dos sintomas psicológicos e existenciais do cancro, constituem um dos marcos da actividade do paliativista, integrando sempre a multidisciplinaridade da intervenção. Os mínimos requisitos que terá em atenção serão: avaliação periódica dos sintomas envolvidos durante o tratamento activo do cancro (escalas), abordagem apropriada com pronta intervenção em sintomas resistentes ou intratáveis, abordagem e pronta derivação para uma unidade de cuidados paliativos.
A informação e a comunicação constituem uma arma terapêutica em si mesmas. O apoio à família passa por uma informação detalhada sobre os aspectos causais, os objectivos e estratégias terapêuticas mencionadas.
Informar sobre os aspectos farmacológicos, medidas gerais, dieta, repouso, exercício físico ou mobilização oferece à família um apoio de grande utilidade.

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