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DIAGNÓSTICO (Entidades Nosológicas)

O diagnóstico é baseado na história, achados radiológicos sugestivos e a presença de anticorpos específicos para um agente conhecido como responsável por alveolite extrínseca. Nalguns casos pode ser necessária a BPC.

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Factores de Risco (meningite)

O curso clínico da MAB depende quer de factores associados ao agente envolvido, particularmente da sua sensibilidade aos antibacterianos, que pode atrasar o início de tratamento adequado em tempo útil, quer de factores associados ao treino do médico assistente, particularmente na sua capacidade de diagnosticar e de intervir atempadamente de forma adequada, quer, ainda, de factores referentes ao doente, entre os quais se incluem a existência de co-morbilidades que possam agravar o prognóstico de forma significativa. Num estudo alargado, a idade, a hipotensão, a alteração do estado de consciência e a presença de convulsões foram os factores que se relacionaram de forma significativa com desfecho desfavorável.


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Que antibiótico escolher – Factores Inerentes ao Agente Infeccioso

Avaliação do agente microbiano mais provavelmente implicado, com base em dados microbiológicos obtidos a partir de produtos biológicos adequados e correctamente colhidos ou numa estimativa probabilística baseada na evidência acumulada com situações clínicas semelhantes.
Quando houver isolamento, determinação da susceptibilidade do agente infecioso aos antimicrobianos, com base em testes laboratoriais validados e correctamente efectuados (testes de sensibilidade aos antibióticos – TSA), ou, na sua ausência, no conhecimento do padrão de susceptibilidade dos agentes mais provavelmente implicados, se possível com base na evidência obtida no contexto epidemiológico em que o doente está inserido (região geográfica, enfermaria, UCI). As infecções por estreptococos do grupo A ou por outros estreptococos P-hemolíticos, quando fortemente suspeitas ou confirmadas laboratorialmente, são das raras situações em que se poderá iniciar antibioterapia de modo razoavelmente seguro antes do resultado do TSA, desde que o doente seja tolerante às penicilinas ou cefalosporinas, aos quais este agente se tem mantido universalmente sensível (já que as taxas de resistência do S. pyogenes aos macrólidos, como ficou dito, são já inaceitavelmente elevadas em muitos países, incluindo Portugal)
—> História pregressa com respeito à exposição a antibióticos, incluindo a posologia utilizada e a duração do tratamento, no sentido de detectar falências que possam ser orientadoras da sensibilidade do agente envolvido e de padrões de resistência frequentemente associados à utilização recente de determinadas classes de antibióticos. Citam-se a emergência de S. aureus resistentes à meticilina (SARM) ou de Clostridium difficile hiperprodutor de toxina (estirpe HA027) após exposição a quinolonas, ou a relação da utilização de cefalosporinas “de 3.ª geração” com a emergência de enterobacteriáceas produtoras de P-lactamases de espectro alargado (BLEA). Em Portugal, a probabilidade de exposição antes do internamento hospitalar a cefalosporinas, quinolonas e macrólidos é elevada. Deve-se ter em conta que a estadia recente (<30 dias) em unidade de saúde, incluindo hospital de dia e instituição de acolhimento, configuram um elevado risco de exposição a antibióticos, sobretudo nos doentes idosos, podendo ser um factor de risco para a ocorrência de enterobacteriáceas produtoras de BLEA.