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SÍNDROME X

Descreve um conjunto de doentes com angina ou com um desconforto semelhante à angina, desencadeado pelo esforço associado a TST na prova de esforço em tapete rolante e artérias coronárias angiograficamente normais ou sem estenoses significativas. Como também pode surgir em repouso, aumentar em frequência ou intensidade ou não responder aos nitratos pode configurar um quadro clínico de AI, daí ser aqui mencionada. É mais frequente nas mulheres e o seu prognóstico é excelente.
Tratamento:
Tranquilização, quer pela demonstração da normalidade das artérias coronárias na angiografia, quer comunicando ao paciente o excelente prognóstico.
Nitratos de longa duração.
Se houver persistência dos sintomas, iniciar um antagonista do cálcio e/ou um bloqueante.
Se necessário, imipramina 50 mg/dia.
Estatina.
Controlo dos fatores de risco coronário.

153 180x180 - Complicações Cardiológicas

Complicações Cardiológicas

A cardiomiopatia é a complicação mais frequente, classicamente relacionada com as antraciclinas (principalmente doxorubicina e epirubicina), dependendo da dose; também o trastuzumab, anticorpo monoclonal usado no tratamento do carcinoma da mama, se relaciona com esta complicação. E de referir que a cardiotoxicidade é cumulativa entre fármacos (por exemplo, antraciclinas e trastuzumab) e também de quimioterapia com RT. A prevenção é a única forma de a evitar: avaliação cardiológica com cálculo da fracção de ejecção do ventrículo esquerdo avaliada por angiografia de radionuclídeos ou por ecocardiografia, que deve ser feita antes de se iniciar algum dos fármacos referidos (se a fracção de ejecção for adequada) e depois regularmente; para as antraciclinas não se deverá ultrapassar uma determinada dose cumulativa. No caso de se verificar o quadro de insuficiência cardíaca, esta deverá ser tratada independentemente da etiologia.
As arritmias estão também descritas, ainda que com menos frequência; têm sido descritas com o uso de paclitaxel, interleucina 2 e amsacrina.
A isquemia miocárdica tem sido relacionada com o 5-FU, especialmente com infusões contínuas.


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coracao 20120706 size 598 180x180 - Angiografia Coronária e Eventual ICP após Fase Aguda de Enfarte do Miocárdio

Angiografia Coronária e Eventual ICP após Fase Aguda de Enfarte do Miocárdio

—> Se possível em todos os pacientes trombolizados, idealmente entre as 3-24 horas após fibrinólise.
—> Pacientes com episódios espontâneos de isquemia miocárdica ou episódios de isquemia miocárdica provocados por esforços mínimos durante a fase de recuperação do enfarte.
—» Antes do tratamento definitivo duma complicação de enfarte, como insuficiência mitral aguda, CIV, pseudoaneurisma ou aneurisma ventricular esquerdo.
—> Pacientes com instabilidade hemodinâmica persistente.
—> Sobreviventes de EAM com diminuição da função ventricular esquerda (FE<0,40), ICC, revascularização prévia ou arritmias ventriculares malignas. —» Pacientes com isquemia objetiva em teste de sobrecarga (treadmill simples, ecocardiografia de stress ou cintigrafia), efetuado na fase de estratificação de risco pós-EAM. —> ICP duma oclusão da artéria responsável pelo enfarte após 24 horas dum EAM com TST não está indicada em pacientes assintomáticos com doença de um ou dois vasos, se estáveis hemo e eletricamente, e sem evidência de isquemia severa.


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64724ffb 573d 4863 bc7d 335d325da43b 180x180 - Angiografia Coronária Precoce no Grupo de Pacientes com ST ou Bloqueio Completo de Ramo Não Submetidos a ICP Direta

Angiografia Coronária Precoce no Grupo de Pacientes com ST ou Bloqueio Completo de Ramo Não Submetidos a ICP Direta

Independentemente de terem sido submetidos ou não a trombólise, se a anatomia for favorável, efetuar a ICP.
Pacientes com evidência de EAM recorrente.
Pacientes com isquemia moderada ou severa, espontânea ou evocada, durante a convalescença de EAM com TST.
Pacientes em choque cardiogénico ou com instabilidade hemodinâmica.
Pacientes com FE <0,40, ICC ou arritmias ventriculares importantes. Pacientes com insuficiência cardíaca durante o episódio agudo, mesmo quando avaliações subsequentes demonstram uma FE >0,40.


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dott loiacono emilio alessio medico chirurgo medicina chirurgia estetica benessere dietologia sessuologia ecografie tabagismo smettere di fumare salti la colazione hai un maggior rischi 180x180 - Angiografia Coronária

Angiografia Coronária

Na AI/EMSSST a angiografia coronária com eventual revascularização cirúrgica ou percutânea admite-se integrada em duas abordagens alternativas, correntemente praticadas.
Estratégia invasiva, subdividida em dois grupos:
• Angiografia urgente, nos primeiros minutos ou horas após admissão – por sintomatologia isquémica intensa, instabilidade hemodinâmica ou arrítmica. Nestes pacientes a administração de inibidor Ilb/IIIa e de clopidogrel pode ser adiada ate angiografia.
• Angiografia precoce, mas não urgente, em todos os pacientes com AI/EMSí>
-Angiografia imediata, nas primeiras 12 horas após admissão.
– Angiografia deferida – entre as 12 e 48 horas após a admissão.
Estratégia conservadora – realizar angiografia coronária apenas nos pacientes com isquemia refratária à terapêutica farmacológica, naqueles em que foi induzida isquemia pré-alta e nos doentes considerados de alto risco por critérios clínicos (por exemplo, score de risco) ou pelos achados dos exames não invasivos (insuficiência cardíaca congestiva, disfunção ventricular esquerda importante – FE <0,40 taquicardia ventricular mantida, ICP ou cirurgia de revascularização miocárdica prévias, enfarte agudo prévio, alterações dinâmicas do segmento ST e da onda T, troponinas elevadas (e não apenas positivas), grande defeito da parede anterior ou múltiplos defeitos de perfusão). Atualmente, a estratégia de efetuar angiografia precoce, com subsequente revascularização, se indicada, tem ganho terreno, pelo que sugerimos cateterismo para todos os doentes, excetuando as mulheres de baixo risco e aqueles em que os dados de uma coronariografia prévia indiquem a impossibilidade de revascularização ou que possuam co-morbilidades particulares (por exemplo, neoplasia com esperança de vida 1 ano). Nos pacientes de baixo risco, com troponina negativa, selecionados para uma abordagem invasiva, além do AAS e do anticoagulante, deve ser prescrito um inibidor Ilb/IIIa ou o clopidogrel, antes da angiografia (upstream). Nos pacientes de alto risco, com troponina positiva, ambos devem ser administrados antes da angiografia.


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dott loiacono emilio alessio medico chirurgo medicina chirurgia estetica benessere dietologia sessuologia ecografie tabagismo smettere di fumare salti la colazione hai un maggior rischi 180x180 - Terapêutica Não Farmacológica (Angina Estável e Enfarto do Miocárdio)

Terapêutica Não Farmacológica (Angina Estável e Enfarto do Miocárdio)

Balão intra-aórtico – em pacientes sob terapêutica médica máxima com isquemia persistente ou descompensação hemodinâmica, a fim de estabilizar o doente e/ou diminuir o risco da angiografia coronária e eventual ICP.
ICP – a sua indicação é similar à da AE: presença de um território miocárdico em risco de média ou grande extensão e anatomia coronária favorável. Em caso de lesões múltiplas, dever-se-á adotar a estratégia de apenas dilatar a lesão considerada responsável pela síndrome isquémica aguda (culprit lesion); outras lesões poderão ser abordadas eletivamente num segundo tempo, se indicado.
Cirurgia de revascularização miocárdica – particularmente indicada em alguns subgrupos:
• Doença significativa do tronco comum – embora em casos selecionados este tipo de lesão possa ser abordado por ICP
• Doença coronária de três vasos com deficiente função ventricular esquerda (fração de ejeção – FE – <0,5) ou em diabéticos. • Doença coronária grave de um, dois ou três vasos com valvulopatia grave concomitante aórtica ou mitral.