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sonda nasogastrica1 180x180 - Indicações para alimentação entérica por sonda

Indicações para alimentação entérica por sonda

– Anorexia.
– Doenças neurológicas que não permitem alimentação oral.
– Doentes sob ventilação mecânica.
– Doentes médicos ou cirúrgicos graves com necessidades metabólicas elevadas
– Má-nutrição proteica ou calórico-proteica.
– Certas situações:
• Fístulas enterocutâneas – há relatos do maior benefício através de sonda colocada distalmente à fístula.
• Resseção intestinal extensa – o fornecimento de nutrientes por via intestinal favorece a adaptação intestinal.
• Doença de Crohn do intestino delgado.
Pancreatite aguda grave – considerada durante muito tempo indicação para NP, foi demonstrado que a dieta entérica, sobretudo por sonda jejunal, é bem tolerada, embora não esteja demonstrado o seu benefício relativamente à tradicional alimentação nasogástrica.

Febre falsa 1 180x180 - Sintomas Gerais (Complicações tromboembólicas)

Sintomas Gerais (Complicações tromboembólicas)

São vários os sintomas que sob esta epígrafe se poderiam incluir no contexto do doente oncológico: febre, anorexia e caquexia, fadiga, prurido, dor, náuseas e vómitos, alterações do trânsito intestinal, dispneia, efeitos neurocognitivos, edema e vários outros.

Para la humanización de la atención sanitaria los cuidados paliativos como modelo1 180x180 - Terapêuticas Específicas (Cuidados Paliativos)

Terapêuticas Específicas (Cuidados Paliativos)

Os princípios gerais do controlo sintomático salientam a necessidade de avaliar antes de tratar, definindo objectivos terapêuticos, informar com clareza o doente e sua família garantindo apoio emocional, monitorizar, rever e disponibilizar com fácil acesso todos os registos, promovendo o trabalho de equipa.
Os doentes com cancro avançado experimentam uma variedade de sintomas que vão desde a astenia, anorexia, dor, náusea, obstipação, sedação/confusão, dispneia, delírio, etc. A abordagem destas síndromes clínicas requer uma avaliação cuidadosa da sintomatologia de modo a obter um controlo eficaz dos sintomas.
É usada a ESAS (Edmonton symptom assessment system) para avaliação de nove sintomas relacionados com o cancro, monitorizando assim a dor, astenia, náusea, depressão, ansiedade, ritmo sono/vigília, apetite, sensação de bem-estar ou de conforto global, respiração. A gravidade no tempo da avaliação de cada sintoma vai desde 0 a 10, numa escala numérica onde o 0 é ausência do sintoma e 10 o pior possível.

l8 180x180 - Diagnóstico (Hipercalcemia)

Diagnóstico (Hipercalcemia)

A apresentação pode ir de formas assintomáticas até quadros mais graves de confusão ou coma em que é emergente o início da terapêutica. Várias manifestações podem ser encontradas: poliúria, anorexia, náusea, obstipação ou astenia; quadros mais avançados registam desidratação, insuficiência renal, alteração do estado de consciência. Não tratada, a hipercalcemia pode ser letal.


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Carcinoid cancer 180x180 - Síndrome de Pseudo-Cushing

Síndrome de Pseudo-Cushing

É causada por quadros depressivos, alcoolismo e perturbações do comportamento alimentar como a bulimia e a anorexia nervosa.
Estas situações podem levar a alterações do metabolismo dos glicocorticóides como elevação do cortisol urinário, perda do ritmo circadiano do cortisol e insuficiente supressão do cortisol pela dexametasona.
O melhor teste para diagnóstico diferencial da síndrome de Cushing com o pseudo-cushing é o teste de 2 dias com dexametasona 0,5 mg seguido de administração de CRH 2 horas após a última dose.
Na síndrome de Cushing verifica-se um cortisol >1,4 mg/dl (após a administração de CRH) e no pseudo-cushing <1,4 mg/dl.

RINS RENAIS 180x180 - Terapêutica substitutiva da função renal

Terapêutica substitutiva da função renal

Quando não é possível com medidas conservadoras controlar as alterações metabólicas resultantes da doença renal crónica (DRC), ou quando existem sintomas de intoxicação urémica (fadiga, anorexia, vómitos, dispneia, hemorragias…), é necessário iniciar uma terapêutica de substituição da função renal.
Em Portugal, nas últimas décadas, verificou-se um aumento do número e descentralização das unidades de tratamento, bem como um aumento dó número de doentes referenciados. Essa melhor acessibilidade levou não só ao aumento de doentes tratados, mas também a uma maior percentagem de doentes idosos ou portadores de outras patologias, nomeadamente com diabetes mellitus, doença cardíaca ou neoplasias. No final de 2008, existiam cerca de 14000 doentes submetidos a uma qualquer forma de tratamento de substituição da função renal; destes, cerca de 9000 faziam hemodiálise, 450 eram tratados por diálise peritoneal e 4500 tinham um transplante renal funcionante. Hoje em dia, qualquer médico, na sua consulta, ou no serviço de urgência, pode ser confrontado com um doente insuficiente renal submetido a TSFR (terapêutica substitutiva da função real), que associa à patologia convencional um conjunto de problemas clínicos muito específicos. Neste capítulo focamos alguns aspetos técnicos e clínicos indispensáveis para que um médico generalista possa colaborar de forma eficaz com o serviço de nefrologia, ou a unidade de diálise, na assistência destes doentes, nomeadamente numa primeira abordagem dos episódios agudos que possam ocorrer durante ou nos intervalos da terapêutica dialítica.