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101101210 180x180 - Clínica Relacionada Com o Défice Hormonal

Clínica Relacionada Com o Défice Hormonal

– Atraso da puberdade nos adolescentes.
– Oligomenorreia, amenorreia, infertilidade.
– Diminuição da libido.
– Atrofia da mama (não ocorre com hiperprolactinemia).
– Diminuição do volume testicular.
– Espermatogénese normal com diminuição do volume ejaculado.
– Diminuição do pêlo corporal e da força muscular.
– Estradiol em níveis de fase folicular.

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Rinite Atrófica

Metaplasia escamosa e atrofia da mucosa nasal de etiologia desconhecida. Manifesta-se por crostas fétidas persistentes nas fossas nasais. Preconiza-se irrigação com solução salina e em casos extremos redução do calibre das fossas nasais ou mesmo encerramento cirúrgico das fossas nasais.

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Paralisia Supranuclear Progressiva

—> Etiologia – lesão primária multifactorial que desencadeia atrofia progressiva dos núcleos subtalâmicos, mesencéfalo e protuberância.
—> Sintomatologia – além do parkinsonismo de predomínio axial, surge precocemente paralisia dos movimentos oculares verticais (o mais importante e precoce é a infradução), seguida de disfagia, disartria, disfonia e sinais piramidais.
—» Diagnóstico – a paralisia dos movimentos oculares verticais faz suspeitar do diagnóstico. A TC/RM pode mostrar em fases avançadas o “sinal do colibri”: atrofia pedúnculo-pôntica.
—> Terapêutica – ao contrário da MSA, a L-DOPA quase não tem eficácia (6%) e apenas no primeiro ano pós-diagnóstico. A amantadina (100 mg id até 100 mg tid) e a amitriptilina (10 mg id até 10 mg tid) podem melhorar a disfagia e até a marcha, mas apenas de forma ligeira. A terapêutica não farmacológica, nomeadamente a gastrostomia endoscópica percutânea, é fundamental para evitar o sofrimento e emaciação pela disfagia e a morte por pneumonia de aspiração, sendo a abordagem terapêutica isolada que mais pode melhorar a qualidade de vida do doente, se efetuada precocemente.

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Atrofia de Sistemas Múltiplos ou Atrofia Multissistémica (MSA)

—> Etiologia – a MSA inclui duas variantes: variante atrofia olivopontocerebelosa (MSA-OPCA); variante degenerescência nigro-estriada (MSA-SND).
—> Sintomatologia – MSA-OPCA: parkinsonismo com ataxia (da marcha, apendicular) e disartria em 97% dos casos. A disfagia, disautonomia e demência ocorrem tardiamente (5-10 anos). MSA-SND: parkinsonismo com grande predomínio de rigidez axial com quedas e compromisso disautonómico, em maior ou menor grau, como queixas iniciais.
– Diagnóstico – MSA-OPCA: a presença de sinais cerebelosos faz suspeitar do diagnóstico. A TC/RM revela atrofia acentuada da protuberância e cerebelo desde o segundo ano de doença. MSA-SND: a RM demonstra, tardiamente, deposição de metais pesados no estriado.
– Terapêutica – A L-DOPA tem eficácia ligeira a moderada no alívio do parkinsonismo, sobretudo da rigidez, durante 2-3 anos, em média. Na MSA-OPCA, e concretamente no tratamento da ataxia, têm sido usados outros medicamentos (L-5-HO-triptofano, buspirona, valproato de sódio) com resposta clínica medíocre. Na MSA-SND, a L-DOPA não melhora a marcha e pode até agravar a disautonomia, para a qual não existe terapêutica comprovada. Em casos pontuais há benefício ligeiro com a domperidona (de 10 a 60 mg tid) e com a fludrocortisona (de 0,1 a 0,6 mg/dia).