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Indicações para cirurgia (Fibrilhação Auricular)

A indicação é ditada pela classe funcional (NYHA) e área valvular (área = 1,5 cm2 ou = 1 cm2/m2 superfície corporal). A probabilidade de reparação da válvula em oposição à sua substituição pode também influenciar a precocidade da intervenção. Não existem contraindicações para a cirurgia na EM. A HTP, a insuficiência tricúspide ou mesmo a caquexia, sendo fatores de risco, não contraindicam a cirurgia. A terapêutica cirúrgica da EM passa pela reparação cirúrgica da válvula (valvuloplastia cirúrgica) ou pela substituição valvular mitral por prótese. Está indicada em pacientes:
Sintomáticos:
• Classe III-IV NYHA com EM com área <1,5 cm2), não considerados candidatos para VMP. • Classe II NYHA com EM moderada a grave, não considerados candidatos para VMP. Assintomáticos ou pouco sintomáticos (classe I-II da NYHA): • Com EM grave e hipertensão pulmonar >60 mmHg, não considerados candidatos para VMP.
É discutível a indicação para reparação cirúrgica nos doentes assintomáticos com EM moderada ou grave e tromboembolismo sistémico apesar de uma hipocoagulação correta.

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IC Refratária

Doentes que persistem em classe IV apesar de diagnóstico correto e terapêutica adequada.
Na ausência de contraindicações, incluir em programa de transplantação cardíaca.
Terapêutica otimizada da IC: até à transplantação cardíaca ou em vez desta (em doentes com contraindicação). A otimização terapêutica pressupõe a adaptação das doses dos fármacos administrados, preferencialmente vasodilatadores e diuréticos, orientada pela clínica ou, nas situações mais graves, refratárias à terapêutica convencional, pelos resultados da monitorização hemodinâmica invasiva.
Suporte inotrópico, balão intra-aórtico, assistência ventricular, hemofiltração e diálise: devem ser considerados como abordagem interina para posteriores tratamentos que possam beneficiar o doente.
Os opiáceos podem ser usados para aliviar os sintomas em doentes terminais.