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medicacoes utilizadas em pronto socorro 180x180 - Medicação  (Enfarto do Miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST)

Medicação (Enfarto do Miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST)

• O2 por sonda nasal a 2 L/minuto durante as primeiras 6 horas em todos os pacientes com um EAM não complicado. Por um período maior se:
– Dessaturação arterial (SaC>2 <90%). -Congestão pulmonar evidente. Nos casos de ICC (insuficiência cardíaca congestiva) grave, edema pulmonar ou complicação mecânica do EAM, a hipoxemia pode não ser corrigível apenas com O2 suplementar. Nestes casos existem duas alternativas: respiração com pressão positiva contínua ou intubação orotraqueal e ventilação mecânica. • Laxante diário. • AAS: - 160-325 mg por via oral desde o primeiro dia até indefinidamente; após a fase aguda, doses de 75 mg/dia são igualmente eficazes; administração e.v. (250-500 mg) em pacientes com náuseas severas, vómitos ou patologia gastrintestinal alta, incluindo doença ulcerosa hemorrágica. -Forma mastigável preferível na fase aguda. • Clopidogrel: - 600 mg seguido por 75 mg/dia se ICP. - 300 mg seguido por 75 mg/dia se fibrinólise e <75 anos. - 75 mg/dia (sem dose de carga) se fibrinólise e >75 anos.
– 75 mg/dia (sem dose de carga) se não reperfundido (ICP ou fibrinólise).
Bloqueantes, na ausência de contraindicações, logo que o paciente esteja estabilizado, independentemente de terapêutica fibrinolítica concomitante ou ICP primária. A via e.v. deve ser limitada aos pacientes com HTA ou taquidisrritmias (por exemplo, atenolol 5-10 mg e.v. seguido de 100 mg/dia oral ou metoprolol 15 mg e.v. seguido de 50 mg/2xdia oral durante um dia e depois 100 mg/2xdia). A via e.v. não deve ser considerada se:
-Sinais de insuficiência cardíaca.
– Evidência de baixo débito.
– Risco aumentado de choque cardiogénico: idade >70 anos; PAS<120 mmHg; FC 10 ou <60 bpm. -Outras contraindicações relativas para (3-bloqueante (PQ >0,24″, BAV de segundo ou terceiro grau, DPOC).
Não devem ser utilizados se o EAM foi precipitado pelo uso de cocaína, pois podem exacerbar o espasmo.
• Nitratos sublinguais no máximo de 3 tomas, de 5-5 minutos, findas as quais se deve ponderar a necessidade de introduzir nitroglicerina/DNI e.v. A via e.v. está particularmente indicada nas primeiras 24-48 horas em pacientes com EAM e ICC, enfarte anterior extenso, isquemia persistente ou hipertensão. A nitroglicerina é preferível na administração e.v. por ter uma semivida menor. Uso prolongado (>48 horas) em pacientes com angina recorrente ou congestão pulmonar persistente.
Não deve ser utilizada em pacientes com PAS <90 mmHg, com descida >30 mmHg relativamente ao seu valor basal, bradicardia <50 bpm, taquicardia >100 bpm e na virtual totalidade dos pacientes com enfarte do ventrículo direito; estão também contraindicados nos pacientes que tenham tomado um inibididor da fosfodiesterase para disfunção eréctil nas 24 horas anteriores (48 horas no caso do tadalafil).
Os nitratos não devem ser utilizados se a hipotensão daí resultante limitar a
administração dc P-bloqueantes, cujo benefício é muito superior;
Analgesia:
– Reperfusão, constitui a medida fundamental, passível de corrigir simultaneamente
a causa e o efeito, quer seja química (trombólise) ou mecânica (ICP). O balão
intra-aórtico constitui uma medida adicional, habitualmente de recurso, a essas
duas formas dc reperfusão. Com esta premissa – que a reperfusão tão célere
quanto possível é o objectivo primordial do tratamento do EAM, e por conse-
quência da dor – outras medidas são também importantes no alívio da dor.
– Terapêutica convencional:
– Sulfato de morfina 4-8 mg, com incrementos de 2-8 mg cada 5-15 minutos; alguns pacientes necessitam de doses da ordem dos 25-30 mg. Atenção a: hipotensão – pode ser necessário suspender os nitratos e.v. se se utilizarem altas doses de morfina; depressão vcntilatória – naloxona 0,4 mg e.v. em intervalos de 3 minutos, máximo 3 doses; náuseas e vómitos: metoclopramida 5-10 mg e.v.
– Se houver agitação e delírio, haloperidol e.v.
– Se houver abstinência nicotínica, ansiolíticos.
– o2.
– Nitratos.
– bloqueantes.
Estatina (por exemplo, simvastatina 40 mg à noite), independentemente do nível de colesterol LDL.
Manter, através dc suplementos orais ou e.v., níveis de K+>4.0 mEq/L e Mg2 >2,0 mEq/L.
Descontinuar, se aplicável, inibidores da COX-2 ou outros AINEs, com exceção do AAS.
Não indicados:
—> Uso, por rotina, de ansiolíticos.
—> Repouso prolongado no leito (>24 horas) em pacientes estáveis e sem complicações.
Se não houver história prévia de enfarte, dor isquémica persistente. ICC, hipotensão, bloqueio cardíaco ou arritmias ventriculares com repercussão hemodinâmica, a transferência do doente da unidade de cuidados intensivos pode ser feita tão precocemente quanto às 48 horas após sua admissão (ver “Farmacoterapia no EAM”).

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Factores de Risco (Avaliação Pré-Operatória)

Factores de risco
—> São factores de risco major:
• Síndrome coronária instável;
• Insuficiência cardíaca congestiva descompensada;
• Arritmias não controladas;
• Lesão valvular severa.
—> São factores de risco intermédio:
• Insuficiência coronária estável;
• EM (enfarte do miocárdio) prévio;
• Insuficiência cardíaca congestiva compensada;
• Diabetes;
• Insuficiência renal.

Antibabypille 180x180 - Patologias em que os Contraceptivos com Progestagénio Isolado são mais apropriados

Patologias em que os Contraceptivos com Progestagénio Isolado são mais apropriados

— Enxaquecas, especialmente as que apresentam sinais neurológicos focais.
— Mulheres com mais de 35 anos, fumadoras ou obesas.
— História de doença tromboembólica.
— Hipertensa com doença vascular ou com mais de 35 anos.
— Lúpus eritematoso sistémico com doença vascular, nefrite ou anticorpos antifosfolípidos.
— Hipertrigliceridemia.
— Doença coronária.
— Insuficiência cardíaca congestiva.
— Doença cerebrovascular.

1863612 2548396 180x180 - Bloqueantes

Bloqueantes

– Bloqueantes – propranolol (doses diárias de 40-240 mg/dia, divididas em 2 a 3 tomas ou em toma única de libertação lenta), metoprolol (50-200 mg/dia), bisoprolol (5-10 mg/dia). Há menor evidência sobre a eficácia do atenolol e do timolol.
Estão contra-indicados nos indivíduos com asma, insuficiência cardíaca congestiva, bradicardia, perturbações da condução cardíaca e nos diabéticos insulinodependentes (mascararam os sintomas da hipoglicemia). Durante a sua introdução dever-se-ão controlar a tensão arterial e a frequência cardíaca. Os seus principais efeitos adversos são o cansaço, vasoconstrição periférica, broncospasmo, hipotensão, bradicardia, alterações do trânsito intestinal, impotência, insónia e pesadelos.

Grazi0534 180x180 - Terapêutica

Terapêutica

A instituição de uma terapêutica precoce e correta diminui a morbilidade na etiologia de natureza benigna e melhora a qualidade de vida dos doentes com derrame neoplásico.
O tratamento primário dos transudados é dirigido à causa subjacente. A correta instituição de terapêutica médica conduz habitualmente à reabsorção do derrame (por exemplo, instituição de diuréticos na insuficiência cardíaca congestiva).
Os exsudados implicam normalmente uma abordagem sistémica dirigida à patologia desencadeante, e uma abordagem local com intervenção a nível pleural. O tratamento da pneumonia (com antibioterapia), envolvimento pleural neoplásico (com quimiorradioterapia) e tromboembolismo pulmonar (com anticoagulação), principais causas de derrame exsudativo, obedece às normas de orientação clínica preconizadas para cada patologia. Da mesma forma, a terapêutica local deve ser ajustada às características do derrame e necessidades individuais.

shutterstock 98587517 180x180 - Fisiopatologia e Clínica  (Prolapso da Válvula  Mitral)

Fisiopatologia e Clínica (Prolapso da Válvula Mitral)

Na maioria dos pacientes, a síndrome do prolapso da válvula mitral (PVM) tem um prognóstico benigno. Noutros, quando o envolvimento mixomatoso da válvula mitral é severo, a progressão gradual da IM pode resultar em dilatação progressiva da AE e do VE, cujo resultado final se traduz em falência cardíaca. Clinicamente podem existir palpitações (arritmias supraventriculares, ventriculares), precordialgias atípicas, lipotimias, ansiedade, insuficiência cardíaca congestiva, endocardite infeciosa, ou episódios embólicos cerebrais ou periféricos.