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Fármacos a evitar na IC

  • Antiarrítmicos da classe I.
  • Bloqueadores dos canais de cálcio (verapamil, diltiazem, dihidropiridinas de 1ª geração)
  • AINEs.
  • Corticóides.
  • Antidepressivos tricíclicos e sais de lítio. Antiarrítmicos.
raloxifeno-oral

Terapêutica tópica (Eczemas de Causa Externa)

É suficiente na maioria das situações de eczema.
• Os corticosteróides são os fármacos de eleição. Na fase aguda devem ser utilizado em creme, sendo aconselhável começar por corticóides mais potentes, por períodos que não ultrapassem, em regra, os 7-10 dias (a aplicação lxdia é suficiente), passando, de seguida, a corticóides de grupos menos potentes ou a aplicações mais intervaladas (2-3xsemana), alternando com cremes emolientes. Este cuidado deve ser redobrado quando se trata de eczemas na face ou em crianças. Nas situações menos agudas, em que predomina a descamação e fissuração, como sucede por exemplo nas dermites secas das mãos, torna-se aconselhável o recurso a tópicos com maior teor de gordura, como são as pomadas (emulsões A/O), as quais devem ser aplicadas à noite, mantendo a utilização de emolientes durante o dia.
• Os antibióticos tópicos têm indicação, em associação ou alternância com os corticóides, quando houver evidência ou suspeita de infecção secundária. Poderá útilizar-se o fusidato de sódio, a bacitracina, mas convém evitar a neomicina, pela elevada capacidade de sensibilização deste antibiótico.
Os imunomoduladores tópicos (inibidores da calcineurina) – tacrolimus e pimecrolimus – podem ser utilizados, sobretudo em fase subaguda ou crónica, por exemplo nos eczemas das mãos. Na nossa experiência, contudo, têm-se mostrado de menor utilidade que no EA.
Os anti-histamínicos, por razões já expostas (ver “Eczema Atópico”), não têm interesse nem indicação na terapêutica tópica do eczema.

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Tratamento (Metástases Ósseas)

– Analgesia – o controlo da dor deve ser imediato podendo incluir os três escalões analgésicos. O uso de AINEs e corticóides está frequentemente indicado.
– RT – é usada para o controlo de dor (irradiando-se o segmento ósseo sintomático) ou com a intenção de prevenir uma eventual fractura óssea. Em cerca de 85% dos casos verifica-se pelo menos alguma melhoria da dor e em 50% dos casos um controlo completo; a resposta é rápida (1 a 2 semanas), não sendo previsível obter mais benefício se ele não se registar até às 6 semanas.
– Quimioterapia ou hormonoterapia – o controlo da evolução das metástases e dos sintomas passa pelo uso de terapêutica sistémica dirigida à doença neoplásica: quimioterapia e/ou hormonoterapia (nos casos do carcinoma da mama e da próstata; respostas duradouras obtêm-se com este último tipo de terapêutica).
– Bisfosfonatos – são um recurso terapêutico regularmente utilizado no controlo analgésico, na prevenção/redução de eventos ósseos (fracturas, dor, necessidade de RT). Se o seu uso é consensual nos casos de mieloma múltiplo ou de carcinoma da mama. já o seu lugar na calendarização terapêutica é mais difícil de determinar noutras patologias; de qualquer forma, em praticamente todas elas está demonstrada a sua utilidade. Com esta finalidade, estão actualmente disponíveis os seguintes bisfosfonatos: clodronato, ibandronato, pamidronato e ácido zoledrónico.
– Radioisótopos – a terapêutica com radioisótopos (estrôncio ou samário) é pontual, reservando-se habitualmente para a falência de outras terapêuticas.
– Cirurgia – a indicação de terapêutica cirúrgica é muito pontual quer para ressecção da lesão com intenção “curativa” (situações excepcionais em que a lesão óssea é única e em que não se identificam outras metástases noutros órgãos; depende também do tipo de neoplasia), quer para prevenção de complicações como é o caso de determinadas lesões da coluna vertebral que provocam instabilidade desta ou em lesões líticas com risco de fractura eminente em ossos de sustentação, como é o caso do fémur).

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Terapêutica (Vasculites)

As vasculites sistémicas são situações graves e potencialmente fatais. O diagnóstico precoce e a instituição atempada de uma terapêutica correta são essenciais de forma a evitar lesões irreversíveis. Em caso de suspeita clínica de vasculite, os doentes devem ser referenciados com urgência a centros com experiência no diagnóstico e tratamento destas situações.
As terapêuticas são individualizadas de acordo com o tipo de vasculite e sua gravidade clínica, mas no geral passam por corticóides em altas doses associados ou não a imunossupressores.

Arterite de Takayasu Figura 2 180x180 - Arterite de Takayasu (Vasculites)

Arterite de Takayasu (Vasculites)

– Arterite de Takayasu – a terapêutica preconizada são os corticóides na dose inicial de 1 mg/kg/dia durante 1-3 meses, reduzindo posteriormente a dose. Nas situações de resistência aos corticóides, ou quando há efeitos secundários importantes, podem associar-se imunossupressores (metotrexato de preferência). O controlo da hipertensão arterial é fundamental. No caso de existirem estenoses significativas pode-se recorrer à cirurgia de revascularização.

Se nao tratada dor no ombro pode gerar lesoes graves 180x180 - Tratamento (Ombro Senil Hemorrágico)

Tratamento (Ombro Senil Hemorrágico)

A terapêutica desta entidade é sintomática, sendo a artrocentese seguida da injeção intra-articular de corticóides e os AINEs orais os tratamentos de eleição. O ombro deve manter-se em repouso, na fase aguda, podendo o calor local ter um efeito benéfico.
A fisioterapia é fundamental para manter o normal arco de movimento da articulação e fortalecer os músculos periarticulares.

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Corticóides (Espondilartrites)

—> Corticóides – os corticóides para aplicação local revestem-se de particular importância em múltiplos aspetos da terapêutica. Um exemplo disto é a infiltração das sacroilíacas com controlo fluoroscópico nas situações de lombalgias baixas, severas, de ritmo inflamatório, resistentes à terapêutica AINEs (ou em doentes com contra-indicações para AINEs). Este procedimento tem-se mostrado eficaz e seguro, com bons resultados a 1 mês, de 81%. Os estudos que efetuaram avaliações a 3 e 6 meses mostraram eficácias boas mas inferiores de 62 e de 58%, respetivamente. As infiltrações das interapofisárias posteriores, costovertebrais, manúbrio-esternais e costosternal representam, a nível axial, indicações adicionais, bem como a nível periférico as situações de artrite, dactilite e entesite. Chama-se, no entanto, a atenção para as situações de tendinite aquiliana, entesopatia particularmente frequente neste grupo de doenças, como já referido, em que este tipo de abordagem está contra-indicado pelo elevado risco de rutura existente. Outros produtos, como o ácido ósmico e os isótopos radioativos, podem ser também utilizados nas infiltrações, à semelhança do que se passa na artrite reumatóide. Uma nota final para o grande interesse na utilização de corticóides tópicos, acompanhados de midriáticos na resolução de uveítes, ou de forma episódica como complemento da terapêutica da psoríase cutânea.
Os corticóides por via sistémica, se não apresentam grande interesse nas formas de envolvimento axial, poderão ser úteis no envolvimento periférico em doses baixas de 5-10 mg.

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Síndrome de Cogan (Vasculites)

-> Síndrome de Cogan – os corticóides tópicos e os midriáticos são geralmente suficientes para tratar a queratite intersticial, a episclerite e a esclerite. No caso de envolvimento ocular mais grave, são usados corticóides orais isoladamente ou em associação com imunossupressores. Nos doentes com perda de audição, utilizam-se os corticóides orais na dose de 1 mg/kg/dia durante 2-4 semanas com redução posterior da dose.


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Terapêutica Médica

Têm elevada prevalência (80-90%) em fase avançada da doença. As medidas farmacológicas utilizadas nesta síndrome incluem desde corticóides, psicoestimulantes (metilfenidato), acetato de megestrol.
A utilização das epoietinas em doentes com anemia <10 g/dl mostrou ser de relevância na melhoria da qualidade de vida em doentes com prognóstico vital superior a 2 meses.

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Corticóides no Pós-Operatório

Os doentes a fazerem corticoterapia por mais de 3 semanas em doses superiores a 5 mg/dia, ou com hábito cushingóide, devem receber 100 mg de hidrocortisona e.v. (ou 20 mg de metilprednisolona) na indução anestésica, que pode ser repetida 6 a 8 horas depois, com desmame rápido para a dose diária basal do doente em 1 a 2 dias. No doente crítico, no caso de cirurgia emergente, manter a hidrocortisona 100 mg 8/8 horas até haver estabilização hemodinâmica.