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inibidores de agregacao plaquetaria oral 1024x1024 180x180 - Inibidores plaquetários

Inibidores plaquetários

O objetivo da terapêutica cardiovascular com inibidores plaquetários é impedir a ativação e agregação plaquetárias que levam à sua aderência a áreas de endotélio lesado ou de material endovascular (como os stents coronários). Os mecanismos descritos são um passo fundamental no processo de formação de trombos no sistema arterial.
Descrevem-se de seguida as indicações mais importantes para terapêutica com inibidores plaquetários em cardiologia, bem como os fármacos e doses utilizados com maior frequência.

gr1 180x180 - Re-hemorragia (Hemorragia Subaracnoideia)

Re-hemorragia (Hemorragia Subaracnoideia)

— A re-hemorragia, muitas vezes fatal, só é evitável com o tratamento definitivo do aneurisma, que consiste na sua exclusão da circulação sistémica, por via cirúrgica (colocação de clip metálico no colo do aneurisma) ou endovascular (colocação de espiras – coils – no interior do saco aneurismático). Os estudos comparativos destas duas modalidades de tratamento mostraram um menor risco de complicações na terapêutica endovascular relativamente à cirurgia, apesar da eficácia em proteger o doente contra novas hemorragias ser ligeiramente menor e o risco de recanalização do aneurisma ser maior nas técnicas endovasculares. A decisão da técnica a usar deverá ter em conta a localização e forma do aneurisma, a experiência e disponibilidade das equipas. Aneurismas em certas localizações são preferencialmente tratados por uma das técnicas (por exemplo, em aneurismas da artéria basilar preferencialmente é usada a terapia endovascular, nos da artéria cerebral média a terapêutica cirúrgica). Para prevenir a re-hemorragia, o tratamento do aneurisma deve ser realizado o mais precocemente possível. Nos doentes em má condição médica ou neurológica ou com vasospasmo severo poderá ser necessário realizar um tratamento tardio.

EB4E3 180x180 - Prevenção Secundária

Prevenção Secundária

O risco de recorrência após um AIT (9%/90 dias) ou AVC (6 a 9%/ano) varia de acordo com a idade, os fatores de risco vascular, o tipo de AVC e o tempo decorrido desde o AIT/AVC, sendo máximo nos primeiros dias e meses que a ele se seguem e decrescendo progressivamente ao longo do tempo. A prevenção secundária do AVC compreende o controlo dos fatores de risco, terapêutica antitrombótica e, em certos casos, a remoção cirúrgica ou endovascular de estenoses arteriais severas.


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W47404B 03 1200 1200 Modelo AirSim Advanced com Arvore Bronquica 180x180 - Definições

Definições

—> SIRS – resposta inflamatória generalizada caracterizada pela presença de pelo menos dois dos seguintes parâmetros:
• Temperatura >38 °C ou <36 °C. • Frequência cardíaca >90/minuto.
• Frequência respiratória >20/minuto ou PCO2 <32 mmHg. • Leucócitos >12000/mm3 ou <4000/mm3. —> Sépsis – resposta inflamatória a infeção, isto é, SIRS em presença de infeção comprovada por microbiologia.
—> Sépsis grave – sépsis associada a falência de pelo menos um órgão.
—> Choque séptico – sépsis acompanhada de hipotensão (tensão arterial sistólica <90 mmHg ou queda de 40 mmHg em relação à pressão basal, após reposição da volemia julgada apropriada) e sinais de hipoperfusão tissular (oligúria, acidose láctica-alteração aguda do estado de consciência, li vedo ou vasoconstrição cutânea...); —> MODS – a falência multiorgânica é a situação extrema do espectro de gravidade iniciado na sépsis/SIRS. Os critérios de definição de falência dos vários órgãos não têm aceitação universal, o autor usa como indicadores:
– Falência cardiovascular-hipotensão com sistólica <90 mmHg, após preenchimento apropriado do território endovascular avaliado pela pressão venosa central ou pressão encravada da artéria pulmonar, necessitando de pelo menos um fármaco vasoconstritor em perfusão contínua. - Falência respiratória - doente em ventilação mecânica ou doente com infiltrados pulmonares bilaterais associados a um rácio PaO2/FiO2 <300. - Falência renal: oligúria <500 ml/24 horas ou creatinina >2,5 mg/dl, na ausência de insuficiência renal crónica conhecida.
– Insuficiência hepática – bilirrubina >2 mg/dl associada a valores de AST/AL>2 vezes o normal.
– Falência gastrintestinal – hemorragia digestiva requerendo transfusão ou impossibilidade de alimentação entérica.
– Falência neurológica – Glasgow Coma Score <14. - Falência hematológica/medular - plaquetas <20000/m3 ou leucócitos <1000/m3. O número de órgãos em falência é determinante para o prognóstico, piorando a mortalidade 20 a 30% por cada novo órgão em falência. O prognóstico da sépsis e MODS é fortemente influenciado por fatores predeterminados que não podemos alterar, como a idade, agressividade e controlo da resposta inflamatória, que sabemos ser determinado geneticamente, co-morbilidades anteriores ao início da sépsis e imunocompetência do hospedeiro. No entanto, existem condicionantes, prognósticos fundamentais em que podemos intervir como a deteção e diagnóstico causal precoce, a rápida ressuscitação hemodinâmica e respiratória e uma terapêutica anti-infecciosa adequada, sempre que possível orientada por isolamentos bacteriológicos.