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ted engenheiro cardiaco large 180x180 - Fisiopatologia e Clínica (Estenose Valvular Mitral)

Fisiopatologia e Clínica (Estenose Valvular Mitral)

A clínica e fisiopatologia da EM resultam do gradiente de pressão entre a aurícula esquerda e o VE, secundária à redução da área valvular. Este gradiente está dependente do volume de ejeção, da duração da diástole e da pressão telediastólica do VE. As queixas dominantes relacionam-se com a congestão pulmonar e são a dispneia de esforço, a ortopneia e por vezes o edema pulmonar agudo. Sintomas de cansaço fácil e de falência cardíaca direita sugerem gravidade na EM e/ou HTP (hipertensão pulmonar) severa. A FA ocorre com frequência nos casos com maior duração e em relação com as dimensões da aurícula, determinando não só agravamento da classe funcional, por perda da contração auricular, irregularidade do ritmo e da frequência, como agrava em muito o risco tromboembólico.
O diagnóstico de EM deve ser efectuado com base na avaliação clínica, ECG e raio X do tórax, mas o ecocardiograma 2D-Doppler (incluindo transesofágico) e eventualmente a PE são os exames de escolha pela informação morfológica e hemodinâmica que nos facultam. Classifica-se a EM em:
—> Ligeira – área >1,5 cm2, gradiente médio <5 mmHg. —> Moderada – área entre 1 e 1,5 cm2, gradiente médio >5 mmHg.
—» Grave – área <1 cm2. Os doentes assintomáticos com EM ligeira, moderada ou grave devem ser avaliados respetivamente todos os 2 anos, 1 ano e semestralmente, e serem alertados para o eventual aparecimento de sintomas. Muitos pacientes com EM em classe I ou II da NYHA (New York Heart Association) podem ser seguidos medicamente, aconselhados a evitar esforços físicos e a reduzir a ingestão de sódio. Uma vez que surjam sintomas moderados/graves (classe II ou III e IV NYHA), os doentes devem ser observados com ECG, raio X do tórax, eco-Doppler e eventual cateterismo cardíaco (caso de discrepância ou necessidade de avaliação das coronárias) e a decisão deve ser individualizada tendo em atenção os seguintes fatores: —> Área valvular mitral, o gradiente médio transvalvular e a existência ou não de hipertensão pulmonar em repouso ou durante o esforço.
Relação existente entre o grau de incapacidade e a obstrução valvular.
Existência de complicações, nomeadamente embólicas.
Risco da terapêutica (cirurgia/valvuloplastia mitral percutânea).
Assim, se nos doentes com EM moderada a grave (área=l,5 cm2 ou <1 cm2/m2, respetivamente) apesar da terapêutica médica otimizada, os sintomas forem incapacitantes, deve-se ponderar a VMP (valvuloplastia mitral percutânea com balão) e a terapêutica cirúrgica.

Equipe-Cirurgia-Geral

Norma de Actuação (Avaliação Pré-Operatória)

— Uma cirurgia emergente é para ser efectuada no imediato, os factores de risco enunciados devem ser manejados durante o acto e no pós-operatório.
— A presença de qualquer um dos factores de risco major pré-cirurgia electiva deve motivar o adiamento indispensável ao controlo dessa situação.
— Em presença de dois dos factores de risco intermédios, para uma cirurgia electiva considerada de risco elevado, deve, se possível, executar-se um “teste de esforço”.

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DIAGNÓSTICO (Fibrose Pulmonar Idiopática)

Consiste na demonstro histológica da UIP por BPC, na ausência de outra causa conhecida para ILD. Num doente imunocompetente pode aceitar-se o diagnóstico, pela presença de quatro critérios major e pelo menos três minor:
— Critérios major:
Exclusão de causas conhecidas de ILD.
Alteração restritiva e compromisso nas trocas gasosas em repouso ou no esforço e diminuição da DLCO.
TC de alta resolução com opacidades bi-basilares reticulares e vidro despolido mínimo.
BPTB ou LBA (lavado broncoalveolar) sem demonstração de outra etiologia
– Critérios minor:
• Idade >50 anos.
• Início insidioso e sem outra explicação para dispneia de esforço.
• Duração da doença >3 meses.
• Fervores crepitantes bi-basilares.

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Laringite Crónica

Mais frequente no sexo feminino, está geralmente associada a esforço vocal, má colocação da voz, tabaco, álcool ou sinusite crónica. Manifesta-se por disfonia de agravamento progressivo ao longo do dia e sensação de corpo estranho na orofaringe. Devem corrigir-se os factores precipitantes e aconselhar repouso vocal e terapia da fala.

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FUNÇÃO RESPIRATÓRIA (Fibrose Pulmonar Idiopática)

É comum uma síndrome restritiva de agravamento progressivo com diminuição da capacidade vital e da capacidade pulmonar total. A DLCO está frequentemente diminuída ainda antes da perda de volumes pulmonares. A gasometria pode estar normal em repouso, mas com hipoxemia significativa no esforço.

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Terapêutica da DPOC Estável – broncodilatadores

Os broncodilatadores são considerados fármacos fundamentais no tratamento da DPOC sintomática. Mesmo apesar da fraca reversibilidade da obstrução brônquica, eles melhoram o esvaziamento pulmonar, reduzem a insuflação e aumentam o desempenho durante o esforço.
Sobre a terapêutica broncodilatadora em geral, salienta-se:
– Preferência pela terapêutica inalada – MDI (metered dose inhaler) com ou sem uso de câmara expansora e DPI (dry powder inhaler).
– Importância de uma técnica inalatória correta – ensino e monitorização.
– Maior conveniência e eficácia de broncodilatadores de longa acção – formoterol, salmeterol, tiotrópio.
– Vantagem na adição de dois inaladores em relação ao aumento da dose de um deles
– aumento de eficácia e redução do risco de efeitos secundários.