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APEF 20081011052133 varizes do esofago 180x180 - Gastropatia Hipertensiva Portal (GHP)

Gastropatia Hipertensiva Portal (GHP)

– Corpo e fundo, padrão em mosaico ou “pele de cobra” (não específico) e manchas vermelhas (mais grave), mais em doentes com DHC avançada, com varizes esofágicas e que já tenham feito LE/esclerose; 3% dos casos apresentam-se com HDA aguda, 15% com sangramento crónico.
– Octoreótido (ou terlipressina) na HDA aguda; bloqueantes e ferro na hemorragia crónica; em casos graves, se transplante não possível, considerar TIPS ou shunt porto-cava cirúrgico.


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Diagnóstico (Anemia da Doença Crónica)

—> Geralmente anemia normocítica e normocrómica com sideremia baixa, transferrina normal a baixa e ferritina normal a alta.
—> A eritropoietina geralmente não contribui para diagnóstico, mas valores médios (<200 unidades/ml) sugerem benefício com eritropoietina. —> Mielograma com estudo do ferro pode ser fundamental por excluir outras causas.

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Tratamento (Anemia de Doença Renal Crónica)

– Indicado em doentes em hemodiálise ou pré-diálise, com anemia sintomática.
– Pode ser feito com eritropoietina ou darbepoietina, via e.v. ou s.c.
– Resposta dependente de aporte de ferro (mesmo com ferritina normal, o efeito é potenciado pela infusão de ferro).
– Eritropoietina – dose de 50 a 150 U/kg/3xsemana.
– Darbepoietina – dose de 0,45 mcg/kg/semana.
– Resposta obtida na maior parte dos doentes em 8-12 semanas (hematócrito >32%).
– Reacções adversas aos agentes estimuladores de eritropoiese raras, mas é necessário vigiar a hipertensão e raramente podem ocorrer convulsões.

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Tratamento (Anemia da Doença Crónica)

O tratamento da causa subjacente é o essencial.
—> Em doentes seleccionados, com base nos níveis de eritropoietina, o seu uso pode estar indicado.
—> A suplementação com ferro pode ser necessária.

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Anemia da Doença Crónica

Trata-se de um conjunto de anemias associadas a processos inflamatórios, infecciosos, neoplásicos e auto-imunes, de longa duração, e por vezes também aos seus tratamentos; os mecanismos envolvidos vão da diminuição da absorção de ferro à sequestração de ferro no sistema mononuclear fagocítico, a défice relativo de eritropoietina e à redução do tempo de vida média dos eritrócitos.

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Tratamento (Talassemias)

A talassemia minor não deve ser considerada como patologia, nem é causa de sintomas (se existem, há que procurar outras causas); não exige tratamento nem vigilância.
Só indicado nas formas graves e dependentes de transfusão (talassemia intermédia ou major) e pode incluir suporte transfusional de concentrado eritrocitário, quelantes de ferro em caso de hemossiderose transfusional, esplenectomia e transplante medular alogénico; estes casos devem ser tratados em serviços de hematologia.


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Glóbulos vermelhos 180x180 - Diagnóstico (Talassemias)

Diagnóstico (Talassemias)

– Na talassemia minor há habitualmente poliglobulia microcítica – Hb cerca de 11 g/dl, VGM de 55 a 75, RDW <15; o estudo do ferro é normal (nota: na presença de ferropenia o diagnóstico de talassemia baseado na quantificação da Hb A2 pode ser impossível até à correcção dos níveis de ferro). - O diagnóstico de P-talassemia faz-se com electroforese de hemoglobina e doseamento de Hb A2 e Hb F - na oe-talassemia minor, Hb A2 deve ser >3,5%.
– O diagnóstico de cc-talassemia exige análise de genes de globina.

Glóbulos vermelhos 180x180 - Tratamento (Anemia Ferropénica)

Tratamento (Anemia Ferropénica)

—> Tratar a causa quando possível.
O objectivo do tratamento é resolver a anemia e repor depósitos do organismo.
Ferro oral – indicado sempre como tratamento de 1.ª linha:
• Princípios gerais – tratamento prolongado (4 a 6 meses como tempo mínimo), dose adequada (no 1.° mês doses iguais ou superiores a 200 mg de ferro elementar por dia), paragem só após confirmação de depósitos de ferro adequados (ferritina normal); ingestão de ferro deve ser feita com estômago vazio (a presença de alimentos no estômago pode reduzir em cerca de 2/3 a absorção de ferro).
• O preparado de ferro actualmente mais recomendado é o complexo hidróxido férrico-polimaltose; os comprimidos contêm 100 mg de ferro elementar, devem ser mastigados e engolidos com água; em alternativa sulfato ferroso – existem comprimidos de dosagem variada mas que contêm 80 a 100 mg de ferro elementar.
—» Ferro parentérico – em casos seleccionados, se houver intolerância a ferro oral, gastrectomia prévia, doença intestinal com mal-absorção (só disponível em meio hospitalar). O ferro por via parentérica obriga a cálculo da dose teórica a administrar, para evitar sobrecarga de ferro. Raramente há reacções alérgicas e anafilaxia:
Por via i.m., 100 mg por dose (ferro dextrano de baixo peso molecular) – mas nem sempre bem tolerado e com hiperpigmentação marcada nas áreas de injecção.
Por via e.v. com ferro dextrano de baixo peso molecular (possibilidade de infusão de dose total, dose máxima 20 mg/kg) ou óxido de ferro sacarose em dose máxima de 400 a 500 mg por infusão; com qualquer dos fármacos é obrigatória a vigilância apertada em meio hospitalar e a infusão lenta ao longo de 2 a 6 horas (dependendo de dose).
Cálculo de dose de ferro a administrar (Hb teórica-Hb actual)x200 (mulher) ou 250 (homem)+500 ou 1000 (se perdas continuadas).

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Sobrecarga de Ferro

Depende do número de unidades de concentrado eritrocitário recebido. Se a patologia do doente indica que vai ter que receber múltiplas transfusões, como sucede em talassemia, drepanocitose e outras, deve ser considerada, concomitantemente, terapêutica com quelantes do ferro para evitar hemossiderose associada à transfusão.

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Fatores de risco – Anemia

Devemos intervir na anemia normocítica, característica da DRC, quando a hemoglobina desce abaixo dos 10 g/dl, não ultrapassando nesta correcção os 11,5 a 12 g/dl. Utilizamos estimulantes da eritropoiese por via subcutânea, com a vida média mais prolongada, como a eritropoetina-a ou P 50 a 100 U/kg s.c. 2xsemana (uma nova forma pegilada da epo-(3 permite administração mensal), ou a darbopoetina 0,5 a 1 Hg/kg s.c. quinzenal ou mensal. Uma vez iniciado o estimulante da eritropoiese, avaliar as reservas de ferro; para valores de ferritina inferiores a 100 mg/dl, a suplementação com ferro reduz as necessidades de ESA (erithroid stimulating agent), sugerindo-se pela sua comodidade a dose única de 1000 mg de ferro dextrano e.v. administrado ao longo de 4 a 6 horas sob supervisão hospitalar. O ferro oral é, em geral, ineficaz e mal tolerado.