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Clínica (Meningite)

Febre, rigidez da nuca e alterações do estado de consciência constituem a tríade clássica de sintomas associados à MAB, embora nem sempre estejam todos presentes no momento da apresentação do doente. As cefaleias são também um achado importante e precoce, sendo holocranianas, de carácter pulsátil e. geralmente, muito intensas, e podendo associar-se a outros sinais de hipertensão intracraniana, tais como vómitos incoercíveis, em jacto e sem náuseas associadas, e fotofobia.
O quadro clínico é particularmente consistente no caso da meningite pneumocócica, podendo ser mais fruste e de desenvolvimento mais rápido no caso do meningococo.
– A rigidez da nuca é manifestada pela incapacidade de juntar o queixo ao peito, quer activamente, quer na pesquisa passiva, que deve ser feita, preferencialmente, através da tentativa de flexão anterior (e não de rotação lateral) da nuca.
– O sinal de Brudzinsky manifesta-se por flexão instintiva dos joelhos à tentativa de flexão da nuca.
– O sinal de Kernig, mais difícil de pesquisar em adultos, manifesta-se por dificuldade em manter os joelhos em extensão aquando da flexão dos membros inferiores ao nível da anca.
Podem ocorrer crises convulsivas no contexto da meningite, mas a sua presença deve fazer suspeitar de envolvimento encefálico concomitante. A presença de sinais de sofrimento do tronco cerebral é característica das meningites por listeria (romboencefalite).
A presença de exantema petequial deve ser sistematicamente pesquisada, sendo fortemente sugestiva de meningite no contexto de sépsis meningocócica. O despiste de focos de infecção ORL deve ser considerado, particularmente nos casos de etiologia pneumocócica.

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Exercício físico (Osteoporose)

– Exercício físico:
• A prática regular de exercício físico deve ser implementada. Embora qualquer tipo de exercício físico seja benéfico, as atividades executadas em carga têm maior ação ao nível da manutenção da massa óssea.
Nos indivíduos com OP grave, o exercício deve ser cuidadosamente prescrito, devendo ser evitados exercícios com flexão do tronco e de alto impacto.
Nos idosos com risco de queda, a prática de tai-chi revelou-se uma medida eficaz para reduzir esse risco, através da melhoria do equilíbrio e da postura.
O exercício mínimo recomendado para todos é um período de marcha acelerada de 30 minutos diários.

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TRATAMENTO (Bursite Isquioglútea)

A injeção local com corticosteróide, tendo cuidado na abordagem pelo risco de lesão do nervo ciático, pode aliviar a dor. A resolução pode demorar meses.
Devem ser ensinados exercícios de flexão das ancas, levando os joelhos à face anterior da região torácica, em cima de uma superfície almofadada.

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Tratamento (Síndrome do Túnel Cárpico)

Para casos mais ligeiros, a terapêutica médica é suficiente. Consiste na eliminação de fatores desencadeantes ou agravantes, muitos deles de origem profissional, repouso relativo, evitando movimentos repetitivos dos punhos. A utilização de talas de repouso mantendo o punho em extensão de 10°, pelo menos à noite e sempre que possível, é uma medida extremamente útil. Os AINEs sistémicos e os analgésicos podem aliviar a dor. Se estas medidas não forem suficientes, pode recorrer-se à injeção local com corticosteróides do canal cárpico, com o máximo cuidado para não injetar o nervo mediano. A melhoria pode ser definitiva ou transitória, evitando muitas vezes o recurso à cirurgia.
Se a causa for profissional, devem ser consideradas modificações ergonómicas no local de trabalho, como o uso de suportes para teclado e antebraço ou o ajuste da altura do teclado do computador, para os profissionais de informática. Devem ser evitadas posições de flexão mantida do punho.
A cirurgia consiste na descompressão do canal cárpico por secção do ligamento transverso do carpo. As indicações são os seguintes:
– Fraqueza e atrofias musculares da eminência tenar.
– Hipostesia permanente no território do nervo mediano.
– Evolução da sintomatologia durante mais de 2 anos.
– Ausência de melhoria após a 3.a infiltração local quando objetivado pelo estudo da velocidade de condução nervosa sensitiva.

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Tratamento (Contratura de Dupuytren)

Os doentes com doença de menor gravidade devem executar movimentos contrariados de hiperextensão passiva dos dedos envolvidos e evitar pegar em instrumentos com força, utilizando para esse fim, quando possível, uma proteção almofadada para a palma da mão.
Pode recorrer-se à infiltração local intra-aponevrótica com corticóide e anestésico se houver dor incomodativa, ou na perspetiva de controlar ou atrasar o processo evolutivo.
O tratamento cirúrgico só deve ser considerado em fases mais avançadas, em que há flexão significativa dos dedos com impotência funcional, uma vez que a taxa de recidivas é elevada.