Artigos


Warning: DOMDocument::loadHTML(): htmlParseStartTag: invalid element name in Entity, line: 1 in /home/medicina/public_html/wp-content/plugins/wpex-auto-link-titles-master/wpex-auto-link-titles.php on line 30
Dieta das Proteinas 180x180 - Dietas Elementares/Semi-Elementares

Dietas Elementares/Semi-Elementares

As dietas elementares contêm aminoácidos livres e polímeros de glicose com baixo teor de gorduras (<23% das calorias são TG), enquanto as dietas semi-elementares contêm proteínas parcialmente hidrolisadas (oligopéptidos), dipéptidos, tripéptidos e aminoácidos, e são mais ricas em TCM (relação de TCM/TG aumentada). Como os dipéptidos e tripéptidos são mais facilmente absorvidos do que os aminoácidos ou proteínas intactas, podem ser benéficos em doentes com patologia intestinal com má-absorção.

Gestational diabetes kit 180x180 - Alterações Metabólicas da Diabetes mellitus tipo 1

Alterações Metabólicas da Diabetes mellitus tipo 1

Na ausência de insulina, os tecidos alvo como o fígado, tecido adiposo e o músculo não conseguem captar nutrientes, mas continuam a entregar aminoácidos, glicose e ácidos gordos.
A hiperglicemia na DM tipo 1 é devida principalmente ao aumento da produção de glicose pelo fígado (neoglucogénese), que não é inibido pela insulina e pela diminuição da captação periférica (défice de insulina e insulinorresistência).
O aumento das hormonas contra-reguladoras (glucagon) e o défice de insulina levam à produção de ácidos gordos não esterificados (cetogénese), que por sua vez agrava a insulinorresistência.
Finalmente verifica-se um balanço nitrogenado negativo e perda de tecido muscular devido a neoglucogénese.

insulinoterapia londrina 180x180 - Insulinoterapia na diabetes tipo 2

Insulinoterapia na diabetes tipo 2

As causas mais comuns para se iniciar insulinoterapia na DM tipo 2 são:
Falência da terapêutica com ADO.
Sinais e sintomas espoliativos.
—> Cetoacidose espontânea.
Pode-se iniciar-se com:
Insulina lenta 1 x dia (de manhã ou ao deitar).
A insulina endógena cobre as refeições. Este esquema, embora não recomendado para a DM tipo 1 pode ser eficaz na DM tipo 2 já que muitos doentes possuem insulina residual.
Raramente é eficaz para se atingir os objectivos do tratamento.
Insulina lenta 1 x dia associada a sulfonilureias ou metformina às refeições.
Pode reduzir a síntese de glicose pelo fígado, que é uma das principais causas de hiperglicemia na diabetes DM tipo 2.
-» Duas ou mais administrações ao dia de mistura de insulina (por exemplo: Mixtard 30, Humalog mix 25).
Normalmente utiliza-se 60% da dose de manhã (antes do pequeno-almoço) e 40% antes do jantar.
Pode levar a um aumento de peso considerável.

metfor10 180x180 - Biguanidas

Biguanidas

— Metformina (Stagid 700 mg, Glucophage 500 mg; Risidon 850 e 1000 mg).
A metformina inibe a neoglucogénese, diminui a absorção gástrica de glicose e aumenta a captação de glicose pelo fígado e pelos tecidos periféricos, o que permite uma redução de 1,4% da HbA1c sem que haja uma sobrecarga para as reservas (já diminuídas) de insulina endógena. Não é metabolizada e é excretada inalterada pelo rim.
Além disso, diminui triglicéridos entre 10 a 20%, aumenta 10% o HDL e melhora a função endotelial e a fibrinólise.
A sua utilização leva a uma redução significativa das complicações microvasculares e da mortalidade global.
Está indicada na DM tipo 2, particularmente em indivíduos obesos e em associação com as sulfonilureias, glitazonas e com a insulina.
As contra-indicações da utilização de metformina são a insuficiência renal (creatinina plasmática >1,5 mg/dl), hepática, doença pulmonar, ICC, infecção grave, história de acidose láctica, utilização de contraste com iodo.
A hipoglicemia não ocorre quando se utiliza em doses terapêuticas, e os efeitos secundários mais comuns são os gastrintestinais que ocorrem em cerca de 20% dos doentes com diarreia, vómitos, flatulência e anorexia. Deve-se iniciar em baixas doses, após as refeições.
A acidose láctica, embora rara (1 caso em 100000 doentes), é frequentemente fatal e ocorre principalmente em doente com insuficiência renal.


Warning: DOMDocument::loadHTML(): htmlParseStartTag: invalid element name in Entity, line: 2 in /home/medicina/public_html/wp-content/plugins/wpex-auto-link-titles-master/wpex-auto-link-titles.php on line 30
obesa 180x180 - Obesidade e síndrome metabólica (Doença Cardiovascular Aterosclerótica)

Obesidade e síndrome metabólica (Doença Cardiovascular Aterosclerótica)

A obesidade, sobretudo a gordura visceral abdominal, está associada ao risco metabólico e CV, condicionando um aumento da morbilidade e mortalidade total e CV. A perda de peso está recomendada aos obesos, com índice de massa corporal (IMC) >30 kg/m2 e para os que têm excesso de peso, com IMC >25 kg/m2. A medida do perímetro abdominal dá-nos informação adicional sobre o risco CV.
A síndrome metabólica, segundo a Federação Internacional de Diabetes (IDF), pode ser definida desde 2005 para a população europeia pela presença de obesidade central (perímetro abdominal >94 cm no homem e >80 cm na mulher) e pelo menos dois dos seguintes critérios: 1) intolerância à glicose ou diabetes mellitus; 2) pressão arterial sistólica >130 mmHg e/ou PA diastólica >80 mmHg ou HTA tratada; 3) hipertrigliceridemia 150 mg/dl, ou hipertrigliceridemia tratada; 4) colesterol HDL <40 mg/dl no homem e <50 mg/dl na mulher, ou tratamento para este distúrbio lipídico. Para a perda de peso e redução do perímetro abdominal sugere-se ajuda profissional num Programa adequado de modificação nutricional e de exercício físico. A redução do peso corporal permite obter redução da pressão arterial, colesterol total e glicemia e um aumento do colesterol HDL.