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Risco de mortalidade é maior entre diabéticos que se tratam com sulfonilureia dreamstime 180x180 - Tratamento (Síndrome de Lise Tumoral)

Tratamento (Síndrome de Lise Tumoral)

Nos casos de tumores de “risco” passa por medidas preventivas com hidratação adequada, alcalinização e uso de alopurinol (se possível, iniciar 48 horas da quimioterapia).
Nos casos em que a síndrome está já estabelecida, pode-se recorrer (além das medidas referidas sobre prevenção) à rasburicase (inibidor da xantina oxidase) que reverte em horas a hiperuricemia. Deve-se ainda corrigir cada uma das alterações metabólicas associadas, já referidas.

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Amigdalite Aguda

Infecção das amígdalas palatinas, mais frequente nas crianças, geralmente causada por Streptococcus ou de origem viral. Manifesta-se por odinofagia, recusa alimentar, otalgia reflexa, febre e adenopatias. Repouso, hidratação, antibioterapia (penicilina, amoxicilina + ácido clavulânico, cefalosporinas) e analgesia geralmente resolvem o quadro.

dolor piedras riñon renales calculos sin cirugia minima invasiva guadalajara 180x180 - Renograma com Prova Diurética

Renograma com Prova Diurética

Cada vez mais utilizado na avaliação da uropatia obstrutiva, em vez da urografia, devido à menor radiação, e menor nefrotoxicidade. Os agentes mais utilizados são o MAG3 (marcador tubular) e o DTPA (marcador glomerular).
O MAG3 é o radiofármaco de escolha para o estudo da obstrução. A capacidade do rim gerar um fluxo urinário induzido pelo diurético, suficiente para detetar obstrução depende da clearance de creatinina e do estado de hidratação do doente; além destes, outros fatores podem influenciar o resultado do exame, como a compliance e o volume do aparelho excretor, a presença (ou não) de algália na bexiga, o radiofármaco e a dose de diurético utilizada.


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img como detectar a diabetes 1 em criancas 2914 orig 180x180 - Tratamento (Cetoacidose Diabética)

Tratamento (Cetoacidose Diabética)

Hidratação com solução salina isotónica, 1 L/hora nas primeiras 3 horas (6-10 L nas primeiras 24 horas).
Insulina em perfusão (5-10 U/horas).
Reposição de potássio e bicarbonato, 100 mmol, dado numa solução isotónica se pH <7,0.

aminossalicilato de sodio oral 1024x835 180x180 - Tratamento (Isosporiose)

Tratamento (Isosporiose)

Deve ser dada atenção particular à hidratação e nutrição dos doentes. O diagnóstico de isosporiose impõe o início de TARV, tão precocemente quanto a situação clínica (diarreia) e a tolerância do doente o permitirem, no sentido de melhorar a probabilidade de erradicação dos oocistos e de reduzir o risco de recidivas.
—> Esquema preferencial – co-trimoxazol, 960 mg 6/6 horas p.o. durante 10 dias.
—> Esquemas alternativos:
• Pirimetamina 75 mg/dia, p.o., associada ao ácido folínico, 15 mg/dia, p.o., durante 3-4 semanas.
• Ciprofloxacina 500 mg/2xdia p.o., durante 7 dias.

Doencas cardiacas cardiovasculares sintomas sinais coracao prevenir causas diagnostico tratamento coronarias causas congenita cardiacas tipos ait acidente isquemico transitorio medicamentos remedios 1 180x180 - Tratamento (Microsporidiose)

Tratamento (Microsporidiose)

Deve ser dada atenção particular às necessidades de hidratação e nutrição dos doentes.
Tal como para a criptosporidiose, a instituição de TARV é essencial para o controlo das manifestações clínicas e deve ser instituída precocemente, embora possa não ser suficiente para erradicar o estado de portador. A infecção intestinal por E. bieneusi pode responder ao tratamento com albendazol, 400 mg/2xdia, p.o., durante pelo menos 4 semanas (a duração ideal do tratamento não está estabelecida, podendo ser benéfico manter a medicação até à recuperação da função imunitária do doente). Embora o albendazol não seja eficaz in vivo contra E. intestinalis, deve-se tentar o tratamento nestes doentes, uma vez que não estão estabelecidas alternativas aceitáveis. O albendazol deve também ser o tratamento inicial para as infecções encefálicas ou disseminadas por Trachi-pleistophora spp. Nas infecções intra-oculares por esse agente, está recomendada a utilização de fumagilina em colírio (70 mg/ml), eventualmente associada ao albendazol sistémico. De notar que o albendazol não deve ser utilizado durante a gravidez.


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Tratamento (Criptosporidiose)

Deve ser dada atenção particular às necessidades de hidratação e nutrição dos doentes.
A abordagem terapêutica essencial da criptosporidiose baseia-se na melhoria da função imunitária por intermédio de TARV correctamente instituída, tanto mais que qualquer das terapêuticas medicamentosas específicas se associa a níveis elevados de falência em doentes com imunodepressão grave, uma vez que a erradicação dos oocistos raramente é observada nestes doentes.
– Esquema preferencial – nitazoxanida, 1000 mg 12/12 horas p.o., durante pelo menos 14 dias. A taxa de resposta clínica em doentes com contagens de CD4 <50 células/mm3 é quase nula. - Esquemas alternativos - paromomicina, 25-25 mg/kg/dia em 2-4 tomas, p.o., duração não inferior a 21 dias. Embora estejam disponíveis resultados de estudos com paromomicina e azitromicina, separados ou em combinação, a taxa de resposta clínica é extremamente baixa.

como funcionan los antibioticos 1 0 180x180 - Tratamento (Drepanocitose)

Tratamento (Drepanocitose)

– De fundo – manutenção de hidratação adequada sempre e evicção de situações de hipoxia; ácido fólico, 1 mg oral/dia (em Portugal, comprimidos têm 5 mg); vacinação anual antigripal; vacinação antipneumocócica de 5 em 5 anos; nos casos de adultos em que há crises frequentes, deve ser considerada a terapêutica com hidroxiureia na dose de 15 a 35 mg/kg/dia – leva ao aumento de níveis de Hb F e reduz (em cerca de 50%) a incidência de crises vaso-oclusivas e dolorosas; em casos muito seleccionados, pode recorrer-se à transplantação alogénica.
– Das crises – hidratação adequada, tratamento de infecções, transfusão para corrigir anemia e reduzir percentagem de Hb S (essencial em AVC e síndrome torácica aguda), analgesia (com morfina e deriivados, em ambiente hospitalar); esplenectomia e colecistectomia ocasionalmente podem estar indicadas (em todos os actos cirúrgicos e na gravidez, fazer regime trainsfusional com objectivo de manter Hb >10 g/dl e reduzir percentagem de Hb S).

cropped cuidados paliativos05 180x180 - Diarreia (Cuidados Paliativos)

Diarreia (Cuidados Paliativos)

Embora não seja um sintoma de grande prevalência nos doentes em CP (7-10%), associa-se a efeito indesejável da quimioterapia (5-FU, irinotenano, docetaxel) e da RT pélvica que requer muitas vezes redução de intensidade de dose no tratamento. O tratamento sintomático passa por garantir a hidratação. A loperamida ou outros opióides como a morfina ou codeína podem ser usados para reduzir o número de dejecções. O octreótido, análogo da somatostatina, está indicado para a diarreia secretória intratável ou diarreia causada por tumor neuroendócrino.

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Tratamento (Hipercalcemia)

O tratamento depende da gravidade da hipercalcemia – ditada tanto pelo valor de cálcio sérico, como pelo quadro clínico.
—> Hidratação com soro fisiológico.
—> Furosemido.
—> Bisfosfonatos.
—> Corticóides.
Elevações moderadas (até 12 a 13 mg/dl) podem ser controladas com a administração de terapêutica dirigida à doença (quimioterapia, hormonoterapia), bisfosfonatos e reforço de hidratação. Valores mais elevados, especialmente se acompanhados de alterações do estado de consciência ou de insuficiência renal, carecem de intervenção mais urgente e intensiva: hidratação forçada com soro fisiológico, podendo associar-se terapêutica com diurético (furosemido); muito eficazes nesta situação são os bisfosfonatos (especialmente pamidronato e zoledronato), embora com tempo de 24-48 horas até obtenção de efeito máximo; eventualmente pode-se ainda associar corticóide.