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Tratamentos Emergentes (Síndrome do Intestino Irritável)

Uma melhor compreensão dos neurotransmissores das hormonas mediadoras da motilidade e sensibilidade tem levado a novas fórmulas terapêuticas. Dos componentes actualmente em investigação ressaltam os antagonistas dos receptores da colecistoquinina-A, da neurokinina 1 e 3, muscarínico M3, e dos agonistas dos receptores opióides K e alfa-2-adrenérgicos. O renzapride actua sobre receptores da serotonina. Estas novas substâncias podem reduzir a sensibilidade ou a motilidade intestinal.

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Tratamento (Doença de Graves)

-> O tratamento médico antitiroideus de síntese (ATS) como o propiltiuracilo (PTU) ou metibasol (MMI) inibe a síntese das hormonas tiroideias e diminui a resposta auto-imune.
O PTU em doses de 50 a 200 mg tid ou MMI em doses de 5 a 20 mg bid (doses maiores podem ser necessárias em doentes com tirotoxicose grave e bócios grandes), são bastante eficazes no tratamento do hipertiroidismo, com mais de 90% dos doentes a apresentarem controlo do hipertiroidismo ao fim de 6 semanas.
Tem como desvantagens tratar-se de um tratamento normalmente prolongado com uma taxa de recidiva de 60-70%.
Os efeitos secundários são pouco frequentes, podendo ocorrer hipotiroidismo quando se utiliza doses excessivas de ATS ou por tempo prolongado, agranulocitose em 1% dos doentes, rash cutâneo e mais raramente hepatotoxicidade ou colestase, artralgias e mialgias.
A terapêutica com Iodo apresenta uma taxa de recidiva bastante menor, com 10-20%. Pode ocorrer agravamento da oftalmopatia e hipotiroidismo em 30% dos doentes ao fim de 5 anos.
Normalmente a terapêutica com 131I controla a doença de Graves em 3 a 6 meses após a sua administração e está reservada a situações de recidiva da doença, doses de manutenção com ATS elevadas e bócios volumosos.
– Com a opção cirurgia, a maioria dos doentes fica em eutiroidismo. O risco de hipotiroidismo pós-cirúrgico varia entre 4-30% nas diferentes séries e a recorrência é pouco frequente.

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Tratamento (Hipopituitarismo)

Substituição de corticóides, de hormonas tiroideias e/ou gonadotropinas.

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Hipopituitarismo

Corresponde à diminuição da secreção de uma ou mais das hormonas hipofisárias e pode ser primária, isto é, decorrente de lesão hipofisária ou secundária a lesão do hipotálamo.
As hormonas mais frequentemente atingidas, em ordem decrescente, são as gonadotropinas, GH, TSH, ACTH e prolactina.

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Fisiopatologia (Doença de Graves)

Uma susceptibilidade genética para produzir auto-anticorpos antitiroideus associada, possivelmente, a um stress agudo ou infecção viral, leva a uma infiltração linfocitária não específica e à produção de anticorpo anti-receptor do TSH (TRAb).
Esta ligação do TRAb ao receptor de TSH leva ao aumento da produção e secreção de hormonas tiroideias com consequente hipertiroidismo.

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Fisiopatologia (DM tipo 1)

Verifica-se um défice absoluto ou relativo de insulina associado ao aumento das hormonas de contra-regulação (glucagon, catecolaminas e cortisol) que leva a hiperglicemia.
A activação da enzima lipase pela ausência de insulina leva a lipólise dos triglicéridos e ao aumento da produção de ácidos gordos não esterificados e consequente hipercetonemia.
Os corpos cetónicos, por sua vez, são ácidos orgânicos fortes que se dissociam completamente no pH fisiológico e geram uma quantidade equimolar de iões de hidrogénio, o que leva a acidose metabólica.
A glicosúria e a diurese osmótica dos corpos cetónicos promovem a desidratação e a acidose leva à depleção de potássio do interior das células, que é posteriormente eliminado na urina. Assim, existe diminuição do potássio total apesar de poder haver hipercaliemia.


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Diabetes Glucose Blood Monitor 180x180 - Diabetes mellitus tipo 2

Diabetes mellitus tipo 2

A DM tipo 2 caracteriza-se por uma combinação variável de insulinorresistência e de défice de insulina.
Este défice de insulina não é tão grave como na DM tipo 1 e a concentração de insulina permanece em níveis que impedem a lipólise excessiva e a cetoacidose.
O défice de insulina associado ao aumento das hormonas de contra-regulação em situações de stress podemos levar a níveis muito elevados de glicemia e coma hiperosmolar.
A DM tipo 2 corresponde a 85% de todos os doentes com diabetes e atinge cerca de 5 a 7% da população dos países ocidentais.
O risco de desenvolver a DM tipo 2 aumenta com idade, peso, ausência de actividade física e em doentes com HTA e dislipidemia.
De uma maneira geral, a insulinorresistência é considerada mais importante na DM tipo 2 do doente com IMC >26 (85% dos casos), enquanto que a diminuição da secreção de insulina é considerada predominante no doente com DM tipo 2 e IMC <26.