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Tratamento (Bursite Anserina)

O tratamento conservador passa pela utilização de AINEs, aplicação local de gelo e pelo repouso.
A reabilitação, nomeadamente a utilização dos ultra-sons, pode ajudar no tratamento.
Os exercícios de estiramento dos músculos da “pata de ganso” devem ser ensinados para realização diária.
A injeção com corticosteróides pode ser extremamente eficaz, no caso de não haver resposta às medidas anteriores, ou se a dor noturna ou em repouso for intensa.
Raramente há necessidade de recorrer à cirurgia.
Pode haver recidivas, sobretudo se a bursite anserina está associada à osteoartrose do joelho.

Se nao tratada dor no ombro pode gerar lesoes graves 180x180 - Tratamento (Ombro Senil Hemorrágico)

Tratamento (Ombro Senil Hemorrágico)

A terapêutica desta entidade é sintomática, sendo a artrocentese seguida da injeção intra-articular de corticóides e os AINEs orais os tratamentos de eleição. O ombro deve manter-se em repouso, na fase aguda, podendo o calor local ter um efeito benéfico.
A fisioterapia é fundamental para manter o normal arco de movimento da articulação e fortalecer os músculos periarticulares.

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Tratamento Endoscópico

A última década tem visto nascer um número variado de terapêuticas endoscópicas para o refluxo. Basicamente estas podem dividir-se em três grandes grupos: aplicação de radiofrequência (RF) no EEI; técnicas de sutura endoscópica e técnicas de injeção endoscópica no EEI.
O efeito de cada uma das técnicas parece ser diferente. Existem dois mecanismos possíveis que podem explicar o efeito terapêutico da RE O primeiro seria a diminuição das dimensões da junção gastresofágica (JGE) induzida pelo calor devido à retracção do colagénio desta zona a 65°, seguida de deposição de colagénio após as lesões induzidas pela agressão local, o que potenciaria o efeito inicial. Esta capacidade de neurólise da RF pode eliminar as fibras nervosas aferentes, provenientes da JGE, e responsáveis pelo arco neural dos relaxamentos transitórios do esfíncter esofágico inferior (RTEEI), que, como se sabe, é o evento fisiopatológico dominante na doença do refluxo. Neste contexto a terapêutica com RF reduz o número de RTEEI em doentes com refluxo patológico. Para além disso, esta neurólise poderia, igualmente, comprometer as vias aferentes responsáveis pelos sintomas major da doença, nomeadamente a pirose. As técnicas de sutura e injeção atuam primariamente pela diminuição das dimensões da JGE e pela diminuição do número de RTEEI.
Os estudos estão limitados a doentes com esofagites ligeiras ou sem esofagite e pequenas hérnias do hiato, com boa resposta aos IBP.
Apesar do entusiasmo inicial por estas técnicas, os resultados não têm sido animadores.
A RF e as técnicas de injeção são as que apresentam melhores resultados ao fim de 1-2 anos com 50-70% dos doentes fora da terapêutica com IBP. As técnicas de sutura parecem apresentar resultados piores, sendo inferior o número de doentes que pararam a medicação ao fim de 2 anos. Apesar destas formas de tratamento melhorarem a qualidade de vida, os sintomas, e reduzirem o consumo de IBP, a pressão do EEI mantém-se constante e são menos de 30% os doentes que melhoraram ou normalizaram as pHmetrias patológicas iniciais antes de serem submetidos a esta forma de tratamento. Apesar de estas técnicas serem, na sua grande maioria, feitas em regime de ambulatório e com complicações mínimas, existem relatos de hemorragia, dor, perfurações e até mesmo morte.
Parece claro que a terapêutica endoscópica da doença do refluxo mantém-se a um nível experimental, tem uma relação custo-benefício discutível, uma eficácia a longo prazo questionável e deve ser reservada a ensaios clínicos com doentes que pretendam, com riscos pequenos, abandonar/reduzir durante um período de tempo, ainda por definir, a terapêutica médica.
Última nota para dizer que muitas das técnicas são abandonadas ao fim de algum tempo (1-5 anos), sendo substituídas por variantes, sempre em busca de uma mais eficaz. Neste momento a técnica mais em voga é uma forma de sutura, o esophyx, cujos resultados iniciais parecem ser mais promissores que as suas antecedentes. Em última análise, esta forma de terapêutica tem muitas limitações, mas pelo menos parece abrir o caminho de um futuro que certamente já não é tão distante como se imaginava num passado recente.

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Tratamento (Neurinoma de Morton)

A utilização de ortóteses plantares apropriadas com barra metatársica retrocapital e a utilização de calçado adequado são extremamente úteis. A injeção local de uma mistura de corticosteróide e anestésico pode levar à cura.
Quando o tratamento conservador falha, recorre-se à cirurgia. A remoção do neurinoma pode deixar sequelas com défice da sensibilidade. Outros métodos de tratamento não traumático para o nervo incluem a libertação do ligamento transverso e neurólise epineural do nervo interdigital.

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Tratamento (Síndrome do Túnel do Tarso)

O tratamento conservador não é geralmente muito eficaz. A injeção local com corticosteróide, os AINEs sistémicos e a utilização de ortóteses são algumas das armas terapêuticas de que dispomos, mas nenhuma tem revelado eficácia de forma consistente.
A descompressão cirúrgica deve ser realizada na ausência de resultados com a terapêutica conservadora.

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Tratamento ( Fasceíte Plantar)

Devem ser eliminados os fatores desencadeantes ou agravantes, de entre os quais se destacam pela sua importância: a correção de eventuais anomalias da estática dos pés, a redução do peso, o tratamento das doenças reumáticas associadas, a utilização de calçado apropriado, com sola mole e flexível. Devem ser prescritos plantares com talonete mole em mousse compressível.
O repouso, a utilização de AINEs e a injeção local com uma mistura de corticosteroide e anestésico podem ser extremamente úteis no tratamento. A aplicação de gelo local também pode aliviar os sintomas.
A reabilitação com a utilização de meios físicos e o ensino de exercícios como os de estiramento dos músculos posteriores da perna (ver atrás) e a realização de movimentos circulares da tibiotársica, podem auxiliar no tratamento das situações crónicas.
A remoção cirúrgica das exostoses plantares não parece induzir melhoria.

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Tratamento (Tendinite e Bursite Aquiliana)

A terapêutica da tendinite aquiliana deve ser iniciada pela eliminação de fatores desencadeantes ou agravantes como a remoção dos fatores traumáticos locais, a correção de eventuais alterações da estática, pelo uso de plantares apropriados, e pelo repouso.
O alívio da dor pode ser conseguido pela utilização de AINEs por via sistémica e local.
A injeção local com corticosteróide só deverá ser feita sob controlo ecográfico, pelo perigo de rutura do tendão de Aquiles.
No caso de bursite aquiliana o procedimento é similar.
Devem ser ensinados exercícios de estiramento dos músculos posteriores da perna e da fáscia plantar (na posição de sentado com os joelhos em extensão, coloque uma banda elástica em torno do pé, puxando o antepé em direção ao joelho; esta posição deve ser mantida durante 10-30 segundos; deve repetir-se cinco vezes por sessão, com duas sessões por dia).
A reabilitação, nomeadamente a utilização de meios físicos, pode ser extremamente útil.
O uso de plantares com elevação posterior, almofadando e elevando o calcanhar, pode aliviar a dor, sobretudo em desportistas (corredores).

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Tratamento do Quisto de Baker

O tratamento do quisto de Baker não complicado passa pela aspiração do conteúdo do quisto e/ou da cavidade articular do joelho e eventual injeção local do quisto e/ou articulação com corticosteróide. O uso de ligadura elástica de contenção pode ajudar.
Devem ser ensinados exercícios de contração isométrica do quadricípite e exercícios de estiramento dos músculos posteriores da perna.
Nos casos em que houve rutura do quisto, deve ser feito repouso no leito, aplicação de gelo local e elevação do membro inferior afetado. Os AINEs sistémicos e a injeção intra-articular com corticosteróide aceleram a resolução das queixas, nomeadamente da dor.
Com a melhoria sintomática, pode iniciar-se a mobilização de forma gradual.
Deve tratar-se a patologia coexistente.

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Tratamento (Meralgia Parestésica)

O tratamento começa pela eliminação de fatores agravantes, como a perda de peso, a eliminação de traumatismos profissionais e a prevenção da pressão externa sobre a região inguinal por roupas ou cintos.
OS AINElS ou a injeção local com corticosteróide e lidocaína podem ser úteis.
O tratamento cirúrgico de descompressão pode ser tentado quando a dor é intratável, mas os resultados não são habitualmente satisfatórios.

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TRATAMENTO (Bursite Isquioglútea)

A injeção local com corticosteróide, tendo cuidado na abordagem pelo risco de lesão do nervo ciático, pode aliviar a dor. A resolução pode demorar meses.
Devem ser ensinados exercícios de flexão das ancas, levando os joelhos à face anterior da região torácica, em cima de uma superfície almofadada.