Artigos

medicamentos para controlar la diabetes 180x180 - Meglitinidas

Meglitinidas

Formam uma ligação ao receptor das sulfonilureias e restauram a primeira fase de secreção de insulina (rápida); possuem um início de acção rápido e semivida curta e devem ser administradas imediatamente antes das refeições em 3 tomas ao dia.

medicacao para a diabetes tipo 2 2014 02 28 15 59 25 180x180 - Glitazonas

Glitazonas

Rosiglitazona (Avandia 4 e 8 mg) e pioglitazona (Actos 15,30 mg).
Provoca um aumento da sensibilidade a insulina no músculo, tecido adiposo e fígado com uma redução da HbA1c entre 0,5 e 1,4%. Além disso, reduz a tensão arterial, a hiperplasia da íntima das coronárias e a microalbuminúria.
Os efeitos secundários mais frequentes são o aumento ponderal semelhante às sulfonilureias, edema e retenção hídrica (em doente com ICC grau III/IV) e possivelmente aumento do risco de fracturas.
Podem ser utilizadas em associação com as sulfonilureias e metformina.

diabetes 1 180x180 - Diabetes mellitus

Diabetes mellitus

A diabetes mellitus (DM) define-se como síndrome metabólica que cursa com hiperglicemia e défice relativo ou absoluto de insulina, ou grupo de doenças metabólicas caracterizadas por hiperglicemia e que resulta do défice de secreção, actuação ou ambas.

Gestational diabetes kit 180x180 - Alterações Metabólicas da Diabetes mellitus tipo 1

Alterações Metabólicas da Diabetes mellitus tipo 1

Na ausência de insulina, os tecidos alvo como o fígado, tecido adiposo e o músculo não conseguem captar nutrientes, mas continuam a entregar aminoácidos, glicose e ácidos gordos.
A hiperglicemia na DM tipo 1 é devida principalmente ao aumento da produção de glicose pelo fígado (neoglucogénese), que não é inibido pela insulina e pela diminuição da captação periférica (défice de insulina e insulinorresistência).
O aumento das hormonas contra-reguladoras (glucagon) e o défice de insulina levam à produção de ácidos gordos não esterificados (cetogénese), que por sua vez agrava a insulinorresistência.
Finalmente verifica-se um balanço nitrogenado negativo e perda de tecido muscular devido a neoglucogénese.


Warning: DOMDocument::loadHTML(): htmlParseStartTag: invalid element name in Entity, line: 3 in /home/medicina/public_html/wp-content/plugins/wpex-auto-link-titles-master/wpex-auto-link-titles.php on line 30
img como detectar a diabetes 1 em criancas 2914 orig 180x180 - Tratamento (Cetoacidose Diabética)

Tratamento (Cetoacidose Diabética)

Hidratação com solução salina isotónica, 1 L/hora nas primeiras 3 horas (6-10 L nas primeiras 24 horas).
Insulina em perfusão (5-10 U/horas).
Reposição de potássio e bicarbonato, 100 mmol, dado numa solução isotónica se pH <7,0.


Warning: DOMDocument::loadHTML(): htmlParseStartTag: invalid element name in Entity, line: 6 in /home/medicina/public_html/wp-content/plugins/wpex-auto-link-titles-master/wpex-auto-link-titles.php on line 30
blutzucker1 g 3 1 180x180 - Cirurgia no Doente Diabético

Cirurgia no Doente Diabético

Internar e acamar um diabético, só por si, piora o controlo das glicemias. A hiperglicemia não controlada agrava o risco de infecção no pós-operatório e a mortalidade do doente crítico.
Na diabetes tipo 1 – manter a dose basal de insulina no pré-operatório; quando o doente inicia o jejum, controlar glicemias capilares nunca menos de que 4 em 4 horas; iniciar perfusão de dextrose em água a 5% a 20cc/hora quando a glicemia for inferior a 150 mg/dl e mantê-las entte 110 e 180 mg/dl com administração de insulina de acção rápida conforme as glicemias.
Como protocolo, se a glicemia for inferior a 110 mg/dl deve aumentar-se a infusão de dextrose para 50cc/hora e repetir passado uma hora; se a glicemia for de 110 a 160 mg/dl, não alterar a terapêutica; se a glicemia for entre 160 e 220 mg/dl, administrar 6U de insulina s.c; se for de 220 a 280 mg/dl, 10U, se >280 mg/dl, 14U e repitir a glicemia uma hora depois.
Em doentes mais lábeis, ou nos que ficarão mais de 24 horas na UCI, devemos utilizar perfusão contínua de insulina, colocando 50U numa seringa infusora de 50cc, iniciando a infusão a 0,2U/kg/hora e ajustando o ritmo de infusão para cc/hora=glicemia mg/dl/100, passando os controlos de glicemia capilar para 2/2 horas.
Na diabetes tipo 2 – o doente não deverá fazer os seus antidiabéticos orais no dia da cirurgia (no caso da metformina, se possível 48 horas antes); a partir do momento em que inicia o jejum, faz controlos de glicemia capilar 4 em 4 horas e repete o protocolo de insulina intermitente já descrito na diabetes tipo 1. Em doentes mais lábeis, ou nos que ficarão mais de 24 horas na UCI, devemos utilizar perfusão contínua de insulina, no mesmo protocolo já descrito.
Assim o valor alvo no pós-operatório para o doente na UCI será uma glicemia <110 mg/dl, para os outros menor que 180 mg/dl.

tipos de diabetes 180x180 - Clínica (Coma Hiperosmolar Não Cetótico)

Clínica (Coma Hiperosmolar Não Cetótico)

Os sintomas normalmente desenvolvem-se insidiosamente com poliúria, polidipsia, que podem estar presentes semanas antes do diagnóstico e que evoluem para desidratação e hipotensão e eventualmente alteração do estado de consciência. Frequentemente pode-se identificar um factor precipitante como infecções respiratórias ou urinárias.
A mortalidade é de 33% por episódio.
O tratamento com insulina, reposição hídrica, electrolítica e dos factores precipitantes é semelhante ao da cetoacidose.

diabetes 7 180x180 - Fisiopatologia (DM tipo 1)

Fisiopatologia (DM tipo 1)

Verifica-se um défice absoluto ou relativo de insulina associado ao aumento das hormonas de contra-regulação (glucagon, catecolaminas e cortisol) que leva a hiperglicemia.
A activação da enzima lipase pela ausência de insulina leva a lipólise dos triglicéridos e ao aumento da produção de ácidos gordos não esterificados e consequente hipercetonemia.
Os corpos cetónicos, por sua vez, são ácidos orgânicos fortes que se dissociam completamente no pH fisiológico e geram uma quantidade equimolar de iões de hidrogénio, o que leva a acidose metabólica.
A glicosúria e a diurese osmótica dos corpos cetónicos promovem a desidratação e a acidose leva à depleção de potássio do interior das células, que é posteriormente eliminado na urina. Assim, existe diminuição do potássio total apesar de poder haver hipercaliemia.


Warning: DOMDocument::loadHTML(): htmlParseStartTag: invalid element name in Entity, line: 3 in /home/medicina/public_html/wp-content/plugins/wpex-auto-link-titles-master/wpex-auto-link-titles.php on line 30
diabetes mellitus type 2 what is type 2 diabetes1020 x 1021 1214 kb png x 180x180 - Critérios de Diagnóstico (DM tipo 1)

Critérios de Diagnóstico (DM tipo 1)

—> DM grave, incontrolada e que necessita de tratamento de urgência com a administração de insulina e.v. e de correcção hidroelectrolítico.
—> Corpos cetónicos elevados.
—> Bicarbonato plasmático <15 mmol/L. Os factores precipitantes mais comuns são as infecções (28%), má utilização da insulina (13%) e doentes recém-diagnosticados (10%).

image7 180x180 - Cetoacidose diabética

Cetoacidose diabética

A cetoacidose é causada por uma deficiência absoluta ou relativa de insulina e verificam-se 1 a 5 episódios em 100 de DM tipo 1 por ano com uma mortalidade de 5-10%, principalmente em indivíduos idosos.