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Comprimidos 2 180x180 - Terapêutica (Pneumonia Intersticial Linfóide)

Terapêutica (Pneumonia Intersticial Linfóide)

A corticoterapia é a terapêutica de eleição. A evolução é variável, usualmente lenta e estável durante muito tempo.

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Epidemiologia (Pneumonia Intersticial Não Específica)

A idade média do aparecimento é entre os 40-50 anos. Ambos os sexos são igualmente atingidos. Não há aparente relação com tabaco.

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Pneumonia Intersticial Linfóide – LIP

Trata-se de uma manifestação rara da pneumonia intersticial, que é vista no contexto de outra doença autoimune, nomeadamente a síndrome de Sjõgren, imunodeficiência VIH, hipogamaglobulinemia. É considerada idiopática, quando não há nenhuma explicação para a sua ocorrência. O sexo feminino é mais atingido e a partir da 5ª década.

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Diagnóstico (Pneumonia Intersticial Não Específica)

É preciso diferenciar o quadro clínico da UIP, PH, COP, entre outras, impondo por isso o recurso à BPC.

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Clínica (Pneumonia Intersticial Não Específica)

Surge de modo gradual e insidioso na maior parte dos casos. Cansaço, perda ponderal, tosse seca e dispneia são comuns.

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Apresentação Clínica (Pneumocistose)

A pneumonia intersticial de apresentação subaguda e associada e hipoxemia mais ou menos grave (“pneumonia hipoxemiante”) é a forma de apresentação habitual da pneumocistose em doentes com infecção por VIH, embora estejam descritos casos de envolvimento extrapulmonar que pode ser observado em até 13% de doentes com PPJ em estudos de autópsia, quer ao nível dos gânglios linfáticos torácicos, quer de forma disseminada. Esta ocorrência é rara em doentes sob profilaxia sistémica, designadamente com cotrimoxazol pi. A dispneia de esforço, de agravamento progressivo e a taquipneia são achados clínicos característicos, sendo a febre geralmente baixa.
A hipoxemia em repouso é frequente e deve ser sistematicamente pesquisada nos casos suspeitos, tal como a elevação da DHL (>500 Ul/ml). Os achados radiológicos típicos incluem infiltrados intersticiais bilaterais, geralmente peri-hilares no início do quadro e tornando-se mais disseminados e homogéneos à medida que a doença progride. Outros achados radiológicos incluem pneumatocelo ou pneumotórax, derrame pleural e infiltrados apicais ou nodulares, podendo os aspectos observáveis na radiografia simples do tórax serem bastante discretos. Nestes casos, a TC do tórax pode ser útil ao revelar, com frequência, um aspecto em vidro despolido ou lesões quísticas.

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Diagnóstico (Pneumonia Intersticial Aguda)

Perante um quadro clínico compatível com ARDS, na ausência de uma etiologia demonstrável e a BPC com um padrão de lesão alveolar difusa (DAD).

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Radiologia (Pneumonia Intersticial Aguda)

Deteta-se vidro despolido difuso bilateral, áreas de consolidação e opacidades nodulares, com espessamentos dos septos e dos eixos broncovasculares. A presença das bronquiectasias de tração, e de áreas de pulmão em favo, torna-a distinta do ARDS e da COP.

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Clínica (Pneumonia Intersticial Aguda)

Idade média nos 56 anos. Ambos os sexos são atingidos. A apresentação é geralmente muito rápida, desenvolvendo-se em dias ou semanas. Caracteriza-se por ter muitas vezes manifestações iniciais de uma doença aguda viral. Posteriormente instala-se uma dispneia gradualmente mais acentuada e progredindo com falência respiratória.

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Pneumonia Intersticial Aguda – AIP

Descrita inicialmente por Hamman e Rich para caracterizar uma doença intersticial pulmonar rapidamente progressiva, muitas vezes referida como o ARDS idiopático, dado o seu carácter agudo, grave e sem etiologia identificável. Deve, no entanto, ser pesquisada a possível existência de doença auto-imune ou de uma fibrose pulmonar idiopática prévia.