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Terapêutica Médica (Prolapso da Válvula Mitral)

Medidas gerais – evitar o café, chá, tabaco e anovulatórios, e encorajar o exercício regular.
Profilaxia da endocardite bacteriana.
Bloqueante – indicado no controlo das precordialgias, ansiedade e palpitações.
Aspirina (75-325 mg) recomendada em pacientes com PVM :
AIT em ritmo sinusal e sem bombos auriculares.
65 anos, FA mas sem história de IM, HTA ou falência cardíaca.
Pós-AVC com contraindicação para anticoagulantes.
Em ritmo sinusal com critérios ecocardiográficos de PVM de alto risco (indicação não completamente estabelecida).
Anticoagulantes orais (INR 2’°-3’0) estão indicados nos doentes com PVM e:
Idade 65 anos em FA e com HTA, sopro de IM ou história de falência cardíaca.
No pós-AVC.
AIT de repetição, apesar da terapêutica com aspirina.

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Conclusões (Terapêuticas Psicofarmacológicas)

Importa recordar que a evolução da psicofarmacologia é indissociável do extraordinário desenvolvimento das neurociências, com múltiplas áreas de aplicação à psiquiatria.
Esta evolução não tirou lugar às modalidades de intervenção psicológica, psicossocial e social, mas obrigou à redefinição dos respectivos papéis no quadro de uma disciplina que definitivamente se assumiu como um ramo da medicina e uma especialidade médica por direito próprio.
Neste contexto, a psicofarmacologia tornou-se uma área de saber partilhado entre a psiquiatria e as restantes especialidades médicas, havendo um corpo de conhecimentos básicos – aqui revistos numa perspectiva essencialmente prática – que não pode ser descurado pela formação médica geral.

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Terapêutica Médica (Estenose Valvular Aórtica)

Nenhuma terapêutica médica é necessária para os doentes com EA assintomáticos com exceção da profilaxia da endocardite bacteriana.
A atividade física intensa (desporto de competição) deve ser interdita aos pacientes com estenoses moderada e grave.
A terapêutica da EA sintomática do adulto é cirúrgica (substituição valvular aórtica por prótese).
Contudo, se surgirem sintomas (insuficiência cardíaca, angor, FA (fibrilhação auricular)), estes devem ser controlados com terapêutica médica convencional até serem rapidamente submetidos a eventual cateterismo cardíaco e cirurgia:
—> Diuréticos – podem ser usados para tratar sintomas de congestão pulmonar.
—> Digitálicos – utilizam-se como inotrópicos ou para controlo da frequência ventricular se existir FA.
-> Vasodilatadores/IECA – para tratar a hipertensão e insuficiência cardíaca e melhorar a distensibilidade do VE. Devem ser usados com precaução em conjunto com os diuréticos pelo risco de baixar muito a pré-carga, particularmente nos ventrículos muito hipertrofiados.
Bloqueantes e antagonistas do cálcio – devem ser evitados nos pacientes com estenose aórtica grave sintomática pelos seus efeitos inotrópicos negativos.
Prevenção da progressão da EA – os lípidos parecem ter um papel no desenvolvimento e progressão da doença sugerindo um benefício das estatinas. Alguns estudos com rosuvastatina em pacientes com EA demonstraram alguma eficácia no retardar do seu desenvolvimento.

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Terapêutica Médica (Estenose Valvular Mitral)

Medidas gerais – restringir a atividade física intensa e o desporto de competição na EM moderada/grave.
Profilaxia – da febre reumática e da endocardite bacteriana.
Diuréticos – são úteis se existir evidência de edemas e sintomas de congestão pulmonar.
Bloqueantes e antagonistas do cálcio (verapamil e diltiazem) – podem ser benéficos nos doentes em ritmo sinusal com sintomas que surjam com o esforço ou frequências cardíacas mais rápidas, não estando indicados os digitálicos nestas circunstâncias.
Digitálicos – não modificam a hemodinâmica nos doentes em ritmo sinusal, mas são muito úteis no controlo da frequência ventricular quando existe FA ou quando há evidência de falência ventricular direita.
Arritmias e embolias – controlar/tratar.

cirurgia 180x180 - Indicações para Cirurgia de Revascularização Miocárdica Urgente ou Emergente

Indicações para Cirurgia de Revascularização Miocárdica Urgente ou Emergente

ICP sem sucesso, com persistência da dor ou com instabilidade hemodinâmica em pacientes cuja anatomia coronária é passível de cirurgia.
EAM com isquemia, persistente ou recorrente, refratária à terapêutica médica, em pacientes com anatomia coronária passível de cirurgia, uma área miocárdica substancial em risco e que não são candidatos a ICP ou a trombólise.
Como procedimento concomitante à correção cirúrgica de uma CIV (comunicação interventricular) ou de uma insuficiência valvular mitral pós-enfarte.
Choque cardiogénico nas primeiras 36 horas de EAM com TST, bloqueio de ramo esquerdo ou enfarte posterior, com doença grave de três vasos ou doença do tronco comum, com anatomia coronária passível de cirurgia e que esta possa ser realizada nas primeiras 18 horas de choque.
Arritmias ventriculares potencialmente fatais na presença de doença >50% do tronco comum e/ou doença de três vasos.
Como estratégia primária de reperfusão em pacientes com anatomia coronária favorável, não candidatos a ICP ou trombólise, nas primeiras horas (6 a 12) de um EAM com ST em evolução, particularmente se houver doença multivaso severa ou doença do tronco comum.

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Controlo e Seguimento

Instituída a terapêutica, o doente com litíase deve ser controlado com intervalos regulares.
A necessidade desta vigilância assenta em três pontos:
– Controlar a resposta ao tratamento, eventualmente acertar a dose e verificar a evolução e atividade da própria doença litiásica.
– Controlar e minimizar os efeitos secundários dos medicamentos administrados por longos períodos e eventualmente adicionar terapêuticas corretivas (por exemplo, potássio se está a fazer tiazidas).
– Não esquecer que com o passar do tempo o período de adesão ao tratamento, à dieta e à hidratação baixa. O exame de rotina e os conselhos renovam a confiança do doente na continuidade dos mesmos.
– Em todos os doentes com litíase recorrente ou complicada, se assintomáticos, aconselhamos, no mínimo, uma visita médica anual.


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Terapêutica Médica

Têm elevada prevalência (80-90%) em fase avançada da doença. As medidas farmacológicas utilizadas nesta síndrome incluem desde corticóides, psicoestimulantes (metilfenidato), acetato de megestrol.
A utilização das epoietinas em doentes com anemia <10 g/dl mostrou ser de relevância na melhoria da qualidade de vida em doentes com prognóstico vital superior a 2 meses.

transplante cardc3adaco 2 180x180 - Doença Valvular (Avaliação Pré-Operatória)

Doença Valvular (Avaliação Pré-Operatória)

A insuficiência valvular é em geral passível de ser tolerada com terapêutica médica, as estenoses mitral e principalmente a aórtica cerrada associam-se com frequência a choque cardiogénico e EM, devendo ser consultada a cardiologia para a necessidade de correcção do defeito valvular pré-operatório.

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Classificação (Candidíase Vulvovaginal)

Não complicada:
– Episódios esporádicos/pouco frequentes.
– Sintomas/sinais ligeiros a moderados.
– Mulher não grávida sem complicações médicas.
– Suspeita de infecção a CA.
Complicada:
– Episódios recorrentes (>4/ano).
– Sinais/sintomas severos.
– Mulher com diabetes, doença médica grave, imunodeprimida, patologia vulvovaginal concomitante.
– Suspeita ou diagnóstico de Cândida não albicans.
– Gravidez.

12 180x180 - Segurança (Vacinas Antialérgicas)

Segurança (Vacinas Antialérgicas)

Podem ocorrer reacções adversas sistémicas (asma, rinite, urticária, angioedema, choque anafiláctico – raro) e locais (edema, eritema, prurido, desconforto, nódulos subcutâneos), ocorrendo habitualmente nos primeiros 20 minutos após a inoculação do alergénio, pelo que deve ser sempre mantido um período mínimo de vigilância de 30 minutos após a administração das vacinas subcutâneas (recomendam-se períodos superiores no caso dos venenos de himenópteros), devendo apenas ser aplicadas quando os pacientes estiverem assintomáticos e sob supervisão médica. Devem estar disponíveis os recursos que permitam o tratamento de reacções anafilácticas.
As reacções adversas graves relacionam-se frequentemente com erros de dosagem ou por não ser suspendido o tratamento em doentes sintomáticos. As reacções locais extensas não fazem prever a ocorrência de reacções sistémicas.
Sendo frequente a administração de vacinas antialérgicas ao nível dos cuidados primários de saúde, é fundamental que se estabeleça uma articulação com os centros especializados onde é efectuada a sua prescrição, assegurando a segurança e a qualidade da continuidade dos cuidados de saúde prestados a estes pacientes.