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3501926 supositorios 180x180 - Aminossalicilatos tópicos

Aminossalicilatos tópicos

Podem ser administrados em forma de enema, supositório ou espuma. A utilização de enemas permite que a medicação atinja o ângulo esplénico, e os supositórios são utilizados para tratamento da doença rectal. A espuma permite uma distribuição semelhante aos enemas.
Na CU a dose standard usada na indução de remissão varia entre 1 e 4 g de messalazina tópica, em enema, aplicado ao deitar. Os supositórios de messalazina na dose de 1,0 a 1,5 g/dia, usados em dose única ou fraccionada, são utilizados na indução e manutenção de remissão em doentes com afecção exclusiva do recto. A messalazina tópica é o medicamento mais eficaz na manutenção de remissão na CU distal. O tratamento combinado de messalazina oral e tópica é mais eficaz do que o uso isolado da forma oral na indução e manutenção de remissão na CU distal.
Na DC afectando o re-to e cólon esquerdo, a messalazina tópica poderá também ser utilizada isoladamente ou em conjunto com a forma oral.

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Tratamento (Toxidermias)

Quando o medicamento em causa se revela indispensável à vida, há que ponderar riscos e benefícios da sua suspensão. Se a reacção em causa é grave e com risco de poder ainda evoluir no sentido do agravamento, se as mucosas estão atingidas ou há envolvimento sistémico, é obrigatória a sua interrupção. De igual modo, se o medicamento não é indispensável, ou se pode ser substituído por outro com as mesmas indicações terapêuticas e pertencente a um grupo farmacológico diverso, deverá também ser suspenso.
Para as toxidermias não há tratamento específico, devendo este ser essencialmente sintomático e de medidas de suporte.
Nas formas exclusivamente cutâneas, o tratamento incide no alívio do prurido, utilizando anti-histamínicos orais (sobretudo os de l.ª geração, como a hidroxizina), na aplicação de corticóides tópicos, em especial nas formas em que se verifica haver maior infiltração cutânea e, posteriormente, na fase descamativa que precede a resolução do processo, na aplicação de cremes emolientes. Se a erupção é muito extensa e sintomática, e se não houver contra-indicação, pode justificar-se a corticoterapia sistémica de curta duração, iniciando-se por doses de cerca de 0,5 mg/kg/dia, com rápida descida da mesma.
O tratamento das toxidermias complexas ou cutâneas extensas deve ser efectuado, sempre que possível, em meio hospitalar.
Nas formas com necrólise, o tratamento deve iniciar-se o mais precocemente possível, em unidades de cuidados intensivos ou de queimados, procedendo-se ao restabelecimento do equilíbrio hidroelectrolítico, ao aporte nutritivo por sonda nasogástrica siliconada e 30 tratamento do revestimento cutâneo, utilizando líquidos suavemente antissépticos aquecidos para aplicação tópica, como o soluto aquoso de nitrato de prata em concentrações muito baixas (0,1-0,2%), efectuando desbridamentos, apenas do epitélio inviável e cobrindo as áreas desnudadas com compressas biológicas. Os olhos devem ser observados diariamente, aplicando-se colírios antissépticos ou antibióticos de 2 em 2 horas e procedendo à remoção de sinequias com instrumento próprio.
A temperatura ambiente deve situar-se entre os 30/32 °C ou, em alternativa, adaptarem-se lâmpadas de infravermelhos, uma vez que as perdas de calor são significativas à semelhança do que se passa com um grande queimado.
A utilização de antibioterapia profiláctica não tem indicação, mas, quando necessária, deve fazer-se em doses elevadas para se obterem níveis terapêuticos, devendo proceder-se a ajustes de acordo com determinações séricas regulares. A corticoterapia sistémica nestas situações é tema de controvérsia, mas para a maioria dos autores não tem indicação, já que pode facilitar a ocorrência de infecções e não suspende a evolução do processo de necrólise. De igual modo é controversa a terapêutica e.v com imunoglobulinas. Contudo, a sua administração precoce no decorrer do processo, em doses totais de 1,5-2 g/kg, em 3-5 dias, parece ser benéfica na maioria das situações.
Na síndrome de hipersensibilidade, na qual além de quadro cutâneo exantemático exuberante existe atingimento hepático e renal preponderantes, a corticoterapia sistémica é mandatória, em doses de 0,5-1 mg/kg/dia. A redução deve ser lenta e progressiva, pelo risco de reacendimento do processo.
A data da alta, o doente deve ser sempre devidamente instruído no sentido de saber qual foi o medicamento responsável e quais são os similares existentes no mercado a fim de evitar a ocorrência de novos episódios.

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Antipsicóticos II

O fármaco de referência deste grupo é a clozapina. Este medicamento havia sido inicialmente introduzido como neuroléptico, e mais tarde retirado dos mercados por problemas de toxicidade hematológica. Ulteriormente foi “redescoberto” como um fármaco de características inovadoras, que pela primeira vez parecia facultar uma potente acção antipsicótica na ausência de efeitos extrapiramidais e endocrinológicos. A identificação deste perfil abriu caminho a uma linha de investigação que se revelou frutuosa, com a introdução de outros compostos com um perfil idêntico ou próximo. Presentemente, no nosso país, estão disponíveis a olanzapina, a quetiapina e a a ziprazidona. A risperidona é habitualmente incluída no mesmo grupo, embora com este medicamento possam ocorrer, em relação com a dose, os clássicos efeitos extrapiramidais e endocrinológicos.
Importa ter presente que estes novos antipsicóticos, ao invés do que sucede com os clássicos neurolépticos, constituem um grupo química e farmacologicamente heterogéneo, para além de diferenças assinaláveis em relação às suas efectivas propriedades terapêuticas. Mais uma vez, a questão das doses úteis não está devidamente esclarecida, verificando-se, por exemplo, a proposta de utilização de doses cada vez mais elevadas se se pretende obter um verdadeiro efeito antipsicótico (por exemplo, em relação à olanzapina e à quetiapina). Em simultâneo, assiste-se a uma utilização, muitas vezes off label, destes medicamentos em doses deliberadamente baixas, para retirar vantagem terapêutica de acções colaterais, como é exemplificado pela utilização da olanzapina e da quetiapina como fármacos sedativos e/ou facilitadores do sono, para tratamento da insónia.
Um aspecto farmacológico particular da ziprazidona, aparentemente pouco conhecido ou tido em conta, é o facto de, em doses ligeiras ou moderadas, ter um comportamento SSRI-like (antidepressivo mas nessa medida susceptível de agravar a sintomatologia psicótica), só sendo possível obter uma efectiva acção antipsicótica com doses mais elevadas.
Mais recentemente ficou disponível um novo antipsicótico, cujo perfil farmacológico é inovador em relação à geração de novos antipsicóticos atrás referida. Trata-se do aripripazol, que além de partilhar com os seus antecessores acções sobre o sistema serotoninérgico (daí a sua classificação como SDA, isto é, antagonistas dos receptores da dopamina e da serotonia), se distingue, entre outros aspectos, por uma acção modulatória sobre os receptores dopaminérgicos. É um medicamento com acção antipsicótica bem documentada – para além de um “racional” teoricamente interessante – mas não desprovido dos tradicionais efeitos extrapiramidais.
De vários pontos de vista, o aripiprazol parece ser o primeiro membro de uma 2.ª geração dos novos antipsicóticos. Não só pelo já referido perfil farmacodinâmico próprio, mas também por virtualmente não estar associado ao risco elevado de toxicidade metabólica (dislipidemia, hipercolesterolemias, resistência à insulina, diabetes tipo 2, aumento ponderal; eventual hipertensão) que é um traço partilhado (embora com taxas de risco diversas) aos anteriores novos antipsicóticos.
Importa ainda destacar que a boa tolerabilidade dos novos antipsicóticos facilita a sua utilização num campo mais alargado de indicações. É certo que os clássicos neurolépticos eram – e são – utilizados não apenas no tratamento da esquizofrenia, mas também numa larga variedade de síndromes psicóticas, em quadros de agitação psicomotora de etiologia diversa.
Em particular, com os novos antipsicóticos há dados que demonstram a sua utilidade na doença bipolar ou doença maníaco-depressiva, quer como antimaníacos, quer como tratamento a longo prazo com intuito estabilizador, eventualmente em associação com estabilizadores convencionais. Sucessivamente, estes fármacos têm visto oficialmente aprovadas estas indicações pelas agências do medicamento.

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Antidepressivos III

Em Portugal, à semelhança do que sucede na maioria dos países, estão disponíveis outros antidepressivos, incluídos em grupos químico-farmacológicos diversos. É o caso da mirtrazapina, da trazodona, da tianeptina e da moclobemida. Este último medicamento é sobrevivente único de um grupo de inibidores selectivos e reversíveis da MAO-A; por contraposição aos clássicos IMAO, hoje praticamente abandonados, é um medicamento muito bem tolerado e seguro, mas com uma eficácia problemática pelo menos nas depressões com gravidade clínica, e cuja utilização se encontra em fase de manifesto declínio.
Mais recentemente, um “velho” antidepressivo com tradição de uso sobretudo nos EUA- o bupropião -, após um período de reciclagem como medicamento potencialmente útil na cessação do consumo tabágico, “reapareceu” como antidepressivo, com nova forma galénica e proposta de utilização em doses mais elevadas. É de facto um medicamento longamente conhecido, com uma acção neuroquímica essencialmente potenciadora da transmissão dopaminérgica, traduzida, no plano terapêutico, por propriedades activadoras.
Importa destacar que a depressão não é a única indicação terapêutica dos antidepressivos.
Em medicina é desde há muito reconhecido o benefício terapêutico de alguns tricíclicos em síndromes álgicas de natureza e etiologia diversas, nomeadamente na área das cefaleias e da dor reumatológica. Por seu turno, os SSRI surgem indicados na fibromialgia, na fadiga crónica e na síndrome de tensão pré-menstrual.
No âmbito da psiquiatria, outro aspecto importante relaciona-se com a utilização da clomipramina e de SSRI no tratamento de perturbações da ansiedade, como o pânico, as fobias e a perturbação obsessivo-compulsiva; a ansiedade generalizada é também uma indicação aprovada da generalidade dos SSRI e também da venlafaxina. Em especial, o uso desses medicamentos na perturbação de pânico, com ou sem agorafobia, revela-se dramaticamente eficaz. Merece referência que as doses óptimas na patologia ansiosa não só diferem entre os diferentes tipos de distúrbio ansioso como em relação ao uso dos mesmos medicamentos na depressão.
Pelo facto de serem medicamentos largamente utilizados – e muitas vezes em situações clínicas que se acompanham de insónia – interessa referir os efeitos dos antidepressivos sobre o sono. Os estudos poligráficos mostram que praticamente todos os antidepressivos são supressores do sono REM; já os efeitos sobre a duração e continuidade do sono, bem como sobre o sono lento profundo, são muito variáveis; deste ponto de vista, alguns antidepressivos têm efeitos inconvenientes, enquanto outros têm uma acção promotora do sono. Estas propriedades favoráveis explicam a utilização off label de alguns antidepressivos sedativos no tratamento sintomático da insónia. Esta posição é objecto de controvérsia, afirmando alguns que a modificação do sono REM e o perfil de efeitos secundários desaconselham esse tipo de utilização. No entanto, o efeito hipnótico pode ser conseguido com doses inferiores às que produzem efeitos indesejáveis, para além do facto de as acções sobre o sono REM não se associarem a efeitos deletérios conhecidos. A trazodona constitui, a este propósito, um caso particular, na medida em que está aprovada a sua utilização no tratamento da insónia.

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Primo-Infecção ou Primeiro Episódio (Herpes Simples e Genital)

O medicamento de referência é o aciclovir. É um análogo do nucleósido purina, o qual, uma vez activado, inibe a polimerase do ADN virai necessária à replicação do vírus.
A dose oral administrada é de 400 mg 3xdia, ou 200 mg 5xdia (4/4 horas, com intervalo nocturno), durante 10 dias. Nas crianças com mais de 2 anos a dose a administrar é igual à do adulto.
Em alternativa, e com maior comodidade dada a sua melhor biodisponibilidade, pode ser administrado o valaciclovir. que é uma prodroga do aciclovir. A dose oral é de 500 mg 2xdia, durante os mesmos 10 dias.
Outros análogos dos nucleósidos, como o famciclovir ou penciclovir, não se encontram disponíveis no mercado nacional.

loperamida hci 180x180 - Terapêutica (Diarreia do Viajante)

Terapêutica (Diarreia do Viajante)

No que respeita à terapêutica existem várias abordagens passíveis de ser efectuadas em função da apresentação clínica ou da etiologia.
A loperamida é um bom medicamento anti-secretor e inibidor da motilidade intestinal, não devendo ser administrada no caso de uma diarreia sanguinolenta com febre alta e que nos indica a probabilidade de estarmos perante um agente bacteriano invasivo.
Quando estamos perante uma diarreia de maior gravidade com mais de 12 dejecções nas 24 horas, febre, fezes sanguinolentas ou com repercussão no estado geral do doente, deve ser prescrita uma terapêutica antibiótica com uma fluoroquinolona 500 mg p.o., tid, durante 3 dias. Deve ter-se em atenção as interacções medicamentosas com outros fármacos, destacando-se: varfarina, fenitoína, teofilina, ciclosporina. Não se deve utilizar uma fluoroquinolona nas grávidas ou nas crianças menores de 16 anos.
Outros antibióticos que podem ser usados empiricamente na diarreia do viajante são:
—> Azitromicina 500 mg p.o., durante 3 dias. Tem a vantagem de não apresentar as interacções medicamentosas das fluoroquinolonas e pode ser utilizada com segurança nas grávidas e nas crianças menores de 16 anos.
—> Cotrimoxazol 960 mg p.o., bid, durante 3 dias, deve ser usado quando as fluoroquinolonas não são eficazes devido à resistência do agente àquele fármaco ou porque a diarreia por Cyclospora cayetanensis (viajantes provenientes por exemplo do Nepal e do México).
—> A rifaximina do grupo das rifamicinas não é absorvida no tubo digestivo devido a um anel piridoimidazólico que tem na sua composição. Não está indicada em doentes com diarreia sanguinolenta ou complicada com febre ou toxicidade sistémica. E segura em crianças e grávidas. É um agente antimicrobiano muito promissor, ainda não comercializado em Portugal.
Alguns viajantes podem ser informados de como automedicar-se quando a deslocação se
destina a uma região sem acesso fácil a recursos sanitários. Nestas circunstâncias, recomenda-se ciprofloxacina 500 mg p.o., tid, durante 3 dias.
A evicção de comportamentos que conduzam à contracção dos agentes infeciosos responsáveis pela diarreia do viajante é a abordagem fundamental para a prevenção destas situações. Antes de outras abordagens profilácticas, o médico deve proceder ao ensino do doente sobre os comportamentos que conduzem a estas diarreias, nomeadamente:
—> Só aceitar refeições acabadas de cozinhar e ainda quentes.
—> Só aceitar fruta que possa ser descascada.
—> Só aceitar vegetais crus se previamente lavados em água esterilizada ou engarrafada.
—> Só aceitar comida pré-cozinhada se tiver sido guardada no frio a menos de 10 °C.
—> Não aceitar marisco cru ou insuficientemente cozinhado.
—> Não usar água da torneira nem gelo feito com água não tratada (as bebidas com alto teor de açúcar são seguras, as águas engarrafadas gaseificadas têm pH baixo que é bactericida, mas o melhor método para tratamento da água é a fervura).
—> Lavar os dentes com água tratada ou engarrafada.
—> Cuidado com as piscinas, praias marítimas ou fluviais contaminadas.
É muito difícil conseguir que o viajante cumpra as normas de segurança atrás indicadas.
O consumo de álcool, por exemplo, faz com que as pessoas se esqueçam dos comportamentos a evitar.

medico remedios 01 180x180 - Terapêutica farmacológica (Parkinson)

Terapêutica farmacológica (Parkinson)

-> Terapêutica farmacológica. Não existe, ainda, nenhum medicamento comercializado com indicação na modificação da progressão da doença “efeito neuroprotector”.
Toda a medicação disponível atua apenas de forma sintomática. Há, porém, evidência de que a terapêutica com (alguns) agonistas dopaminérgicos atrasam o aparecimento de complicações tardias da terapêutica medicamentosa que ocorrem com a L-DOPA. Deste modo, a estratégia farmacológica é regida por dois fatores:
1) Iniciar terapêutica apenas quando o doente apresenta incapacidade funcional (a valorização desta incapacidade varia de doente para doente); 2) devido ao risco de aparecimento de flutuações motoras e não motoras como efeito adverso da levodopa (L-DOPA), é defensável o uso de estratégias terapêuticas que retardem a introdução da L-DOPA, particularmente nos doentes em que no momento de iniciar terapêutica antiparkinsónica a sua esperança de vida previsível faça antever o aparecimento destas complicações (Tabela 5.1). De facto, e embora a L-DOPA seja o tratamento disponível mais eficaz, o risco de que ocorram complicações tardias é de até 50% aos 2 anos e de 90% aos 5 anos de terapêutica com L-DOPA, particularmente se usada em doses altas (>300 mg/dia). Estas complicações incluem:
– O wearing-off ou perda de eficácia da toma, sentida tanto em termos motores (agravamento da lentificação, rigidez e tremor), como não motores (bradipsiquia, depressão do humor em Off, alteração do ritmo vigília-sono).
– As discinesias (movimentos involuntários).
• Perturbações cognitivas, que podem evoluir para demência. As complicações precoces da L-DOPA são as náuseas e a hipotensão ortostática.
Os sintomas não motores vêm tendo mais importância à medida que a sobrevida dos doentes aumenta. Para além do ortostatismo, as alterações esfincterianas e as alterações cognitivas e comportamentais são recurso frequente à consulta.
Demência associada à DP: as alterações cognitivas e comportamentais cursam muitas vezes com confusão mental, alheamento, comportamento desadequado (especialmente perda de controlo de impulsividade) e alucinações. A demência ocorre em até 50% dos doentes com mais de 10 anos de evolução. Para além da redução da terapêutica (anticolinérgicos, IMAO, ICOMT, amantadina, e por fim agentes dopaminérgicos) até à dose mínima necessária, é por vezes necessário adicionar outros agentes à terapêutica. Os neurolépticos clássicos estão contra-indicados e mesmo os atípicos apresentam muitos efeitos extrapiramidais nos doentes com DP. Apenas a clozapina tem indicação no tratamento de psicose associada à DP. Também na demência, apenas a rivastigmina (Exelon) tem indicação na demência associada à DP. Os doentes que apresentam náuseas ou agravamento do tremor podem beneficiar das formas de administração transdérmicas.