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impotencia sexual masculino tratamiento 180x180 - Psicoterapia (Disfunção Eréctil)

Psicoterapia (Disfunção Eréctil)

A psicoterapia na DE deve ser exclusivamente orientada por terapeuta sexual. Exigindo o envolvimento dos dois parceiros sexuais, tem por objectivo principal melhorar a comunicação no casal e aumentar a autoconfiança do doente, eliminando a antecipação do falhanço e tentando substituir a ansiedade pelo prazer sexual. Pode assumir um simples aconselhamento ou uma terapia sexual específica. Mas é potencialmente útil em todas as situações de DE, mesmo na presença de compromisso orgânico. Pode ter um papel importante no apoio a um tratamento medicamentoso ou cirúrgico.

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Prevenção das Recidivas (Microsporidiose)

O tratamento medicamentoso deve ser mantido até à recuperação da função imunitária, de acordo com a tolerância do doente. Embora não baseada em estudos controlados, aceita-se a possibilidade de suspensão da terapêutica em doentes sob TARV correctamente instituída que obtenham contagens de CD4 >200 células/mm3 de forma sustentada (por >6 meses com carga viral indetectável).

medico remedios 01 180x180 - Cefaleia por abuso medicamentoso

Cefaleia por abuso medicamentoso

Alguns doentes com cefaleias crónicas e frequentes fazem uma ingestão diária e excessiva de analgésico, triptanos, ergotamínicos ou opiáceos. Com o tempo desenvolvem uma marcada habituação e dependência e apresentam-se com um padrão de dor diária, intensa, incapacitante e refratária à terapêutica profiláctica. É fundamental esclarecer estes doentes que o abuso medicamentoso tende a perpetuar a dor e que a única forma de melhorar requer a interrupção dessa medicação. A suspensão desses fármacos pode ser efetuada em regime ambulatório ou em internamento, requer um acompanhamento muito regular do doente e pode necessitar de intervenções específicas com medicação parentérica.

tomar vitaminas es malo 1 0 180x180 - Terapêutica Sintomática

Terapêutica Sintomática

A eficácia de um fármaco, na terapêutica aguda das crises, é habitualmente expressa pela sua capacidade de reduzir/eliminar a dor 2 horas após a administração e pela percentagem de recidivas que se verificam nas primeiras 24 horas. Atualmente, existem vários fármacos com eficácia comprovada cuja escolha depende da preferência e contraindicações individuais, dos efeitos adversos e do custo. Um mesmo indivíduo pode usar diferentes esquemas terapêuticos conforme a intensidade das crises.
Sabe-se que a intervenção na crise é tanto mais eficaz quanto mais precocemente for iniciada. Todavia, é necessário ponderar a vantagem da terapêutica precoce frequente (antes mesmo do doente ter a certeza que a crise vai evoluir) e o risco de abuso medicamentoso. Uma vez que as crises se acompanham de gastroparesia, ou mesmo de vómitos, a via oral pode não ser a mais eficaz para a administração de fármacos. Têm-se desenvolvido outras vias de administração (orodispersível, intranasal, injetável e rectal), mas também se pode associar um antiemético (metoclopramida 20 mg ou domperidone 10 mg) para tratar os sintomas digestivos da enxaqueca.