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Tratamento (Bursite Anserina)

O tratamento conservador passa pela utilização de AINEs, aplicação local de gelo e pelo repouso.
A reabilitação, nomeadamente a utilização dos ultra-sons, pode ajudar no tratamento.
Os exercícios de estiramento dos músculos da “pata de ganso” devem ser ensinados para realização diária.
A injeção com corticosteróides pode ser extremamente eficaz, no caso de não haver resposta às medidas anteriores, ou se a dor noturna ou em repouso for intensa.
Raramente há necessidade de recorrer à cirurgia.
Pode haver recidivas, sobretudo se a bursite anserina está associada à osteoartrose do joelho.

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Tratamento (Bursite Trocantérica)

A eliminação dos fatores agravantes é de extrema importância tais como, por exemplo dormir com uma almofada por baixo da região glútea afetada ou o emagrecimento.
A utilização de AINEs pode oferecer alívio sintomático. O tratamento mais eficaz consiste na injeção da bolsa trocantérica com uma mistura de corticosteróide e anestésico local.
O ensino de exercícios para realização diária é um complemento fundamental de terapêutica. Tal é o caso dos exercícios de estiramento dos músculos glúteos.
Raramente é necessária a excisão cirúrgica da bolsa.


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26 17 orig 180x180 - Cefaleia de Tensão

Cefaleia de Tensão

E uma dor de cabeça com poucas características distintivas: bilateral, não pulsátil, ligeira ou moderada que interfere pouco com as atividades do dia-a-dia. Não tem sintomas acompanhantes de relevo (não há náuseas ou vómitos, embora possa haver sonofobia ou fotofobia) e a dor não agrava com o movimento nem com o esforço. Conforme a sua frequência, a cefaleia de tensão designa-se por episódica (<15 dias por mês) ou crónica (ocorre em mais de 15 dias por mês, por mais de 3 meses, ou seja, tem um padrão diário ou quase diário). Na sua patogenia intervêm fatores periféricos (a dor está em parte relacionada com excessiva contração dos músculos epicranianos) e fatores centrais (menor limiar de sensibilidade à dor). A terapêutica da cefaleia de tensão é essencialmente profiláctica, sendo os antidepressivos tricíclicos, sobretudo a amitriptilina (10-100 mg/dia), o medicamento mais bem estudado. A venlafaxina, em libertação prolongada, foi eficaz na prevenção desta cefaleia pelo menos num estudo controlado. Terapêutica sintomática: durante as crises mais intensas podem utilizar-se analgésicos ou AINEs, mas se a cefaleia é muito frequente, dever-se-ão evitar de forma a prevenir o abuso medicamentoso. A ergotamina e os triptanos não têm lugar no tratamento da cefaleia de tensão.

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Tratamento (Tendinite e Bursite Aquiliana)

A terapêutica da tendinite aquiliana deve ser iniciada pela eliminação de fatores desencadeantes ou agravantes como a remoção dos fatores traumáticos locais, a correção de eventuais alterações da estática, pelo uso de plantares apropriados, e pelo repouso.
O alívio da dor pode ser conseguido pela utilização de AINEs por via sistémica e local.
A injeção local com corticosteróide só deverá ser feita sob controlo ecográfico, pelo perigo de rutura do tendão de Aquiles.
No caso de bursite aquiliana o procedimento é similar.
Devem ser ensinados exercícios de estiramento dos músculos posteriores da perna e da fáscia plantar (na posição de sentado com os joelhos em extensão, coloque uma banda elástica em torno do pé, puxando o antepé em direção ao joelho; esta posição deve ser mantida durante 10-30 segundos; deve repetir-se cinco vezes por sessão, com duas sessões por dia).
A reabilitação, nomeadamente a utilização de meios físicos, pode ser extremamente útil.
O uso de plantares com elevação posterior, almofadando e elevando o calcanhar, pode aliviar a dor, sobretudo em desportistas (corredores).

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Tratamento do Quisto de Baker

O tratamento do quisto de Baker não complicado passa pela aspiração do conteúdo do quisto e/ou da cavidade articular do joelho e eventual injeção local do quisto e/ou articulação com corticosteróide. O uso de ligadura elástica de contenção pode ajudar.
Devem ser ensinados exercícios de contração isométrica do quadricípite e exercícios de estiramento dos músculos posteriores da perna.
Nos casos em que houve rutura do quisto, deve ser feito repouso no leito, aplicação de gelo local e elevação do membro inferior afetado. Os AINEs sistémicos e a injeção intra-articular com corticosteróide aceleram a resolução das queixas, nomeadamente da dor.
Com a melhoria sintomática, pode iniciar-se a mobilização de forma gradual.
Deve tratar-se a patologia coexistente.

img como tratar a inflamacao do cotovelo 3493 orig 180x180 - Epitrocleíte

Epitrocleíte

É a tendinite dos músculos epitrocleanos (flexores do punho e dedos e pronadores). Os microtraumatismos de repetição associados à atividade desportiva e profissional, em especial nos jogadores de golfe e nas donas de casa, são os principais responsáveis por esta situação.
Manifesta-se por dor na face interna do cotovelo, irradiando com frequência ao longo do bordo interno do antebraço. As queixas dolorosas são exacerbadas pelas manobras de flexão e pronação contrariadas do punho, bem como pela palpação local da epitróclea.

epicomed 180x180 - Epicondilite

Epicondilite

É a tendinite que afeta o tendão comum de inserção dos músculos epicondilianos (extensores do punho e dedos e supinadores). Resulta habitualmente de microtraumatismos crónicos do cotovelo, por atividades repetitivas dos músculos que promovem a rotação do antebraço e a extensão do punho como, por exemplo, rodar uma chave de fendas, pintar uma parede, bater numa bola, como em desportos de raquete com técnica inapropriada. Atinge pessoas entre os 30 e os 60 anos de idade, com um pico de incidência aos 40 anos.
Manifesta-se por dor que pode ser intensa, na face externa do cotovelo, irradiando pelo antebraço até à mão e, mais raramente, pelo braço até ao ombro. A dor é agravada quando o doente tenta levantar um objeto com a palma da mão virada para baixo e, por vezes, é difícil segurar em objetos pouco pesados como, por exemplo, um copo.
A alteração mais consistente no exame objetivo é a dor à palpação dos músculos extensores do punho imediatamente abaixo do epicôndilo. A dor é agravada pela dorsiflexão contra-resistência do punho com o cotovelo em extensão.
E importante excluir outras causas de dor no cotovelo, como a fratura da cabeça do rádio, a osteoartrose do cotovelo, a presença de corpo estranho osteocondral, a inflamação do nervo radial, a sinovite do cotovelo e a tendinite tricipital, entre outras.

112431 Papel de Parede Correndo nos nervos 1680x1050 180x180 - Lesão do Nervo Periférico

Lesão do Nervo Periférico

—> Clínica – caracteriza-se por diminuição progressiva da força muscular, geralmente de início distai nos membros inferiores e progressão proximal, embora por vezes afete primeiramente os membros superiores ou os músculos da face e da deglutição. Na fase inicial podem surgir parestesias, mas o defeito sensitivo permanece, quase sempre, moderado e a dor é rara. Com frequência ocorre uma infeção virai ou por Campilobacter jejuai (gastrenterite) 10-15 dias antes do início da doença. Esta progride em cerca de 2-4 semanas. Clinicamente observa-se paresia, de predomínio distai, com arreflexia, biparesia facial em cerca de 50% dos casos, por vezes disfagia e retenção urinária. Cerca de 20% dos doentes têm insuficiência respiratória necessitando de ventilação assistida. Apesar deste cuidado, cerca de 5% morrem devido a infeções ou a disfunção do sistema nervoso autónomo (arritmia, taquicardia, hipertensão). A recuperação progride por tempo variável, geralmente 6-36 meses, permanecendo defeito motor importante em 15% dos casos.
—» Exames complementares – o diagnóstico é confirmado pela punção lombar (dissociação albumino-citológica), que no entanto pode ser normal nos primeiros dias de evolução, e pela electromiografia (redução das velocidades de condução, presença de bloqueios de condução nos primeiros dias de doença).

Torcicolo 3 180x180 - Distonia Aguda

Distonia Aguda

Forma de distonia secundária a fármacos, mais frequentemente neurolépticos, que surge nos primeiros dias ou imediatamente após a primeira toma destes medicamentos. Envolve mais frequentemente os músculos do andar inferior da face, pescoço, tronco e zona proximal dos membros.
—> Terapêutica – 1) suspensão imediata do agente causal (exceto nos casos em que a necessidade de controlo da doença de base o desaconselha); 2) administração parentérica de anticolinérgico (biperideno 2,5-5 mg i.m. ou e.v.); 3) manutenção de terapêutica anticolinérgica oral por um período de 24 a 48 horas.

cirurgia hospital SaudeOnline 180x180 - Terapêutica cirúrgica (Distonia Primária)

Terapêutica cirúrgica (Distonia Primária)

-» Terapêutica cirúrgica. A miectomia selectiva do orbicularis no blefaroespasmo e a desnervação selectiva dos músculos cervicais na distonia cervical está unicamente indicada nos doentes que não respondem à BoNT/A. A estimulação cerebral profunda do Pallidum já se encontra aprovada, em alguns países, para o tratamento da distonia primária (generalizada, segmentar e cervical) em doentes adultos refratários a terapêutica farmacológica.