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TC E RM

Mais recentemente quer a TC, recorrendo ao sistema helicoidal, ou a urografia por RM, com contrastes próprios, parecem ser uma boa alternativa para o diagnóstico de obstrução, em doentes com dor lombar aguda, com contra-indicação para UIV; segundo alguns autores, a TC é mais sensível do que a UIV na deteção de cálculos do uréter lombar, mesmo sem contraste. Também a RM permite visualizar o local da obstrução e, na maioria dos casos, a sua etiologia. As desvantagens destes últimos estão, por enquanto, ao nível dos custos e da maior duração do exame no caso da RM.

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Hematoma Septal

Está geralmente associado a traumatismo nasal e manifesta-se por obstrução nasal de grau variável. Exige rápida drenagem do hematoma e antibioterapia profiláctica. Se houver necrose da cartilagem septal, com consequente perfuração septal, pode originar deformidade nasal e epistaxe recorrentes.

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Eco-Doppler (Duplex scan) e Índice de Resistividade Renal

O IR (índice de resistividade) pode ser calculado durante uma ecografia renal, utilizando o Doppler duplex, de acordo com a fórmula: IR – ([velocidade sistólica máxima]- [velocidade diastólica mínima])/[velocidade sistólica máxima]. 0,70 é considerado o limite superior do normal; valores superiores são indicadores de obstrução. O mesmo acontece se um dos rins tiver um índice de 0,1 superior ao contralateral. E. no entanto, um assunto ainda controverso.

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Rinite

Pode ser de etiologia alérgica ou não alérgica. Geralmente manifesta-se por obstrução nasal, rinorreia serosa, crises esternutatórias e prurido nasal e ocular. Deve fazer-se terapêutica com corticóide tópico e anti-histamínico. Está contra-indicado o uso prolongado de vasoconstritores nasais, por serem causa de rinite medicamentosa. O tratamento ideal, no caso de atopia, passa pela evicção do alergénio.

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Urografia de Eliminação (UIV)

A urografia pode fornecer informações anatómicas não só do local da estenose ou da anomalia, mas também funcionais, relacionadas com a dinâmica da obstrução quando se recorre, como é hoje o caso, a vídeo-urografia digital. Na urografia da obstrução aguda, o nefrograma é típico e seguido de um atraso significativo do preenchimento do sistema coletor com contraste. Há dilatação do sistema coletor e por vezes com aumento das dimensões renais. É possível haver rutura dos fórnices, com extravasão de urina, desaparecendo nesta situação a dilatação. Na obstrução crónica há, habitualmente, dilatação e tortuosidade do uréter, com acumulação de contraste no seu interior, até ao ponto de obstrução; pode haver diminuição da espessura do parênquima renal sempre que se trata de uma situação arrastada no tempo.
Não deve ser efetuada com valores elevados de creatinina.

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Renograma com Prova Diurética

Cada vez mais utilizado na avaliação da uropatia obstrutiva, em vez da urografia, devido à menor radiação, e menor nefrotoxicidade. Os agentes mais utilizados são o MAG3 (marcador tubular) e o DTPA (marcador glomerular).
O MAG3 é o radiofármaco de escolha para o estudo da obstrução. A capacidade do rim gerar um fluxo urinário induzido pelo diurético, suficiente para detetar obstrução depende da clearance de creatinina e do estado de hidratação do doente; além destes, outros fatores podem influenciar o resultado do exame, como a compliance e o volume do aparelho excretor, a presença (ou não) de algália na bexiga, o radiofármaco e a dose de diurético utilizada.

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Obstrução do Colo Vesical

Na criança podem surgir disfunções miccionais, com dissinergia vesicoesfincteriana, ou com hipertrofia do esfíncter, como resposta à instabilidade vesical; a existência de um divertículo vesical pode também contribuir para a obstrução. A presença de um ureterocele uni ou bilateral pode igualmente obstruir o colo vesical. No adulto podem ocorrer estenoses do colo, primárias – de manifestação tardia como é o caso da doença do colo ou secundárias a traumatismos ou processos inflamatórios e/ou infeciosos, ou resultantes da existência de patologia neurológica, importante ou menor, em que a dissinergia resultante deve igualmente ser considerada.

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Diagnóstico Diferencial

A apresentação clínica não é patognomónica, podendo confundir-se com outras patologias, pelo que o diagnóstico diferencial se fará fundamentalmente com:
– Obstrução localizada das vias aéreas – disfunção das cordas vocais, obstrução da via aérea (aspiração de corpo estranho, tumor endobrônquico, traqueobroncomalacia,…).
– Obstrução generaliada das vias aéreas – DPOC (doença pulmonar obstrutiva crónica), bronquiectasia, fibrose quística, bronquiolite, disfunção reativa das vias aéreas.
– Outras causas de dispneia acessual – insuficiência cardíaca, tromboembolismo pulmonar, refluxo gastroesofágico.

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Sinusites

Infecção dos seios perinasais, frequentemente afectando vários simultaneamente. O diagnóstico é clínico e imagiológico (TC).
— Sinusite aguda – infecção geralmente causada por Streptococcus pneumoniae, Haemophilus influenza, ou Staphylococcus pyogenes. O quadro manifesta-se por cefaleias frontais ou maxilares, obstrução nasal, rinorreia purulenta e por vezes febre, geralmente após uma infecção respiratória alta ou infecção dentária. Preconiza-se lavagem das fossas nasais com solução salina, antibioterapia oral (amoxicilina + ácido clavulanico, cefalosporinas, quinolonas), analgésicos, antipiréticos e vasoconstritores nasais.
— Sinusite crónica – frequentemente associada a alterações anatómicas (por exemplo, desvio do septo nasal, concha bolhosa, estenose infundibular), alergia, polipose ou imunodeficiência. Manifesta-se por obstrução nasal, rinorreia anterior e posterior, anosmia e cefaleias, principalmente nas agudizações. Nas agudizações, deve fazer-se terapêutica médica, com antibioterapia oral (amoxicilina + ácido clavulânico, quilonas), analgésicos, vasoconstritores e lavagem com solução salina. No caso de alterações anatómicas, pode ser feita terapêutica cirúrgica (septoplastia, cirurgia endoscópica nasosinusal).
Pode igualmente considerar-se a terapêutica com imunoestimulantes e tratamento termal com águas sulfurosas.
As complicações das sinusites (celulite ou abcesso orbitário, meningite, abcesso extradural, subdural ou cerebral, trombose do seio cavernoso) podem ser muito graves, devendo ser prontamente diagnosticadas e tratadas com apoio da especialidade, pois são potencialmente fatais.

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OBSTRUÇÃO DO URÉTER E DA JUNÇÃO URETERO-VESICAL

Quase tudo o que foi dito para a estenose da junção pieloureteral é válido para o uréter restante. Múltiplas podem ser as situações que originam obstrução desta porção do excretor. Dentro das congénitas temos a considerar: hipertrofia de glândulas mesentéricas, uréter retrocava, estenose congénita e megauréter primário. Das causas adquiridas destaca-se a litíase, a fibrose retroperitoneal e o tumor do urotélio, para além de todo e qualquer processo inflamatório, infecioso, tumoral ou traumático da vizinhança do retroperitoneu ou intraperitoneal por extensão, enão só, pois Patologia de outros órgãos pode igualmente afectar o retroperitoneu – tumor do testículo, próstata, útero, pâncreas, estômago, etc.