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OBSTRUÇÃO DO URÉTER E DA JUNÇÃO URETERO-VESICAL

Quase tudo o que foi dito para a estenose da junção pieloureteral é válido para o uréter restante. Múltiplas podem ser as situações que originam obstrução desta porção do excretor. Dentro das congénitas temos a considerar: hipertrofia de glândulas mesentéricas, uréter retrocava, estenose congénita e megauréter primário. Das causas adquiridas destaca-se a litíase, a fibrose retroperitoneal e o tumor do urotélio, para além de todo e qualquer processo inflamatório, infecioso, tumoral ou traumático da vizinhança do retroperitoneu ou intraperitoneal por extensão, enão só, pois Patologia de outros órgãos pode igualmente afectar o retroperitoneu – tumor do testículo, próstata, útero, pâncreas, estômago, etc.

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Carcinoma da Nasofaringe

Manifesta-se por obstrução nasal e rinorreia hematopurulenta. O crescimento tumoral resulta em obstrução da trompa de Eustáquio com consequente otite seromucosa e invasão da base do crânio com paralisias dos nervos cranianos (V, VI, IX, X, XII).
A metastização cervical é frequente. O diagnóstico definitivo é anatomopatológico.
A terapêutica é feita com radioterapia local e celulectomia no caso de gânglios cervicais positivos. O prognóstico é reservado.

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Desvio do Septo Nasal

Manifesta-se geralmente por obstrução nasal persistente, roncopatia ou rinosinusite recorrente. O tratamento é cirúrgico (septoplastia). Pode estar ou não associado a deformidade da pirâmide nasal ou a outras alterações anatómicas das fossas nasais.

maxresdefault 8 180x180 -  VÁLVULAS URETRAIS

VÁLVULAS URETRAIS

Situação congénita, em que por alterações na embriogénese, a formação da uretra masculina não é correta, levando ao aparecimento de pregas na mucosa que são determinantes de obstrução. Nem sempre são detetadas à nascença, podendo, por vezes, passar despercebidas até à idade adulta. Geralmente associadas a disfunção vesical, condicionantes de instabilidade, acabam por provocar retenção urinária crónica e refluxo, determinantes do quadro de insuficiência renal crónica que se lhe vai seguir.

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Tratamento (Obstrução Gastrintestinal)

—> Medidas gerais – incluem a hidratação, tratamento e.v., intubação gástrica; devem ser resolvidas possíveis causas metabólicas ou medicamentosas.
—> Cirurgia – nas obstruções altas pode ser feita uma gastrenterostomia paliativa ou a gastrectomia ou duodenopancreatectomia (se indicado); na carcinomatose peritoneal, a cirurgia só resolve temporariamente a situação; na obstrução baixa, a colostomia ou ileostomia podem ser a solução para a situação de urgência; em casos selecionados pode ser feita a ressecção do tumor ou a colocação de prótese endoscópica.
—> Nas situações em que os quadros de oclusão intestinal são uma manifestação de fase avançada de doença, em que a solução cirúrgica é inviável, ter-se-á que manter a terapêutica medicamentosa e que pode incluir: manter entubação nasogástrica, equilíbrio hidroelectrolítico, sedação, antieméticos, fenotiazinas, corticóides ou análogos da somatostatina (como forma de redução da secreção intestinal).

CIRURGIA DO THOR INTESTINAL 005 180x180 - Diagnóstico (Obstrução Gastrintestinal)

Diagnóstico (Obstrução Gastrintestinal)

Clinicamente consiste na presença (no todo ou em parte) de distensão abdominal, náuseas, vómitos, dor abdominal, paragem de emissão de gases e fezes. A radiografia simples do abdómen é frequentemente o primeiro exame e sugere o nível da obstrução.

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Obstrução Gastrintestinal

A obstrução gastrintestinal é uma complicação frequente no doente com neoplasia, em particular quando há envolvimento directo abdominal (gastrintestinal ou ginecológico) pelo tumor; outras causas são metabólicas, medicamentosas (citostáticos, opióides) ou em consequência da RT. A obstrução pode ser alta – neoplasia gástrica ou pancreática (por invasão gástrica ou do arco duodenal), do intestino delgado – bridas (que justificam intervenção cirúrgica para lise das mesmas) ou carcinomatose peritoneal, ou do cólon e recto – geralmente por obstrução do lúmen pelo tumor.

ecografia 180x180 - Ultra-sonografia abdominal

Ultra-sonografia abdominal

É o exame inicial na investigação de possível obstrução biliar e tem uma sensibilidade e especificidade superiores a 95% na detecção de cálculos vesiculares. Na exploração da VBP, a identificação de litíase é variável, sendo em geral os cálculos detectados em cerca de 50% dos casos. Quando existe dilatação da VBP, o valor preditivo positivo aumenta para 75%.

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Cefaleia em salvas (Cefaleia de Horton ou Cluster Headache)

Esta é uma cefaleia muito característica, com crises curtas (15-180 minutos) de dor muito intensa, unilateral (sempre do mesmo lado), habitualmente localizada na região periorbitaria ou na têmpora. A cefaleia acompanha-se de sintomas autonómicos ipsilaterais, lacrimejo, injeção conjuntival, ptose, miose, obstrução nasal, rinorreia, edema palpebral.
As crises surgem em “salvas” de uma a duas crises por dia, durante 15 a 30 dias seguidos, a que se chama o “surto”. Durante essa fase ativa as crises têm “horário”, tipicamente durante o primeiro período de sono REM da noite, ou seja, por volta da 1-2 horas da manhã. Ao contrário das outras cefaleias, o cluster é mais frequente no sexo masculino.

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CONTRA-INDICAÇÃO PARA NUTRIÇÃO ENTÉRICA

– Obstrução intestinal.
– Ileus.
– Vómitos incoercíveis.
– Isquemia intestinal severa.
– Hemorragia gastrintestinal maciça.