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isquemia1 1 180x180 - Bradiarritmias e Bloqueio Cardíaco

Bradiarritmias e Bloqueio Cardíaco

O aumento de mortalidade associado aos bloqueios cardíacos e às perturbações de condução intraventricular resulta mais da lesão miocárdica extensa subjacente do que do bloqueio cardíaco per se.

Terapêutica:
Atropina (ver também “Farmocoterapia no EAM”).
• Bradicardia sinusal sintomática (geralmente FC <50 bpm associada a hipotensão, isquemia ou arritmias de escape ventricular). Assistolia ventricular. • BAV sintomático ao nível do nódulo AV (BAV do 2.° grau tipo I ou BAV do 3.° grau com ritmo de escape de complexos estreitos). Pacing Externo Transcutãneo Provisório Especialmente indicado para pacing em stand-by sobretudo em pacientes que não requeiram pacing imediato ou em risco apenas moderado de progressão para BAV Constituem uma vantagem adicional em indivíduos recentemente trombolisados. Con-i tudo, uma vez que provoca dor considerável, os pacientes com alto risco de necessitarem de pacing devem receber um pacemaker provisório transvenoso. -> Bradicardia sinusal (FC <50 bpm) com sintomas de hipotensão (PAS <80 mmHg) refractária à terapêutica farmacológica. -> BAV do 2.° grau, Mobitz II.
BAV do 3.° grau.
-Bloqueio de ramo bilateral (bloqueio de ramo alternante ou bloqueio de ramo direito com alternância de HEA e HEP).
-> Bloqueio de ramo esquerdo de novo ou de idade indeterminada, bloqueio de ramo direito e HEA ou bloqueio de ramo direito e HEP.
-» Bloqueio de ramo, esquerdo ou direito, e BAV 1.° grau.
Pacing Transvenoso Provisório
—» Assistolia.
—> Bradicardia sintomática (inclui bradicardia sinusal com hipotensão e BAV do 2.° grau tipo I, acompanhado de hipotensão refratária à atropina).
—> Bloqueio bilateral (bloqueio de ramo alternante ou bloqueio de ramo direito alternando com HEA e HEP).
—» Bloqueio bifascicular de novo ou de idade indeterminada (bloqueio de ramo direito com HEA ou HEP, ou bloqueio de ramo esquerdo) com BAV do 1.° grau.
-> BAV do 2.° grau, Mobitz tipo II.
—> Bloqueio de ramo direito com HEA ou HEP.
—> Bloqueio de ramo direito com BAV 1.° grau.
—> Bloqueio de ramo esquerdo de novo ou de idade indeterminada.
—> TV incessante, para overdrive auricular ou ventricular.
—> Pausas sinusais (>3 segundos) recorrentes, refratárias à atropina.
Os pacientes com disfunção ventricular substancial, incluindo enfarte do VD, podem beneficiar da colocação dum sistema de pacing sequencial comparativamente ao pacing unicamente ventricular.
Pacing Definitivo Após EAM
—» BAV 2.° grau persistente infranodal com bloqueio de ramo bilateral ou BAV completo após EAM.
—> BAV avançado (2.° ou 3.° grau) transitório quando associado a bloqueio de ramo.
—> BAV sintomático independente do grau.
A indicação para pacing provisório no EAM não constitui per se indicação para colocação de pacing definitivo.
Os aparelhos de dupla câmara são preferíveis nos indivíduos em ritmo sinusal; nos pacientes cujo ritmo basal é a FA ou o flutter, os de câmara única são os preferidos. Todos os pacientes com indicação para pacemaker definitivo devem ser avaliados para uma eventual indicação para CDI ou para pacing biventricular (terapêutica de ressincronização).

Doencas cardiacas cardiovasculares sintomas sinais coracao prevenir causas diagnostico tratamento coronarias causas congenita cardiacas tipos ait acidente isquemico transitorio medicamentos remedios 1 180x180 - Tratamento

Tratamento

A abordagem terapêutica pode envolver diversas atitudes.
As principais queixas do paciente devem ser controladas, até que a investigação seja concluída. A dor da obstrução aguda deve ser prontamente controlada com AINEs, analgésico e, por vezes, opióides. As náuseas e os vómitos podem originar desidratação e aIterações do equilíbrio hidroelectrolítico, que necessitam de correção. Devem ser utilizados antibióticos se existir suspeita ou confirmação de infeção; os mais utilizados incluem fluoroquinolonas, nitrofurantoína, trimetroprim-sulfametoxazol e cefalosporinas.
Não esquecer que sempre que possível o antibiótico deve ser escolhido com base no antibiograma.
A existência de uma obstrução suficientemente importante para gerar compromisso da função renal e/ou dificuldade na drenagem de urina obriga à realização de uma derivação urinária. A existência de uma hidronefrose (uni ou bilateral) pode obrigar à colocação de uma nefrostomia percutânea ou de um stent duplo “J”. Numa obstrução infravesical, com retenção, pode ser necessária a colocação de uma algália ou de um cateter de cistostomia suprapúbica. O tratamento etiológico torna-se imperioso neste tipo de situações. A derivação pode originar alívio sintomático e proteger a função renal, mas não é a resolução definitiva da situação. O doente com obstrução deve ser cuidadosamente estudado, de modo a obter um diagnóstico correto, bem como o seu prognóstico.
A existência de litíase obriga, na maioria dos casos, à realização de litotrícia extracorporal por ondas de choque ou, em casos seleccionados, à litoextracção endoscópica ou Cirúrgica. Um tumor do urotélio, obstrutivo, obriga a um tratamento adequado ao estádio em causa. A detecção de obstruções congénitas (aperto da junção pieloureteral, válvulas da uretra posterior), obriga, em geral, à correcção cirúrgica destas, e muitas vezes ao tratamento das disfunções vesicais associadas. No idoso, a existência de hipertrofia prostática com queixas obstrutivas obriga ao seu tratamento, quer médico (com um ou mais dos diversos fármacos existentes no mercado), quer cirúrgico. A patologia obstrutiva da uretra (não prostática) requer, em geral, correção cirúrgica endoscópica ou por cirurgia convencional. Os novos stents termossensíveis não reepitelizáveis podem oferecer um solução possível nos casos em que outras opções falharam.

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Melasma

O melasma corresponde ao aumento da pigmentação, localizado sobretudo nas áreas frontal e geniana. Atinge principalmente grávidas ou mulheres a tomar anticoncepcionais orais. Pode subdividir-se o melasma em epidérmico, com hipermelanose das camadas basal e suprabasais, e dérmico, no qual os melanófagos se localizam na derme superficial. O primeiro tem tom castanho-caramelo e é acentuado pela luz de Wood (UVA), enquanto no dérmico, de tom azulado, esta luz não intensifica a cor. Os pacientes com melasma epidérmico respondem melhor a tratamentos com despigmentantes, enquanto no melasma dérmico, o objectivo é eliminar o pigmento via transporte pelos macrófagos, pois aquele não está acessível às substâncias despigmentantes.


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doencas cardiovasculares 1 180x180 - Medidas Gerais (Angina Estável e Enfarte do Miocárdio sem supradesnivelamento do segmento ST)

Medidas Gerais (Angina Estável e Enfarte do Miocárdio sem supradesnivelamento do segmento ST)

Os pacientes com doença coronária estabelecida (AE crónica, enfarte recente, antecedentes de cirurgia de revascularização miocárdica, ICP) devem recorrer diretamente a um serviço de urgência com possibilidade de realizar terapêutica de reperfusão.
O transporte como passageiro em veículo privado constitui uma alternativa aceitável apenas se houver um tempo de espera por um veículo de emergência superior a 20-30 minutos.
Embora comummente praticadas na admissão numa unidade de cuidados intensivos, o repouso no leito, a instituição de O2 e de ansiolíticos não constituem medidas de mina, dependendo duma avaliação individualizada. Pacientes com 1 dos fatores de alto risco beneficiam de internamento em unidade coronária. Aliás, quanto maior for o número de fatores de risco, maior é o benefício potencial das terapêuticas mais recentes: HBPM (heparinas de baixo peso molecular), inibidores das glicoproteínas Ilb/IIIa e estratégia invasiva precoce.
Se não se considerar angiografia precoce, deve ser realizada uma ecocardiografia para avaliação da função ventricular, para se iniciar, se disfunção ventricular esquerda, em caso de IECA, P-bloqueantes e antagonistas da aldosterona.
Nos pacientes sob anticoagulação oral, o início da terapêutica anticoagulante (HNF (heparina não fraccionada), HBPM ou fondaparinux) deve ser adiado até se conhecer o INR e não deve ser iniciada enquanto este não for <2,0. Especial atenção deve ser prestada à exclusão e tratamento de eventuais fatores precipitantes ou agravantes: tirotoxicose, taquiarritmias, anemia, hipo ou hipertensão graves, hipovolemia, hipoxemia, etc.


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medicacoes utilizadas em pronto socorro 180x180 - Medicação  (Enfarto do Miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST)

Medicação (Enfarto do Miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST)

• O2 por sonda nasal a 2 L/minuto durante as primeiras 6 horas em todos os pacientes com um EAM não complicado. Por um período maior se:
– Dessaturação arterial (SaC>2 <90%). -Congestão pulmonar evidente. Nos casos de ICC (insuficiência cardíaca congestiva) grave, edema pulmonar ou complicação mecânica do EAM, a hipoxemia pode não ser corrigível apenas com O2 suplementar. Nestes casos existem duas alternativas: respiração com pressão positiva contínua ou intubação orotraqueal e ventilação mecânica. • Laxante diário. • AAS: - 160-325 mg por via oral desde o primeiro dia até indefinidamente; após a fase aguda, doses de 75 mg/dia são igualmente eficazes; administração e.v. (250-500 mg) em pacientes com náuseas severas, vómitos ou patologia gastrintestinal alta, incluindo doença ulcerosa hemorrágica. -Forma mastigável preferível na fase aguda. • Clopidogrel: - 600 mg seguido por 75 mg/dia se ICP. - 300 mg seguido por 75 mg/dia se fibrinólise e <75 anos. - 75 mg/dia (sem dose de carga) se fibrinólise e >75 anos.
– 75 mg/dia (sem dose de carga) se não reperfundido (ICP ou fibrinólise).
Bloqueantes, na ausência de contraindicações, logo que o paciente esteja estabilizado, independentemente de terapêutica fibrinolítica concomitante ou ICP primária. A via e.v. deve ser limitada aos pacientes com HTA ou taquidisrritmias (por exemplo, atenolol 5-10 mg e.v. seguido de 100 mg/dia oral ou metoprolol 15 mg e.v. seguido de 50 mg/2xdia oral durante um dia e depois 100 mg/2xdia). A via e.v. não deve ser considerada se:
-Sinais de insuficiência cardíaca.
– Evidência de baixo débito.
– Risco aumentado de choque cardiogénico: idade >70 anos; PAS<120 mmHg; FC 10 ou <60 bpm. -Outras contraindicações relativas para (3-bloqueante (PQ >0,24″, BAV de segundo ou terceiro grau, DPOC).
Não devem ser utilizados se o EAM foi precipitado pelo uso de cocaína, pois podem exacerbar o espasmo.
• Nitratos sublinguais no máximo de 3 tomas, de 5-5 minutos, findas as quais se deve ponderar a necessidade de introduzir nitroglicerina/DNI e.v. A via e.v. está particularmente indicada nas primeiras 24-48 horas em pacientes com EAM e ICC, enfarte anterior extenso, isquemia persistente ou hipertensão. A nitroglicerina é preferível na administração e.v. por ter uma semivida menor. Uso prolongado (>48 horas) em pacientes com angina recorrente ou congestão pulmonar persistente.
Não deve ser utilizada em pacientes com PAS <90 mmHg, com descida >30 mmHg relativamente ao seu valor basal, bradicardia <50 bpm, taquicardia >100 bpm e na virtual totalidade dos pacientes com enfarte do ventrículo direito; estão também contraindicados nos pacientes que tenham tomado um inibididor da fosfodiesterase para disfunção eréctil nas 24 horas anteriores (48 horas no caso do tadalafil).
Os nitratos não devem ser utilizados se a hipotensão daí resultante limitar a
administração dc P-bloqueantes, cujo benefício é muito superior;
Analgesia:
– Reperfusão, constitui a medida fundamental, passível de corrigir simultaneamente
a causa e o efeito, quer seja química (trombólise) ou mecânica (ICP). O balão
intra-aórtico constitui uma medida adicional, habitualmente de recurso, a essas
duas formas dc reperfusão. Com esta premissa – que a reperfusão tão célere
quanto possível é o objectivo primordial do tratamento do EAM, e por conse-
quência da dor – outras medidas são também importantes no alívio da dor.
– Terapêutica convencional:
– Sulfato de morfina 4-8 mg, com incrementos de 2-8 mg cada 5-15 minutos; alguns pacientes necessitam de doses da ordem dos 25-30 mg. Atenção a: hipotensão – pode ser necessário suspender os nitratos e.v. se se utilizarem altas doses de morfina; depressão vcntilatória – naloxona 0,4 mg e.v. em intervalos de 3 minutos, máximo 3 doses; náuseas e vómitos: metoclopramida 5-10 mg e.v.
– Se houver agitação e delírio, haloperidol e.v.
– Se houver abstinência nicotínica, ansiolíticos.
– o2.
– Nitratos.
– bloqueantes.
Estatina (por exemplo, simvastatina 40 mg à noite), independentemente do nível de colesterol LDL.
Manter, através dc suplementos orais ou e.v., níveis de K+>4.0 mEq/L e Mg2 >2,0 mEq/L.
Descontinuar, se aplicável, inibidores da COX-2 ou outros AINEs, com exceção do AAS.
Não indicados:
—> Uso, por rotina, de ansiolíticos.
—> Repouso prolongado no leito (>24 horas) em pacientes estáveis e sem complicações.
Se não houver história prévia de enfarte, dor isquémica persistente. ICC, hipotensão, bloqueio cardíaco ou arritmias ventriculares com repercussão hemodinâmica, a transferência do doente da unidade de cuidados intensivos pode ser feita tão precocemente quanto às 48 horas após sua admissão (ver “Farmacoterapia no EAM”).

medicamentos 1024 180x180 - Terapêutica Médica (Estenose Valvular Aórtica)

Terapêutica Médica (Estenose Valvular Aórtica)

Nenhuma terapêutica médica é necessária para os doentes com EA assintomáticos com exceção da profilaxia da endocardite bacteriana.
A atividade física intensa (desporto de competição) deve ser interdita aos pacientes com estenoses moderada e grave.
A terapêutica da EA sintomática do adulto é cirúrgica (substituição valvular aórtica por prótese).
Contudo, se surgirem sintomas (insuficiência cardíaca, angor, FA (fibrilhação auricular)), estes devem ser controlados com terapêutica médica convencional até serem rapidamente submetidos a eventual cateterismo cardíaco e cirurgia:
—> Diuréticos – podem ser usados para tratar sintomas de congestão pulmonar.
—> Digitálicos – utilizam-se como inotrópicos ou para controlo da frequência ventricular se existir FA.
-> Vasodilatadores/IECA – para tratar a hipertensão e insuficiência cardíaca e melhorar a distensibilidade do VE. Devem ser usados com precaução em conjunto com os diuréticos pelo risco de baixar muito a pré-carga, particularmente nos ventrículos muito hipertrofiados.
Bloqueantes e antagonistas do cálcio – devem ser evitados nos pacientes com estenose aórtica grave sintomática pelos seus efeitos inotrópicos negativos.
Prevenção da progressão da EA – os lípidos parecem ter um papel no desenvolvimento e progressão da doença sugerindo um benefício das estatinas. Alguns estudos com rosuvastatina em pacientes com EA demonstraram alguma eficácia no retardar do seu desenvolvimento.

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Eficácia (Vacinas Antialérgicas)

Respeitando as indicações e utilizando extractos de qualidade, obtém-se melhoria clínica e funcional num número significativo de pacientes, podendo permitir uma redução progressiva da farmacoterapia, quer em doentes monossensibilizados, quer em polissensibilizados, desde que se escolham criteriosamente os alergénios mais relevantes. Nos casos de sensibilização a insectos himenópteros (abelha, vespa), existe uma alta taxa de protecção (superior a 80%) logo após se alcançar a dose de manutenção (habitualmente 100 mg de veneno).


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Intervenção Coronária Percutânea (ICP) Primária

Indicações:
—> Todos os pacientes admitidos em hospital com hemodinâmica de intervenção.
—> Como alternativa à terapêutica trombolítica em pacientes que possam ser submetidos a ICP nas primeiras 12 horas ou para além das 12 horas se os sintomas isquémicos persistirem, se executada de forma expedita (tempo contacto médico – balão ou porta
– balão <90 minutos) por cardiologistas de intervenção experientes no procedimento. • Se a duração dos sintomas for <3 horas e o tempo esperado porta-balão menos o tempo porta-agulha for <1 hora (PB - PA >1 hora), a ICP + o método preferido.
• Se PB-PA >1 hora, a terapêutica fibrinolítica deve ser a escolhida.
—> Se a duração dos sintomas for >3 horas, a ICP deve ser o método de reperfusão escolhido (mantendo o objetivo de tempo contacto médico-balão ou porta-balão <90 minutos). —> Como estratégia de reperfusão em pacientes que são candidatos a reperfusão mas nos quais a trombólise está contraindicada.
-» Pacientes nas primeiras 36 horas de EAM com ST que entrem em choque cardiogénico, com <75 anos e nos quais a revascularização possa ser efetuada nas primeiras 18 horas da instalação do choque. Um subgrupo deste tipo de pacientes mas com >75 anos, desde que possua um bom status funcional prévio e que tenha um bom potencial de revascularização, se concordar com esta abordagem invasiva, é também candidato a ICP.
Pacientes com ICC severa e/ou edema pulmonar (Killip III) nas primeiras 12 horas de evolução do enfarte.
Pacientes nas primeiras 12 a 24 horas e um ou mais dos seguintes fatores:
• ICC severa.
• Instabilidade elétrica ou hemodinâmica.
• Persistência de sintomas isquémicos.
A ICP no contexto de EAM com ÍST justifica a administração concomitante de abciximab (Reopro):
—» Bolus 0,25 mg/kg administrado 10-60 minutos antes da intervenção, seguido por perfusão de 0,125 ng/kg/minuto (máximo 10 ng/minuto) durante 12 horas.
AAS 300 mg p.o. no primeiro dia; depois 75-325 mg/dia.
-» Heparina – se ACT <200 segundos, antes do início da ICP, administrar bolus, após obtenção de acesso arterial, de acordo com o seguinte algoritmo: • ACT <150 segundos - administrar 70 U/kg. • ACT < 150-199 segundos - administrar 50 U/kg. • Bolus inicial não deve >7000 U.
Nos minutos posteriores verifica-se de novo o ACT; se <200 segundos, administrar bolus adicionais de 20 U/kg até ACT >200 segundos, inclusive durante o procedimento. Como alternativa à administração adicional de bolus pode iniciar-se uma perfusão contínua de heparina, após o(s) bolus inicial(ais) ter(em) atingido o ACT desejado de >200 segundos, a uma velocidade de 7 U/kg/hora. Suspender a heparina imediatamente após a ICP. Excetuando os pacientes em choque cardiogénico, apenas se deve dilatar a lesão “culpada” na fase aguda do enfarte.

cirurgia 4 180x180 - Indicações para Cirurgia (Estenose e Insuficiência Valvular Tricúspide)

Indicações para Cirurgia (Estenose e Insuficiência Valvular Tricúspide)

Recomendações aceites para cirurgia (reparação, anuloplastia ou prótese) em pacientes sintomáticos (classe III ou IV NYHA):
—> Com insuficiência valvular tricúspide primária (lesão orgânica) e insuficiência cardíaca direita refratária à medicação.
—> Com insuficiência valvular tricúspide grave secundária a patologia mitral.
—> No contexto de cirurgia aórtica ou, frequentemente, mitral, se se antecipa persistência de HTP ou se o anel tricúspide e o ventrículo direito se encontram marcadamente dilatados (anel tricúspide >20 mm/m2 – cerca de 34 mm de diâmetro).

cirurgia 180x180 - Indicações para Cirurgia de Revascularização Miocárdica Urgente ou Emergente

Indicações para Cirurgia de Revascularização Miocárdica Urgente ou Emergente

ICP sem sucesso, com persistência da dor ou com instabilidade hemodinâmica em pacientes cuja anatomia coronária é passível de cirurgia.
EAM com isquemia, persistente ou recorrente, refratária à terapêutica médica, em pacientes com anatomia coronária passível de cirurgia, uma área miocárdica substancial em risco e que não são candidatos a ICP ou a trombólise.
Como procedimento concomitante à correção cirúrgica de uma CIV (comunicação interventricular) ou de uma insuficiência valvular mitral pós-enfarte.
Choque cardiogénico nas primeiras 36 horas de EAM com TST, bloqueio de ramo esquerdo ou enfarte posterior, com doença grave de três vasos ou doença do tronco comum, com anatomia coronária passível de cirurgia e que esta possa ser realizada nas primeiras 18 horas de choque.
Arritmias ventriculares potencialmente fatais na presença de doença >50% do tronco comum e/ou doença de três vasos.
Como estratégia primária de reperfusão em pacientes com anatomia coronária favorável, não candidatos a ICP ou trombólise, nas primeiras horas (6 a 12) de um EAM com ST em evolução, particularmente se houver doença multivaso severa ou doença do tronco comum.