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Terapêutica – Dreno torácico

– Dreno torácico – colocação de tubo de drenagem na cavidade pleural tem indicação no empiema, derrame parapneumónico complicado (pH<7,20), líquido pleural com características de mau prognóstico (pH<7,30, LDH>1000, glucose<60 mg/dl, loculação, cultura positiva), hemotórax, e no derrame pleural neoplásico recidivante para e realização de pleurodese. A drenagem poderá ser retirada quando o volume em 24 horas for inferior a 50-100 ml. Nas situações de derrame recidivante sintomático, habitualmente neoplásico, em que não existe a possibilidade de realização de pleurodese eficaz (pH ácido, tentativas anteriores infrutíferas ou pulmão encarcerado sem possibilidade de reexpansão), existe a opção de colocação de dreno de longo termo (por exemplo, PleurX), dada a limitada sobrevivência média destes doentes (6 meses).

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VASCULITES

São doenças raras, mas potencialmente fatais. O pulmão é o órgão alvo primordial nas Vasculites dos pequenos vasos, dominando os fenómenos de capilarite pulmonar na granulomatose de Wegener, síndrome de Churg-Strauss e a MPA (poliangeíte microscópica).
Na doença AMBG (Síndrome de Goodpasture), há associada lesão renal grave. A vasculite pulmonar pode ocorrer noutras doenças sistémicas (por exemplo, LED, doença de Behçet, etc.) ou ser induzida por alguns fármacos.

Bypass 31 180x180 - Síndrome da Veia Cava Superior

Síndrome da Veia Cava Superior

A veia cava é um vaso de paredes finas que atravessa o mediastino e pode ser por isso sujeita a compressão. As causas mais frequentes são os tumores do pulmão (muitas vezes carcinoma de pequenas células) ou linfomas. Associada ou não à compressão, pode haver trombose – no contexto de estado de hipercoagulação, como acontece em diversas neoplasias, ou associada a cateter venoso central.

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Amebíase

O agente etiológico da amebíase é um protozoário, a Entamoeba histolytica, que se encontra no lume do intestino grosso do homem e que, em determinadas condições, pode atingir alguns órgãos como o fígado, o pulmão, o coração, o cérebro, etc. O abcesso amebiano do fígado é a forma mais frequente da amebíase extra-intestinal.


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Apresentação clínica (Criptosporidiose)

No contexto da SIDA, a criptosporidiose intestinal apresenta-se frequentemente como um quadro de diarreia crónica de agravamento progressivo, eventualmente associada a síndrome de mal-absorção conduzindo a estados de desnutrição graves e fatais. A doença grave e progressiva ocorre, sobretudo, em indivíduos com contagens de CD4 <150 células/mm3. Estão descritas formas extra-intestinais em doentes com SIDA e imunodepressão grave, particularmente ao nível das vias biliares e do pulmão, onde pode originar infiltrados difusos associados a dispneia, sendo mau o prognóstico vital nestes casos extra-intestinais.

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Microbiologia

Na maioria das séries publicadas com base em dados microbiológicos originados em regiões temperadas, o Streptococcus pneumoniae (± 30%) é o agente mais frequente da PAC e aquele que causa, geralmente, doença mais grave. Tabagismo, idade superior ou igual a 65 anos, doença cardiovascular, renal, hepática ou neoplásica são factores de risco para S. pneumoniae. Outros agentes frequentemente envolvidos incluem;
– Haemophilus influenzae (5-11%), sobretudo na doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC), bronquiectasias, insuficiência cardíaca (IC).
– Mycoplasma pneumoniae (17-22%), sobretudo nas PAC de gravidade ligeira a moderada, mais frequente nos doentes com menos de 50 anos.
– Staphylococcus aureus (10-15%), sobretudo no contexto de gripe ou outra infecção viral recente, diabetes, doença estrutural do pulmão, incluindo DPOC, utilizadores de drogas intravenosas, imunodeprimidos e doentes idosos com risco de aspiração.
– Chlamydophila pneumoniae (6-17%), sobretudo nos casos de gravidade ligeira a moderada.
– Moraxella catarrhalis, (1%) sobretudo em doentes idosos com DPOC e/ou bronquiectasias e doença cardíaca crónica.
– Legionella spp., ocorrendo por surtos, sobretudo nos meses quentes, relacionado com presença em ambientes com ar condicionado.
– Chlamydophila psittaci, em doentes com contacto com aves psitacídeas.
– Coxiella burnetii, sobretudo em doentes com exposição profissional (matadouros) ou convivendo com animais (cães, gatos, cavalos).
– Enterobacteriáceas, sobretudo em doentes com alcoolismo (Klebsiella pneumoniae), idosos com risco de aspiração.
– Pseudomonas aeruginosa, particularmente em doentes com doença pulmonar estrutural (bronquiectasias, por exemplo), antibioterapia com duração nos últimos 30 dias, corticoterapia crónica e desnutrição.
– Anaeróbios, sobretudo na pneumonia de aspiração (idosos acamados, alterações crónicas do estado de consciência, intoxicações).
– Vírus respiratórios, designadamente vírus Influenza, durante a estação da gripe. A pesquisa do Mycobacterium tuberculosis deve ser sempre efectuada nos grupos de maior risco, nos casos de apresentação subaguda ou crónica, quando haja falência da terapêutica ao fim de 14 dias ou queixas de sudação nocturna e/ou expectoração hemoptoica.
Nos doentes com infecção por VIH, a presença de hipoxemia grave (FiO2= 65%) em repouso, associada a dispneia de esforço e apresentação subaguda da PAC, devem fazer suspeitar de infecção por Pneumocystis jiroveci.

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Tórax (Complicações da RT)

A este nível, e para além da pele, apenas o esófago e a traqueia evidenciam uma resposta imediata às radiações, o primeiro através de ardor pré-esternal desde a segunda semana de tratamento, tal como as mucosas da cavidade oral, o segundo por sinais e sintomas de traqueíte. O tratamento da esofagite passa pela administração de antiácidos ou protectores da mucosa (por exemplo, gel de sucralfate) e eventualmente de analgésicos, tendo o cuidado de retirar da dieta os potenciais agressores (muito quente, muito frio, muito ácido, álcool). A traqueíte nunca é muito evidente, podendo ser controlada apenas com recurso à inalação de vapor de água ou administração de anti-inflamatórios.
No caso particular da RT de tumores da mama, devido à possibilidade de sobreposição de campos ao nível do vértice do pulmão, existe uma maior probabilidade de aparecimento de uma lesão a esse nível. Essa lesão é por regra assintomática, podendo evidenciar-se um quadro de pneumonite aguda, controlável com antibióticos e corticóides em doses elevadas. E frequente a persistência de uma zona de fibrose, assintomática, visível na radiografia simples do tórax, numa grande percentagem das doentes submetidas a este tratamento, mesmo não tendo ocorrido a pneumonite aguda.

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Derrame Pericárdio

Menos frequente que o derrame pleural ou ascite, o derrame pericárdico pode ocorrer em quase todos os tipos de neoplasia – mais frequente em mama, pulmão ou linfoma.

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Derrame Pleural

A neoplasia que mais frequentemente se associa a derrame pleural é o carcinoma da mama, na mulher, e do pulmão, no homem. Mas pode-se observar derrame pleural em praticamente todos os tipos de neoplasia. No entanto, mesmo no doente com doença neoplásica disseminada, dever-se-á excluir outra causa para além da metastização pleural.

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Compressão Medular

Os tumores que mais frequentemente podem provocar compressão medular são aqueles que mais frequentemente metastizam para o osso – mama, pulmão, próstata e rim (raramente as metástases são epidurais ou intradurais). Frequentemente as metástases ósseas são múltiplas, pelo que podem estar envolvidos mais do que um segmento da coluna.