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DIAGNÓSTICO (Entidades Nosológicas)

O diagnóstico é baseado na história, achados radiológicos sugestivos e a presença de anticorpos específicos para um agente conhecido como responsável por alveolite extrínseca. Nalguns casos pode ser necessária a BPC.

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Critérios de cura (Bilharzíase)

Os critérios de cura baseiam-se essencialmente no desaparecimento da sintomatologia clínica e nos exames parasitológicos dos excreta que devem ser persistentemente negativos. A biopsia rectal apresenta dos melhores índices da avaliação terapêutica. Nos casos em que a terapêutica foi eficaz, o estudo serológico pode negativar 1 ano após o tratamento.
Considera-se suficiente seguir o doente durante 6 meses, com um controlo mais apertado nos primeiros dias depois do tratamento.
Se a cura parasitológica ocorre mas os sintomas persistem, é necessário recorrer a exames endoscópicos, com biopsia, radiológicos ou outros a fim de se concluir da presença de lesões residuais ou de uma patologia associada (neoplasias…).

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Apresentação Clínica (Pneumocistose)

A pneumonia intersticial de apresentação subaguda e associada e hipoxemia mais ou menos grave (“pneumonia hipoxemiante”) é a forma de apresentação habitual da pneumocistose em doentes com infecção por VIH, embora estejam descritos casos de envolvimento extrapulmonar que pode ser observado em até 13% de doentes com PPJ em estudos de autópsia, quer ao nível dos gânglios linfáticos torácicos, quer de forma disseminada. Esta ocorrência é rara em doentes sob profilaxia sistémica, designadamente com cotrimoxazol pi. A dispneia de esforço, de agravamento progressivo e a taquipneia são achados clínicos característicos, sendo a febre geralmente baixa.
A hipoxemia em repouso é frequente e deve ser sistematicamente pesquisada nos casos suspeitos, tal como a elevação da DHL (>500 Ul/ml). Os achados radiológicos típicos incluem infiltrados intersticiais bilaterais, geralmente peri-hilares no início do quadro e tornando-se mais disseminados e homogéneos à medida que a doença progride. Outros achados radiológicos incluem pneumatocelo ou pneumotórax, derrame pleural e infiltrados apicais ou nodulares, podendo os aspectos observáveis na radiografia simples do tórax serem bastante discretos. Nestes casos, a TC do tórax pode ser útil ao revelar, com frequência, um aspecto em vidro despolido ou lesões quísticas.

Comprimido no copo de 1362499732 34 180x180 - Radiologia (Sarcoidose)

Radiologia (Sarcoidose)

As alterações torácicas são divididas em estádios radiológicos:
– Estádio 0 – sem evidência de alterações radiológicas.
– Estádio I – linfadenopatias hilares e/ou mediastínicas.
– Estádio II – linfadenopatias e presença de alterações parenquimatosas.
– Estádio III: só alterações parenquimatosas.
– Estádio IV: evidência de fibrose e de lesões destrutivas. As adenopatias têm distribuição bilateral e contornos bem definidos. As alterações parenquimatosas são frequentemente bilaterais; têm predominância pelos andares superiores e médios, podendo apresentar-se como infiltrados alveolares, ou como opacidades nodulares ou micronodulares.

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Parte I – Abordagem Diagnostica

É essencial recolher uma história clínica precisa e observar o doente. Para avaliar a extensão e repercussão da doença são utilizados os meios radiológicos, laboratoriais e o estudo da função respiratória.
A broncofibroscopia com as suas técnicas acessórias e/ou a biopsia pulmonar cirúrgica permitirão chegar a um diagnóstico mais preciso.