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DrugItem 10804 180x180 - Topamax e genérico

Topamax e genérico

-» TPM – topamax e genérico – cápsulas de 15, 25 e 50 mg; comprimidos de 25, 50, 100 e 200 mg.
• Indicação – é um AE de largo espectro, indicado no adulto para o tratamento da epilepsia generalizada e parcial, com ou sem generalização secundária, em mono ou politerapia.
• Mecanismo de ação – possui múltiplos mecanismos de ação, nomeadamente bloqueio dos canais de sódio dependentes da voltagem, inibição dos recetores kainato do glutamato, inibição da anidrase carbónica eritrocitária, sendo ainda gabaérgico.
• Metabolismo e excreção – é metabolizado no fígado pelo sistema do citocromo P450, mas é sobretudo excretado pelo rim.
• Administração – a semi-vida longa (18-24 horas) permite a administração em 2 tomas diárias. O início da terapêutica deve ser feito com a menor dose possível para não precipitar efeitos secundários. Nos adultos inicia-se o tratamento com 25 mg, aumentando semanalmente 25 mg. A dose de controlo é habitualmente 200-400 mg. Em associação, as doses ideais são menores.
• Efeitos adversos e interações – as ações indesejáveis mais comuns são sonolência, irritabilidade, fadiga, emagrecimento, diminuição da atenção e confusão, psicose, parestesias, nefrolitíase (cálculos de fosfato de cálcio), glaucoma de ângulo aberto, hipo-hidrose e muito raramente acidose metabólica. Quando surgem efeitos acessórios, o incremento deve ser protelado ou a dose ligeiramente diminuída. Em doses iguais ou superiores a 200 mg diminui os níveis dos CO. Aumenta os níveis de PHT provavelmente por inibição da CYP2C19. Os ISE induzem a metabolização de TPM.


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Antagonistas dos Recetores da Angiotensina II

Os ARA II estão recomendados em doentes com IC e FEVE <40%, que permaneçam sintomáticos apesar da terapêutica com IECA e P-bloqueante, a menos que estejam também medicados com antagonista da aldosterona. O tratamento com ARA II melhora a função ventricular e reduz as admissões hospitalares por IC. Classe I, nível evidência tipo A. Os ARA II podem ser usados como alternativa nos doentes intolerantes aos IECA. Uma vez que têm idêntico impacto benéfico sobre a morbilidade e mortalidade. Classe recomendação IIa, nível de evidência tipo B. Atuam por antagonismo directo dos receptores da angiotensina II. As vantagens deste grupo de fármacos sobre os IECA são: não induzir tosse (secundária à libertação de bradiquinina/prostaglandinas) e não originar um "escape" hormonal (hiperreninemia e aumento da angiotensina II). Uma eventual desvantagem seria a ausência dos potenciais efeitos benéficos dos IECA atribuíveis à libertação de bradiquininas (endotélio).