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Fatores de risco – Tabagismo e obesidade

Devem ser combatidos pelo seu efeito no risco cardiovascular e por acelerarem a progressão da DRC.

Ensaio sobre a Miopia by layana leonardo 10 180x180 - Factores de Risco (Descolamento da Retina)

Factores de Risco (Descolamento da Retina)

Miopia, história familiar, raça caucasiana, sexo masculino. Incidência anual: 20000/ano.

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Factores de Risco (Avaliação Pré-Operatória)

Factores de risco
—> São factores de risco major:
• Síndrome coronária instável;
• Insuficiência cardíaca congestiva descompensada;
• Arritmias não controladas;
• Lesão valvular severa.
—> São factores de risco intermédio:
• Insuficiência coronária estável;
• EM (enfarte do miocárdio) prévio;
• Insuficiência cardíaca congestiva compensada;
• Diabetes;
• Insuficiência renal.

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Estratégias de apoio à adesão (Tuberculose)

Quando correctamente orientado, o tratamento farmacológico da TB permite a cura da doença e a interrupção da cadeia de transmissão, sendo considerado o melhor meio para a prevenção da TB. A falência do tratamento deve-se, sobretudo, ao seu abandono precoce e relaciona-se com um aumento do risco de emergência de resistência, o que denota a importância das estratégias de apoio à adesão nesta doença.
A toma sob observação directa (TOD) de um técnico de saúde relacionou-se, nalguns estudos, com uma evolução mais favorável, particularmente na redução do risco de resistência secundária. No entanto, nestes estudos, o seu impacto foi avaliado em conjunto com a implementação de outras estratégias, tais como a redução da duração do tratamento e/ou a utilização de esquemas bi-semanais, e a sua validade, como intervenção isolada não foi ainda comprovada num estudo prospectivo aleatorizado. Por outro lado, a não adesão à TOD pode atingir até 18% dos doentes, particularmente em casos de alcoolismo, indigência social e de toxicodependência. Deste modo, embora esteja recomendada (designadamente pela DGS14) a TOD durante pelo menos 5 dias/semana, esta intervenção deve ser acompanhada de outras medidas de apoio à adesão, incluindo:
– Utilização de combinações fixas de fármacos, reduzindo o número de unidades a tomar diariamente e impedindo a monoterapia.
– Tratamento integrado das co-morbilidades, particularmente das relacionadas com dependência farmacológica e, quando possível, com a infecção por VIH através de uma ligação estreita entre as diferentes unidades de saúde.
– Reforço da educação do doente, com manutenção do suporte durante todo o período do tratamento.
– Redução da duração do tratamento dentro dos limites da eficácia, melhorando as perspectivas de adesão e a operacionalidade dos serviços de saúde.

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Factores de Risco (meningite)

O curso clínico da MAB depende quer de factores associados ao agente envolvido, particularmente da sua sensibilidade aos antibacterianos, que pode atrasar o início de tratamento adequado em tempo útil, quer de factores associados ao treino do médico assistente, particularmente na sua capacidade de diagnosticar e de intervir atempadamente de forma adequada, quer, ainda, de factores referentes ao doente, entre os quais se incluem a existência de co-morbilidades que possam agravar o prognóstico de forma significativa. Num estudo alargado, a idade, a hipotensão, a alteração do estado de consciência e a presença de convulsões foram os factores que se relacionaram de forma significativa com desfecho desfavorável.

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Cancro do Pâncreas

O risco de cancro do pâncreas é cerca de 2 a 4% aos 10 e 20 anos respectivamente, após o diagnóstico de pancreatite crónica.
A CPRE associada à TC tem demonstrado ser o método mais eficaz no diagnóstico diferencial entre PC e cancro do pâncreas. No entanto, na prática clínica é muito difícil confirmar o diagnóstico de cancro. A citologia esfoliativa (CPRE) e a PAF (EUS) não têm correspondido às expectativas e, por este motivo, tem havido uma tendência crescente na indicação para ressecção cirúrgica em caso de dúvida.

shutterstock 98587517 180x180 - Controlo dos fatores de risco – Hipertensão Arterial (Doença Cardiovascular Aterosclerótica)

Controlo dos fatores de risco – Hipertensão Arterial (Doença Cardiovascular Aterosclerótica)

Vários estudos demonstraram inequivocamente que a redução da pressão arterial per se reduz a mortalidade e morbilidade global e CV. A decisão de iniciar tratamento anti-hipertensor baseia-se no valor da pressão arterial e no risco CV global. O objetivo da terapêutica é permitir a redução persistente da pressão arterial para valores considerados normais, com o mínimo de reações adversas, conservando o melhor possível a qualidade de vida.
Na população em geral, o valor desejável de pressão arterial é inferior a 140-90 mmHg, mas nos doentes de alto risco o objetivo será ter uma pressão arterial inferior a 130-80 mmHg. Para atingir estes valores os clínicos poderão ter de utilizar fármacos, recorrendo às cinco principais classes terapêuticas, em monoterapia, eventualmente em associação e concomitantemente com a adoção de estilo de vida saudável.

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Fatores de risco (Osteoporose)

Durante o período assintomático, o diagnóstico clínico baseia-se na suspeição, por existência de fatores de risco para a doença. Assim, todas as mulheres pós-menopáusicas e todos os homens com mais de 50 anos devem ser interrogados quanto à existência de fatores de risco para OP.
Na observação clínica devem ainda ser procurados sinais que façam suspeitar da existência de causas para OP secundária ou de fraturas vertebrais.

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Prevenção Secundária

O risco de recorrência após um AIT (9%/90 dias) ou AVC (6 a 9%/ano) varia de acordo com a idade, os fatores de risco vascular, o tipo de AVC e o tempo decorrido desde o AIT/AVC, sendo máximo nos primeiros dias e meses que a ele se seguem e decrescendo progressivamente ao longo do tempo. A prevenção secundária do AVC compreende o controlo dos fatores de risco, terapêutica antitrombótica e, em certos casos, a remoção cirúrgica ou endovascular de estenoses arteriais severas.

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Fatores de risco – Hipoperfusão renal

Os fatores de risco de progressão e as complicações mais importantes da DRC a contemplar são:

– Hipoperfusão renal – pode ser por depleção de volume exagerada, muitas vezes iatrogénica com diuréticos, redução exagerada da tensão arterial, ou redução do débito cardíaco, que devem ser rapidamente corrigidos.