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Follow-up (Sífilis)

O controlo serológico com VDRL faz-se aos 3, 6 e 12 meses após o tratamento, sendo de esperar redução progressiva dos títulos. Nas situações de infecção latente, a diminuição dos títulos é muito mais lenta.
Nos casos em que não se observa queda dos títulos ao fim de 6 meses, que haja aumento dos mesmos ou em que os sinais clínicos persistam, deve efectuar-se novo tratamento.
Nas primeiras 24 horas após o tratamento, em especial na sífilis secundária, pode surgir uma reacção febril aguda – reacção de Jarisch-Herxheimer – que não deve confundir-se com alergia à penicilina, e que resulta da destruição maciça de treponemas. Os doentes deverão ser avisados desta possibilidade e medicados com antipiréticos.

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Critérios de cura (Bilharzíase)

Os critérios de cura baseiam-se essencialmente no desaparecimento da sintomatologia clínica e nos exames parasitológicos dos excreta que devem ser persistentemente negativos. A biopsia rectal apresenta dos melhores índices da avaliação terapêutica. Nos casos em que a terapêutica foi eficaz, o estudo serológico pode negativar 1 ano após o tratamento.
Considera-se suficiente seguir o doente durante 6 meses, com um controlo mais apertado nos primeiros dias depois do tratamento.
Se a cura parasitológica ocorre mas os sintomas persistem, é necessário recorrer a exames endoscópicos, com biopsia, radiológicos ou outros a fim de se concluir da presença de lesões residuais ou de uma patologia associada (neoplasias…).

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Diagnóstico (Doença Mista do Tecido Conjuntivo)

Os critérios de diagnóstico mais utilizados foram propostos por Alarcon-Segovia. O diagnóstico é feito na presença do critério serológico (presença de anticorpos anti-ribonucleoproteínas (RNP) em título elevado) e de três critérios clínicos.