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Diagnóstico (Isosporiose)

Baseia-se na demonstração de oocistos nas fezes de doentes sintomáticos, de preferência a fresco ou em esfregaços corados pelo método de Ziehl-Nielssen, embora esteja descrita a utilidade da auramina 1351 e da imunofluorescência como métodos de diagnóstico alternativos. A carga parasitária nas fezes é geralmente baixa, pelo que é útil realizar a pesquisa num mínimo de três amostras seriadas. A biopsia do intestino delgado ou grosso pode revelar a presença de formas de oocistos ou de formas evolutivas do parasita.

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Indicações para Cirurgia (Estenose e Insuficiência Valvular Tricúspide)

Recomendações aceites para cirurgia (reparação, anuloplastia ou prótese) em pacientes sintomáticos (classe III ou IV NYHA):
—> Com insuficiência valvular tricúspide primária (lesão orgânica) e insuficiência cardíaca direita refratária à medicação.
—> Com insuficiência valvular tricúspide grave secundária a patologia mitral.
—> No contexto de cirurgia aórtica ou, frequentemente, mitral, se se antecipa persistência de HTP ou se o anel tricúspide e o ventrículo direito se encontram marcadamente dilatados (anel tricúspide >20 mm/m2 – cerca de 34 mm de diâmetro).

cirurgia 180x180 - Indicações para Cirurgia (Insuficiência Valvular Aórtica)

Indicações para Cirurgia (Insuficiência Valvular Aórtica)

Ao contrário da IA aguda, a IA crónica pode permanecer assintomática durante muitos anos ou mesmo durante toda a vida l2-5J.
A substituição valvular aórtica está indicada nos doentes com IA grave:
Sintomáticos.
Assintomáticos com:
• Disfunção VE (FE<50% em repouso ou induzida por ARN ou dobutamina). • FE<50% e/ou dimensão telediastólica >70 mm e telessistólica >50 mm ou 25/m ) ou o rápido aumento dos parâmetros ventriculares em avaliações seriadas.
• Normal FVE e necessidade de outra cirurgia cardíaca (coronária ou valvular).
Disfunção VE muito grave, FE<25% (deve ser individualizado). Para qualquer grau de IA: • Associado a patologia da raiz da aorta com diâmetro: -45 mm com síndrome de Marfan. -50 mm e válvulas bicúspides. -55 mm nos outros pacientes. Nota: Na IA, e ao invés da IM (insuficiência mitral), os doentes devem ser sempre operados, mesmo quando ultrapassados os limites indicados e mesmo seja em presença de insuficiência cardíaca direita. O risco operatório é sem dúvida maior nestes casos, mas a qualidade de vida irá ser melhorada, apesar de, em muitos, a evolução ser inexoravelmente para miocardiopatia dilatada, alguns anos após a cirurgia. A substituição valvular aórtica e reconstrução da raiz da aorta estão indicadas nos doentes com doença da aorta próximal e IA de qualquer gravidade quando a dilatação é, por ecocardiografia ou RM, superior a 50-55 mm.

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Indicações para Cirurgia (Estenose Valvular Aórtica)

Têm indicação para cirurgia de substituição valvular aórtica os pacientes:
—> Sintomáticos – (angor, insuficiência cardíaca, síncope) com EA grave (área <1 cm2, ou <0,6 cm2/m2, gradiente médio >40 mmHg, velocidade máxima >4,0 metros/segundo).
—> Assintomáticos – com EA grave e com: 1) disfunção do VE; 2) hipotensão/depressão ST-T com o exercício.
—> Com EA moderada/grave e que vão ser submetidos a outra cirurgia cardíaca (revascularização coronária de outras válvulas, da aorta) ou com fatores preditivos de mau prognóstico (idade avançada, válvula muito calcificada, progressão rápida do grau de estenose – velocidade máxima >0,3 metros/segundo/ano).