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aminossalicilato de sodio oral 1024x835 180x180 - Tratamento (Pneumocistose)

Tratamento (Pneumocistose)

Para além do tratamento específico da PPJ, a TARV deve ser iniciada tão precocemente quanto possível.
—> Regime preferencial – co-trimoxazol, p.o. ou e.v., na dose de 15-20 mg/kg/dia de TMP (trimetoprim), dividida em 3-4 tomas diárias, durante 21 dias. A associação de ácido folínico não está recomendada por poder reduzir a eficácia do regime. Este esquema pode ser utilizado mesmo em doentes que tenham feito previamente profilaxia com co-trimoxazol. Os casos descritos de resistência ao tratamento são raros e relacionam-se, habitualmente, com resistência ao sulfametoxazol. Em doentes com PaO: <70 mmHg em ar ambiente, deve ser associada, tão precocemente quanto possível, prednisona, p.o., na dose de 40 mg de 12/12horas (dias 1-5), 40 mg/dia (dias 6-10) e 20 mg/dia nos dias 11-21 (ou metilprednisolona e.v., na dose correspondente a 75% da dose de prednisona, com o mesmo esquema).

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Utilização de Combinações de Antibióticos II

– Aumento da eficácia. Algumas combinações de antibióticos, como a associação de trimetoprim e sulfametoxazol, têm um efeito sinérgico reconhecido, justificando a sua apresentação em combinações fixas. Para além desta associação, o benefício clínico do efeito sinérgico demonstrado in vitro raramente foi cabalmente comprovado.
Exceptua-se a associação de um aminoglicósido com um antibiótico actuando na parede celular bacteriana ((3-lactâmico, vancomicina) no tratamento da endocardite por enterococo, mas é de notar que a utilidade clínica desta combinação não foi demonstrada a endocardite causada por outras bactérias Gram-positivas, designadamente estafilococos, apesar da demonstração do sinergismo in vitro entre a flucloxacilina e a gentamicina. De facto, embora o sinergismo entre penicilina e estreptomicina tivesse sido, também, demonstrado in vitro para estreptococos do grupo viridans, a excelente actividade individual da penicilina não permitiu evidenciar benefícios na utilização da combinação. Outra excepção é a da associação da anfotericina B com a fluocitosina para o tratamento da meningite criptocócica. Por outro lado, uma revisão alargada recente indica que a associação de um aminoglicósido com um P-lactâmico pode não apresentar vantagens no tratamento da sépsis relativamente à utilização de um (lactâmico isolado, antes aumentando o risco de toxicidade renal. A sua utilização sistemática em doentes neutropénicos não está, assim, plenamente justificada. No entanto, parece ser prudente recomendar a sua utilização em face da gravidade da situação clínica, desde que devidamente ponderados os riscos associados ao aumento da toxicidade.