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Comprimido no copo de 1362499732 34 180x180 - Radiologia (Sarcoidose)

Radiologia (Sarcoidose)

As alterações torácicas são divididas em estádios radiológicos:
– Estádio 0 – sem evidência de alterações radiológicas.
– Estádio I – linfadenopatias hilares e/ou mediastínicas.
– Estádio II – linfadenopatias e presença de alterações parenquimatosas.
– Estádio III: só alterações parenquimatosas.
– Estádio IV: evidência de fibrose e de lesões destrutivas. As adenopatias têm distribuição bilateral e contornos bem definidos. As alterações parenquimatosas são frequentemente bilaterais; têm predominância pelos andares superiores e médios, podendo apresentar-se como infiltrados alveolares, ou como opacidades nodulares ou micronodulares.

Pneumothorax ICC Suture 180x180 - Drenagem Torácica

Drenagem Torácica

Deve ser executada por um profissional com experiência para evitar as potenciais complicações associadas.
O local mais seguro para a sua colocação é a linha axilar média no 5.° espaço intercostal com o doente sentado a 45° (minimiza os riscos de lesão das estruturas torácicas adjacentes). Na suspeita de pneumotórax hipertensivo, a colocação de cateter endovenoso (14 French gauge) na linha média clavicular no 2.° espaço intercostal deve ser a abordagem imediata e mantida até inserção de drenagem torácica.
A drenagem deve ser conectada a um frasco subaquático, confirmando-se que borbulha após a sua inserção.
Habitualmente, os drenos torácicos podem ser de pequeno calibre (8-14 French gauge), mas nos doentes submetidos a ventilação mecânica é preferível utilizar drenagens de maior calibre (24-28 French gauge).
Não deve ser aplicada aspiração ativa nas primeiras 48 horas para evitar a possibilidade de edema pulmonar de reexpansão.
Deve ser realizada radiografia de tórax após a inserção para confirmar a correta colocação da drenagem.
Após a reexpansão pulmonar, remoção do ar no espaço pleural e não visualização de fuga aérea nas últimas 24 horas, a drenagem pode ser retirada. Permanece o debate sobre a utilidade de clampar a drenagem por um período de 12 horas seguida de realização de radiografia de tórax que confirme a inexistência de recorrência de pneumotórax com posterior remoção da drenagem. Esta atitude, quando efetuada, deve ser sempre vigiada por profissionais de saúde com experiência neste tipo de situações.
As drenagens devem ser removidas preferencialmente na expiração ou efetuando a manobra de Valsalva. A realização de radiografia pós-extracção possibilita a confirmação da inexistência de reentrada de ar no espaço pleural.